De árvores caídas a bancos: marcenaria reaproveita madeira retirada das ruas
30 agosto 2026 às 15h17

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roncos e galhos de árvores caídas ou retiradas de áreas públicas estão ganhando uma nova finalidade antes de serem descartados. A madeira é transformada em bancos destinados a praças e outros espaços de convivência. A produção pode chegar a seis unidades por dia.
O trabalho é realizado na marcenaria da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), para onde parte da madeira proveniente dos serviços de manutenção da arborização urbana é encaminhada.
No local, os troncos passam por seleção, corte, tratamento e preparação. A matéria-prima é então transformada em pranchas utilizadas na fabricação do mobiliário urbano.
A capacidade diária da marcenaria chega a 25 pranchas, cada uma com aproximadamente 1,30 metro de comprimento e 80 centímetros de largura. Para produzir um banco completo são utilizadas sete peças de madeira.
Cinco profissionais trabalham diretamente na marcenaria. Além da fabricação de novas estruturas, o serviço também contempla a recuperação de bancos que já estão instalados em áreas públicas.
Entre janeiro de 2025 e abril de 2026, 2.653 bancos passaram por instalação ou reforma em diferentes pontos da capital, segundo dados da Comurg.
Madeira retorna aos espaços públicos
O processo começa após a retirada das árvores das ruas, praças e demais áreas públicas. Em vez de parte do material seguir diretamente para descarte, a madeira que apresenta condições de reaproveitamento é separada.
Depois de preparada, ela retorna ao ambiente urbano na forma de mobiliário. A iniciativa reduz o desperdício de madeira e dá uma nova função aos resíduos gerados durante os serviços de manejo da arborização.
Além do reaproveitamento do material, os bancos são destinados às áreas de convivência e passam a integrar a estrutura de praças e outros espaços utilizados pela população.
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