Empresários tentam negociar com deputados da base a não prorrogação do Protege a 15%

Setores querem que o projeto não seja aprovado enquanto não houver negociação. A secretária da Economia já afirmou que migrando para o ProGoiás o percentual é de 10%

Deputados e empresários conversam em sala | Foto: Fernanda Santos/Jornal Opção

Na Assembleia Legislativa de Goiás, nesta quarta-feira, 11, empresários estão presentes para tentar articular com parlamentares da base do Governo uma forma de segurar a prorrogação da Lei que estabelece que as empresas que recebem incentivos fiscais contribuam com 15% ao Fundo Protege.

O presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial de Goiás (Adial), Otávio Lage, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, protagonizam as articulações.

Neste momento o diálogo é com Cairo Salim (Pros), Paulo Trabalho (PSL) e Wagner Neto (Pros). O objetivo dos empresários é que a prorrogação não seja aprovada enquanto não houver negociação.

A secretária da Economia, Cristiane Schmidt, já explicou que, para evitar a cobrança desse percentual para o Protege, basta migrar para o novo programa de incentivos fiscais, o ProGoiás, que prevê contribuição de 10%.

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