Antes da prisão, Gilmar já foi vendedor de curso de teologia e referência evangélica em Aparecida 

Em 2017, religioso anunciava aulas por R$ 210; no ano passado, foi agraciado com o título de Maior Personalidade de 2021 por revista

Antes de se aproximar dos detentores do poder em Brasília, o pastor de Goiânia, Gilmar Santos, preso pela Polícia Federal (PF), chegou a vender ‘cursos básico’ de teologia pelas redes sociais. Em 2017, ele chegou a anunciar aulas por R$ 210,00, divididas em 6x. Quatro anos depois, ele foi considerado uma referência evangélica em Aparecida de Goiânia, quando recebeu o título de Maior Personalidade do ano pela revista ‘É Isto Que é Notícia’. Nas próprias redes sociais, o religioso escreveu que a homenagem era considerado o “Oscar de Aparecida”. 

Na publicação, o diretor do veículo, Waldecy André, informa que o prêmio “Melhores do Ano” é concedido para “pessoas que se tornam referência no que fazem ou nos serviços que prestam”. Gilmar Santos foi preso acusado de envolvimento de esquema de corrupção no Ministério da Educação (MEC), durante a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro, que também teve decretada a prisão.

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