Se não comparecer para depor, Amastha pode ser conduzido coercitivamente

Após derrotas nas eleições suplementares e ordinárias, os prejuízos financeiros que a política lhe trouxe, outro dissabor bate à sua porta

Ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha | Foto: Reprodução

O ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB) parece ter mesmo entrado em seu inferno astral. Após derrotas nas eleições suplementares e ordinárias, nas quais nem sequer foi ao segundo turno, e reclamar pelas redes sociais que precisa recuperar, na condição de empresário, os prejuízos financeiros que a política lhe trouxe, outro dissabor bate à sua porta.

É que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o rombo financeiro na ordem de R$ 50 milhões experimentado pelo PreviPalmas durante sua gestão o intimou para prestar depoimento como testemunha, na terça-feira, 30, às 16 horas. E o pior: o expediente avisa que, caso não compareça, sua ausência implicará em sua condução coercitiva, pagamento de custas, multas e processo penal por crime de desobediência.

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