Com R$135 milhões em empréstimos, Prefeitura de Aparecida nega má gestão fiscal

Em resposta ao Jornal Opção, administração Maguito Vilela (PMDB) esclarece que contraiu dois empréstimos nos últimos 6 anos, um deles considerado “autossustentável”

A Prefeitura de Aparecida de Goiânia respondeu, na tarde desta terça-feira (19/5) a uma nota da coluna Bastidores publicada na edição 2080 do Jornal Opção, na qual um professor da PUC Goiás afirma que o prefeito Maguito Vilela (PMDB) teria endividado o município.

De fato, a atual administração confirma a informação de que houve um empréstimo realizado com carência de apenas cinco anos, no valor aproximado de 100 milhões de reais — como informado na nota supramencionada –, mas afirma que o prazo é de 20 anos e que os juros são “baixos”. Este foi firmado com Corporação Andina de Fomento (CAF) para obras de mobilidade urbana.

O segundo empréstimo — assinado recentemente –, com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é de 35 milhões de reais, com o objetivo de “modernizar a Prefeitura e melhorar a arrecadação, por meio do Programa de Modernização da Administração Tributária e da Gestão dos Setores Sociais Básicos (PMAT)”.

A nota relata ainda que ambos financiamentos foram aprovados após análise criteriosa da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e teve aval da Comissão de Financiamento Externo (Cofiex), além de aprovação do Senado Federal.

No final, a Prefeitura de Aparecida anuncia que outro financiamento com o Banco Andino de Fomento, também no valor de 100 milhões de reais, foi recém aprovado pelo Cofiex, o que significa “que a saúde financeira do município de Aparecida se encontra acima da média dos demais municípios”.

Aliás, um novo pedido de financiamento da prefeitura de Aparecida junto ao Banco Andino de Fomento, no valor de US$ 35 milhões, foi aprovado pela Cofiex.

“Em relação a gestão fiscal, vale ressaltar que apenas 84 cidades brasileiras, sendo três goianas e Aparecida é uma delas, obtiveram conceito A na gestão fiscal, segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan)”, arremata a nota.

Leia abaixo a íntegra da nota (clique na imagem para vê-la em tamanho ampliado):

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