O Ministério da Fazenda confirmou que o aplicativo oficial do Tesouro Direto será desativado definitivamente em 17 de agosto de 2026. A medida encerra cerca de dez anos de funcionamento do app e faz parte da estratégia de modernização dos canais digitais utilizados pelos investidores.

Segundo a pasta, a descontinuação do aplicativo não afetará os investimentos já realizados. Os títulos públicos adquiridos, os valores aplicados, o histórico de operações e a rentabilidade permanecerão preservados, sem qualquer alteração nas condições das aplicações.

Como acompanhar os investimentos

Com o fim do aplicativo, os investidores deverão acessar o Portal do Investidor, disponível pelo navegador de computadores e celulares no site oficial do Tesouro Direto. A plataforma reúne as principais funcionalidades do programa, permitindo consultar extratos, acompanhar a rentabilidade da carteira, realizar aplicações e solicitar resgates.

Outra opção é utilizar os aplicativos das instituições financeiras habilitadas, como bancos, corretoras e plataformas de investimentos. Esses canais já oferecem acesso às operações do Tesouro Direto, permitindo acompanhar a carteira e negociar títulos públicos normalmente.

O que muda para o investidor

A mudança faz parte do processo de reestruturação digital do Tesouro Direto. De acordo com o Ministério da Fazenda, a desativação do aplicativo abre espaço para o desenvolvimento de uma nova experiência digital para os investidores, embora ainda não tenha sido divulgado quando a nova plataforma será lançada nem quais recursos ela oferecerá.

Até lá, não será necessário realizar resgates, transferir aplicações ou adotar qualquer procedimento adicional. Os investidores precisarão apenas substituir o aplicativo oficial pelo Portal do Investidor ou pelos aplicativos da instituição financeira onde mantêm a custódia dos títulos. Dessa forma, o acompanhamento da carteira e a realização de novas operações continuarão disponíveis normalmente.

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