Até junho Brasil deve ter 14 milhões de doses da Pfizer, diz assessor especial do Ministério da Saúde

No Brasil, até o momento estão sendo aplicadas a Coronavac e a Astrazena/Oxford, que tem apenas a autorização para uso emergencial

Mulher segura frasco rotulado como de vacina contra Covid-19 em frente a logo da Pfizer em foto de ilustração 30/10/2020 REUTERS/Dado Ruvic

O assessor especial do Ministério da Saúde, Airton Soligo, disse que até junho o Brasil deverá ter 14 milhões de doses de vacina da Pfizer. Fala veio após uma videoconferência do presidente Jair Bolsonaro com representantes da farmacêutica. Até o momento, a Pfizer é a única que tem registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No ano passado, a Pfizer disse que ofereceu ao governo a possibilidade de comprar um lote de 70 milhões de doses do imunizante contra a Covid-19. A empresa disse ainda que tinha feito uma série de tratativas para o fornecimento do imunizante ao Brasil, mas sem sucesso.

No Brasil, até então estão sendo aplicadas a Coronavac e a Astrazena/Oxford, que tem apenas a autorização para uso emergencial. De acordo com o assessor especial, o acordo previa inicialmente dois milhões de doses em maio e sete milhões em junho. Agora, segundo ele a negociação avançou para a chegada de mais cinco milhões de doses, que seriam distribuídas entre os dois meses.

Ainda segundo Soligo, a antecipação de 5 milhões pode sair do montante de 10 milhões previsto para agosto. O Brasil negocia com a Pfizer um total de 99 milhões de doses até o fim do ano. De acordo com Saligo, a intenção é tentar antecipar as entregas e que o governo também negocia compras de 30 milhões de doses da vacina da Janssen.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.