Djalma Rezende desiste de candidatura e apoia OAB Forte para Presidência da Ordem

Advogado afirmou que almoço realizado nesta quarta-feira (6/5) reuniu 164 profissionais. Quatro pré-candidatos foram anunciados 

Djalma Rezende, durante entrevista ao Jornal Opção | Foto: Fernando Leite / Jornal Opção

Djalma Rezende, durante entrevista ao Jornal Opção | Foto: Fernando Leite / Jornal Opção

O advogado Djalma Rezende informou ao Jornal Opção Online que, no almoço realizado pelos colegas Flávio Buonaduce e Pedro Paulo Medeiros nesta quarta (6/5), foram contadas cerca de 160 pessoas — e não 50, como este periódico informou com exclusividade, após receber fotos e informações de outros participantes do encontro.

De acordo com ele, a reunião — comandada ainda pelos ex-presidentes da OAB, Felicíssimo Sena e Miguel Cançado — definiu, também, os possíveis candidatos para a eleição que será realizada em novembro. Até então pré-candidato, Djalma anunciou, durante discurso, que não concorrerá, optando por apoiar o postulante da OAB Forte.

Os quatro que usaram a palavra para anunciar que tentarão viabilizar suas candidaturas dentro do grupo foram: os anfitriões, Pedro Paulo de Medeiros e Flávio Buonaduce, Julio Meirelles e o ex-presidente do TJGO, desembargador Paulo Teles.

Djalma Rezende explicou que, por enquanto, apoiará o grupo OAB Forte. “Qualquer um dos quatro que se viabilizar como candidato representará bem a Ordem”, anunciou.

No último pleito, que reelegeu o ex-presidente Henrique Tibúrcio, o agrarista chegou anunciar apoio à OAB Forte, mas acabou por recuar e participar da campanha do opositor Leon Deniz.

Sem o presidente

Uma das grandes polêmicas do encontro foi a ausência do presidente da OAB-GO, Enil Henrique. Segundo apurado pelo Jornal Opção Online, nenhum dos integrantes da atual diretoria foi convidado para o almoço — a não ser Julio Meirelles, que se anunciou pré-candidato.

Segundo Djalma Rezende, Enil Henrique não teria sido convidado porque foi um evento para “pré-candidatos”. “Achamos mais interessante que ele não participasse justamente porque, quando foi eleito para o mandato tampão, garantiu que só ficaria até o fim do ano. Agora, se suas pretensões mudaram, isso é uma novidade”, justificou Djalma.

No entanto, advogados ligados a gestão Enil Henrique garantiram à redação que tampouco foram convidados — mesmo tendo interesse em disputar a eleição de novembro.

 

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