Curso profissionalizante de pintura imobiliária é ofertado na Penitenciária Feminina Consuelo Nasser

Iniciativa compõe projetos de Reintegração Social da DGAP e entregará, em 2020, um certificado de conclusão com carga horária de 160h

Foto: Reprodução.

A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres (SMPM) de Goiânia e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) está ofertando, desde o último dia 4, um curso profissionalizante de pintura imobiliária para 20 reclusas da Penitenciária Feminina Consuelo Nasser, localizada no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

Composto de uma parte teórica e outra prática, o curso vai ter carga horária de 160h. Entre as atividades, as detentas vão realizar a reforma (pintura) da própria Unidade Prisional (UP).

A diretora da Penitenciária, a Agente de Segurança Prisional (ASP) Daniella Cruvinel, afirmou que as oportunidades oferecidas para as mulheres na situação de cárcere vão refletir nas vidas delas.  “Quando retornarem ao convívio extramuros, elas terão uma profissão; contarão com um certificado importante, com selo do Senai. É um resgate da dignidade a elas. É uma oportunidade para não retornarem à vida do crime”, completou.

As detentas que estão participando desse curso vão receber remição da pena. Além disso, elas vão poder contribuir com a reforma de outras unidades prisionais.

Projetos

O curso é o segundo do segmento ofertado para as custodiadas da Penitenciária neste ano. Entre maio e junho, 14 detentas do local participaram e concluíram a profissionalização para assentamento de piso e revestimento, também com carga de 160 horas.

Os dois cursos foram abertos para a participação de todas as custodiadas do local que demonstrassem interesse e seguiram diretrizes traçadas pelo Governo de Goiás que têm por objetivo reduzir a taxa de reincidência criminal no Estado através das oportunidades de trabalho, estudo e qualificação profissional do custodiado.

A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária determinou que as mulheres qualificadas devem ser empregadas em frentes de trabalho nas obras de reforma e melhorias de unidades prisionais do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

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