Em 37 dias, GoiásFomento supera 70% na aprovação de crédito em relação a 2020

O governo estadual disponibilizou a liberação de R$ 112 milhões para empréstimos a juro zero para micros e pequenos empresários, desde que não demitam funcionários

Após o governo de Goiás lançar no dia 16 de março uma linha de crédito para auxiliar os setores afetados pela crise causada pela pandemia da Covid-19, o presidente da Agência de Fomento de Goiás (GoiásFomento), Rivael Aguiar, avalia o programa como exitoso. A iniciativa é direcionada principalmente às microempresas, microempreendedores individuais (MEIs) e trabalhadores autônomos com faturamento de até R$ 360 mil. Empresários do comércio varejista, atacadistas e pequena indústria também são atendidos pelo programa.

De acordo com Rivael Aguiar, em 37 dias do programa já foram aprovadas 1.102 propostas, representando 73% do total de 2020 para todas as linhas de crédito da GoiásFomento. “Isso demonstra que implementamos uma série de ações para poder flexibilizar e agilizar o processo, dispensamos as exigências de certidões negativas, simplificamos o cadastro, retiramos a necessidade de apresentar a documentação do cônjuge. Foi uma série de medidas que permitiram o aumento no número de aprovações.”

Juro zero
O programa liberou R$ 112 milhões para empréstimos a juro 0% para micros e pequenos empresários, desde que não demitam funcionários. As linhas de crédito serão operacionalizadas pela GoiásFomento, com opções de R$ 5 mil e até R$ 50 mil, com carência de seis meses e até 36 meses para pagamento. 

Segundo o presidente da GoiásFomento, 8.531 microempresários realizaram o pré-cadastro na agência para acesso ao crédito. Após a checagem dos documentos, 1.822 se enquadraram nas exigências do programa e tiveram o registro enviado para análise.

“Temos ainda disponível para empréstimo em torno de R$ 70 milhões. Ainda estamos recebendo as propostas e só iremos encerrar o programa quando acabarem os recursos, com 100% dos juros subsidiados pelo estado, com a contrapartida das empresas manter os empregos durante os 6 meses da carência. As empresas que já estão amortizando os empréstimos também poderão contar com o benefício”, explicou Rivael Aguiar.

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