Deputada afirma que RRF é medida “extrema, desnecessária, arriscada”

Para Lêda Borges, o regime é uma cortina de fumaça que vai prejudicar toda a sociedade

Foto: Reprodução

A adesão de Goiás ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) continua não agradando a oposição do Governo na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Para a deputada estadual Lêda Borges, do PSDB, a medida “vai afetar todos os cidadãos e os segmentos da economia. Essa adesão é uma cortina de fumaça, que vai prejudicar toda a sociedade”.

Segundo a deputada, a matéria não deveria ter sido discutida às pressas em sessões extraordinárias. “Isso deveria ter sido pautado nas comissões temáticas, em audiências públicas com a sociedade”, afirmou.

Lêda ainda exemplificou o caso do Rio de Janeiro para argumentar contra a aprovação. “O Estado do Rio de Janeiro, que aderiu em 2017, está mais endividado do que antes e foi preciso montar uma CPI na Assembleia para descobrir o que aconteceu”, afirmou.

A parlamentar foi opositora ferrenha ao Regime de Recuperação Fiscal proposto pelo atual governador. Ela votou contra o projeto em todas as comissões e no plenário por considerar a medida “extrema, desnecessária, arriscada e que apenas demonstra incapacidade de gestão do executivo”.

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