“Estou sempre pronto. Não estou me articulando, mas estou observando”, diz Anselmo Pereira sobre presidência da Câmara

Com a proximidade da data do pleito, dia 15 de dezembro, e o ti-ti-ti das articulações para a obtenção da cadeira, Anselmo garante estar pronto, mas diz não estar tomando nenhuma providência, apenas “observando”

Anselmo Pereira (PSDB) nega, mas demonstra total interesse em se tornar o próximo presidente da Câmara Municipal. Foto: Alberto Maia/Câmara de Vereadores

Anselmo Pereira nega, mas demonstra total interesse em se tornar o próximo presidente da Câmara Municipal. Foto: Alberto Maia/Câmara de Vereadores

Anselmo Pereira (PSDB) nega, mas demonstra total interesse em se tornar o próximo presidente da Câmara Municipal. Com a proximidade da data do pleito, dia 15 de dezembro, e o ti-ti-ti das articulações para a obtenção da cadeira, o tucano garante estar pronto para ocupar a vaga, mas diz não estar tomando nenhuma providência, apenas “observando”.

Ele se recusa a falar em “presidir” a Câmara. “Não penso em presidi-la, e sim em dirigi-la. Dirigir uma Câmara compartilhada com 35 parlamentares dando suas orientações para o que é melhor, mas sempre colocando o interesse público na frente do interesse do parlamento”, afirma.

Como o vereador mais antigo da Casa, ele vê como natural sua aspiração à presidência. Para destacar suas atribuições para o cargo, ele cita sua experiência, o “trabalho pela convergência e pela coletividade”, além do “empenho na somatória de forças”.

“Estamos precisando mais do que nunca agora, nesses dois últimos anos, trabalhar com uma Câmara extremamente compartilhada com todos os 35 parlamentares, com todos os 1,2 milhão de habitantes, com a sociedade organizada e com os poderes constituídos”, ressalta.

Como prioridades para Goiânia, Anselmo cita que a cidade precisa de investimentos no transporte coletivo, melhorias no trânsito e ampliação dos serviços de saúde, visto que as unidades da capital se tornaram centro de atração para habitantes de outros municípios. “Temos que discutir soluções com o governo federal, mas isso depende de uma Câmara organizada, de uma prefeitura sintonizada com este poder, ir lá em Brasília dizer que precisamos mais do que os outros, porque recebemos uma per capita  pequena para atender. Isso é inteligência, isso é gestão. E a Câmara tem que dar exemplo de gestão.”

Sobre as articulações para a presidência da Câmara, o tucano nega que haja qualquer interferência no processo por parte do governador Marconi Perillo (PSDB). Segundo Anselmo, questões político-partidárias não são prioridade para um vereador como ele, que só tem um interesse: “o povo da cidade”.

Acontece que ele não é o único peessedebista de olho na vaga de Clécio Alves (PMDB). Nos bastidores, ventila-se o nome de Geovani Antônio como potencial interessado. Quanto a isso, Anselmo atesta estar de olho: “Meus avós falavam que aqueles que podem de repente tomar de assalto as suas posições, a gente tem que estar sempre perto deles. Almoço quase sempre na casa de Geovani, então estou vigiando ele de perto.”

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