Enquanto isso, promotores do Ministério Público de Goiás (MP-GO) analisam outros casos para preparar mais ações contra o médium de Abadiânia

Foto: divulgação

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) informou que a denúncia por violação sexual e estupro de vulnerável contra João de Deus, remetida à “juíza natural do processo”, Rosângela Rodrigues dos Santos, responsável pela comarca de Abadiânia, onde o caso tramita, só será analisada após o plantão judiciário, que termina em 7 de janeiro.

No comunicado do Tribunal de Justiça de Goiás, a juíza plantonista Marli de Fátima Naves despachou a denúncia para a outra magistrada analisar se recebe ou rejeita o pedido. Ela alegou, em resolução evocada ao Conselho Nacional de Justiça, que a decisão da matéria não cabe ao plantão.

Atualmente, promotores do Ministério Público de Goiás (MP-GO) analisam outros casos para preparar mais ações contra o médium de Abadiânia.

Durante a última coletiva de imprensa, a promotora Gabriela Clementino também disse que a força-tarefa, que analisa novos depoimentos para a criação de novas denúncias, continua.