“A categoria está enfurecida”, diz Bia de Lima sobre falta de ajuste para Educação em Goiânia

Presidente do Sintego diz que professores não receberam nem o piso do ano passado

Bia de Lima, presidente do Sintego | Foto: Alberto Maia / Câmara Municipal

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), Bia de Lima, revelou ao Jornal Opção o descontentamento da categoria com o prefeito Iris Rezende (MDB), que não faz ajuste salarial para os profissionais desde 2018.

Segundo ela, em 2018 a classe foi a única que não recebeu o reajuste correspondente ao ano. “A categoria está enfurecida, o prefeito desrespeitou a Lei e não deu o reajuste de 6,71%. Não pagou o piso, deu calote nos professores. Vamos cobrar judicialmente”, garante a sindicalista.

Ainda conforme Bia, a classe irá se posicionar junto aos vereadores e ver qual será a posição deles. “Vou primeiramente falar com o presidente da Câmara municipal, Romário Policarpo (Pros)”.

O jornal também contatou a prefeitura de Goiânia em busca de posicionamento, mas ainda não obteve resposta. O espaço permanece aberto e o texto poderá ser atualizado.

Presidente da Câmara Municipal

[Atualização] O vereador e presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Romário Policarpo, afirma que não pode falar em nome de todos os parlamentares, mas que ele pretende aguardar o contato do Sintego para poder realizar a cobrança de explicações. “A prefeitura tem condição, conforme dados apresentados.”

Ainda segundo ele, o descumprimento da lei [de pagar o reajuste] é um crime. “Se não conseguir comprovar que está correta [a prefeitura], e no meu entendimento não está, a Câmara terá que tomar medidas administrativas”, pontua e complementa: “Mas por enquanto isso é prematuro. Inicialmente, quero cobrar explicações sobre o ocorrido.”

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