Categoria está frustrada e decepcionada com o prefeito Iris, diz associação de auditores

Prefeito de Goiânia retirou da Câmara projeto que dava reajuste salarial a auditores e procuradores


Assembleia geral da AFFIM | Foto: Cedida ao Jornal Opção

A Associação dos Auditores de Tributos do Fisco Municipal de Goiânia (AFFIM) manifestou repúdio à decisão do prefeito Iris Rezende, do MDB, de retirar da Câmara Municipal de Goiânia o Projeto de Lei que trata da Remuneração dos Auditores de Tributos e dos Procuradores Municipais. A categoria está frustrada e decepcionada com o prefeito, diz a AFFIM.

“A nossa classe de auditores trabalhou muito para aumentar as receitas da Prefeitura de Goiânia. Conseguimos crescer em 86% as receitas próprias e no IPTU aumentamos em 58% sem alterações nas alíquotas”, afirmou o presidente da associação, Elísio Gonzaga da Silva.

Com esse crescimento da Receita, os auditores alegam que foi possível dar as datas bases para todos os servidores municipais e pagar, através da folha, mais de quatro mil processos de direitos dos servidores que estavam engavetados desde a gestão de Paulo Garcia.

“A Câmara Municipal também foi beneficiada, pois o repasse do Duodécimos aumentou em 20% para o Poder Legislativo. Por tudo isso que veio a frustração, pois havia um compromisso do governo municipal com os auditores tributários. Havia a promessa de correção das distorções salarias do pessoal, caso fossem aumentadas as receitas”, explicou Elísio.

Segundo a AFFIM, atualmente o salário do auditor de tributos de Goiânia é menor do que os colegas de Teresina e de Anápolis. “Realizamos uma assembleia geral para analisar as medidas adotadas pelo Prefeito Iris e ficou decidido que vamos aguardar por 20 dias, e então tomaremos uma decisão”, disse o presidente da AFFIM.

Uma resposta para “Categoria está frustrada e decepcionada com o prefeito Iris, diz associação de auditores”

  1. Avatar Osmar R. disse:

    Estranho. Onde essas receitas aumentaram? Com Refis? Pq construção civil está parada (ISS)…meteram mão no dinheiro dos servidores. Pq só eles? E outras fiscalizações? Onde inicia o fato gerador?

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