Apesar de autoacusação do padrasto, delegado suspeita que mãe matou Emanuelly

Segundo Polícia Civil, Jaqueline Vieira teria agredido criança e batido a cabeça dela duas vezes contra a parede, o que levou a fratura crânio-encefálica

Foto: Reprodução

O caso da pequena Emanuelly, de 1 ano, morta em Santa Rita do Araguaia, cujo padrasto, Gabriel Felizardo Silva, era o principal suspeito por ter confessado o crime, teve uma reviravolta. Segundo informações da Polícia Civil, o delegado responsável, Marcos Guerini, após mais investigações descobriu que a mãe da menina pode ter sido quem deu causa à morte.

Segundo ele, Jaqueline Vieira teria agredido a criança e batido a cabeça dela duas vezes contra a parede, no quarto da neném e, depois, no do casal. Para Marcos, a bebê veio a óbito após a repetição das lesões, que levaram a fratura crânio-encefálica.

Contradição

A menina chegou a ir para um hospital na cidade e, posteriormente, foi transferida para Rondonópolis (MT), mas não resistiu aos ferimentos. O delegado responsável na ocasião, Júlio César Arana Vargas, afirmou que o estado da menina fez com que os médicos acionassem a Polícia Militar (PM).

Antes, o casal passou por Mineiros e disse que a menina tinha caído da cama. As alegações não convenceram e uma perícia na residência foi realizada. Após nova entrevista com a dupla, Gabriel assumiu a autoria e disse que estava bêbado e que deu socos na menina.

O padrasto, que tem 21 anos, vai responder por crime de autoacusação falsa. Ele está preso desde 20 de abril, um dia depois do ocorrido.

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