Caiado tira licença e não votará afastamento de Aécio

Senador democrata sofreu acidente na última sexta-feira (13)

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A assessoria de comunicação do senador Ronaldo Caido (DEM) encaminhou nota oficial na tarde desta segunda-feira (16/10) em que informa que o parlamentar ficará de licença médica de suas atividades parlamentares inicialmente durante 15 dias.

Com isso, o líder do Democratas no Senado Federal não deve participar da votação marcada para esta terça-feira (17) na Casa de leis que definirá se o senador Aécio Neves (PSDB) poderá retornar ao cargo. O tucano está afastado desde o dia 26 de setembro por decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

Conforme noticiado pelo Jornal Opção, Caiado se envolveu em um acidente na última sexta-feira (13) após uma mula, que estava sendo domada, derrubar o senador. Segundo comunicado, o democrata sofreu uma fratura na região do ombro e pode passar por procedimento cirúrgico.

“Por causa de um grande hematoma formado no local da fratura, o senador, que é ortopedista, e os seus colegas médicos optaram pelo uso de um aparelho específico para imobilizar o ombro e o braço esquerdo. Vão aguardar por uma semana para repetir novamente os exames e optar definitivamente por qual tratamento seguir: o conservador ou o cirúrgico. Neste período o senador se encontra em sua residência em Goiânia, em repouso absoluto, usando analgésicos e anti-inflamatórios”, diz a nota. Confira na íntegra:

Nota Oficial – Acidente deixa Ronaldo Caiado de licença do Senado por 15 dias

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado, ficará de licença médica de suas atividades parlamentares inicialmente durante 15 dias. O senador sofreu uma queda sobre o ombro esquerdo na última sexta-feira (13/10), em sua fazenda no município de Mara Rosa (GO). O acidente ocorreu após uma mula, que estava sendo domada, derrubar o senador. Com apenas quatro dias do acidente, o paciente está impossibilitado de fazer qualquer deslocamento.

Ronaldo Caiado sofreu uma fratura cominutiva (com vários fragmentos) na cabeça do úmero esquerdo com deslocamento posterior do tubérculo maior. Pelo aspecto radiológico e da tomografia, há indicação cirúrgica. Por causa de um grande hematoma formado no local da fratura, o senador, que é ortopedista, e os seus colegas médicos optaram pelo uso de um aparelho específico para imobilizar o ombro e o braço esquerdo . Vão aguardar por uma semana para repetir novamente os exames e optar definitivamente por qual tratamento seguir: o conservador ou o cirúrgico. Neste período o senador se encontra em sua residência em Goiânia, em repouso absoluto, usando analgésicos e anti-inflamatórios.

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