Cresce articulação para que Marconi assuma presidência nacional do PSDB

Imprensa nacional informa que governador é nome preferido de Alckmin para suceder Tasso Jereissati no comando da legenda

Presidente interino, Tasso Jereissati, e Geraldo Alckmin durante reunião da Executiva Nacional do PSDB | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O governador de Goiás, Marconi Perillo, é o favorito do colega Geraldo Alckmin (SP) para suceder o senador Tasso Jereissati (CE) na presidência do Diretório Nacional do PSDB, afirma o jornal O Estado de S.Paulo desta quarta-feira (12/7).

Em sua coluna na edição de hoje do Estadão, a jornalista Vera Magalhães afirma que a troca definitiva de comando do PSDB é “o interesse mais imediato de Geraldo Alckmin para pavimentar sua candidatura presidencial em 2018, e foi a principal razão que o levou a convocar a reunião de segunda-feira (10 de julho) – antes, inclusive, do dilema sobre ficar ou sair do governo Michel Temer”.

No quarto mandato à frente do Palácio das Esmeraldas, o goiano é considerado um decano entre os governadores — não só pela militância política, mas pela experiência administrativa. Além disso, comanda o Fórum de Governadores do Brasil Central e tem boa relação com o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso.

Internamente o posicionamento de Marconi Perillo já é conhecido. Ele tem defendido que o PSDB, por ser uma das legendas mais importantes do cenário político brasileiro, leve em conta, em todas as decisões políticas de grande repercussão, as responsabilidades que o partido tem com a governabilidade e com o Brasil.

“Essa crise não é nossa. O PSDB precisa de uma tese para decidir sua posição em relação ao governo do presidente Michel Temer”, afirmou, ao comentar a proposta de desembarque da base do Planalto, em discussão no partido.

Programa

Marconi durante evento do Goiás na Frente | Foto: Eduardo Ferreira

Desde o mês passado, o governador Marconi Perillo comanda, em todo o estado, o Goiás na Frente, programa que prevê investimentos públicos de R$ 6,6 bilhões. O goiano tem reiterado que, mesmo nos momentos mais agudos da crise econômica nacional, manteve os salários do funcionalismo e os serviços públicos rigorosamente em dia. Justamente por isso, serve de exemplo para outros estados.

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