“Nossa prioridade absoluta agora é a segurança pública em Araguaína”

Reeleito para a prefeitura da cidade nortense com mais de 32 mil votos, republicano diz que vai continuar mantendo contato direto com a população

Foto: reprodução

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Dock Júnior

Reconduzido pelos eleitores para continuar à frente da administração de Araguaína, com 32.522 votos, o que representou 40,72% dos sufrágios válidos, Ronaldo Dimas (PR) ganhou o carimbo de bom gestor. Natural de Frutal (MG), ele é formado em engenharia civil pela Universidade de Uberaba (Uniube). Foi um dos fundadores e também o primeiro presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Tocantins (Sinduscon/TO), de 1992 a 1997. Também foi presidente por dois mandatos da Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto), no período de 1997 a 2003, e Conselheiro da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Ronaldo Dimas Nogueira Pereira foi eleito deputado federal para o mandato de 2003 a 2007. Na Câmara dos Deputados atuou como vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, vice-presidente da Comissão Mista de Orçamento e coordenador da Bancada do PSDB no plenário da Câmara. Em 2011, foi secretário das Cidades e do Desenvolvimento Urbano do Tocantins. Em 2012, foi eleito prefeito de Araguaína, já no PR, com mais de 50 mil votos.

Dimas foi várias vezes condecorado, na condição de prefeito: Prêmio Excelência em Educação, concedido pelo Instituto Ayrton Senna; Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor; Prêmio Arara Azul categoria Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária; e Prêmio Gestor Nota 10.

Há dados que comprovam que o sr. herdou em 2012 uma prefeitura sucateada. Havia uma grande ânsia da população por um novo nome, diferente de todos que já haviam passado pelo Paço Municipal. Partindo do princípio que o sr. foi reeleito agora em 2016, pode se afirmar que sua gestão teve aprovação popular. Como o sr. recebeu essa nova missão e quais são suas perspectivas para o novo mandato?
Realmente a cidade passava por problemas de toda ordem quando assumi em 2013. Não havia nada que estivesse funcionando plenamente. Essa era, infelizmente, a nossa realidade. O mais visível e urgente eram os buracos pelas ruas da cidade. Nessa área avançamos muito: foram mais de 300 km de novas pavimentações e também recapeamentos.
Além disso, começamos a tratar do urbanismo. O Parque Cimba, por exemplo, um local onde já funcionou uma indústria de extração de óleo, produção de sabão e outros produtos, mas que havia sido abandonado e se tornado um lixão a céu aberto, repleto de erosões, acabamos por transformar numa área de lazer. Fizemos uma grande negociação, através de permutas, com os proprietários de parte daquela área e revitalizamos o espaço, um local de encontro das famílias araguainenses.

Revitalizamos e remodelamos outros espaços de lazer como a Praça das Nações, no centro da cidade. Essa questão urbanística foi uma das nossas características mais marcantes.
Contudo, os serviços básicos que precisavam ser oferecidos pelo poder público à população, como saúde e educação, não poderiam ser esquecidos pela gestão, razão pela qual investimos muito nessas áreas. Para se ter uma ideia, em 2013 havia 5.700 crianças em creches e hoje temos aproximadamente 12 mil. Foi um esforço hercúleo para cadastrar as famílias, avaliar todas as situações e abrigar essas crianças que estavam desassistidas. No geral, no ensino fundamental até o quinto ano – a cargo dos municípios – saímos de 12 mil para algo em torno de 22 mil crianças. Evidentemente, que, para abrigar todos eles, a estruturação da rede passou por reformas, construções e ampliações e hoje temos orgulho em dizer que todas as salas de aula, inclusive na zona rural, têm ar-condicionado.

Inobstante a isso, investimos também na melhoria do padrão de qualidade, com várias atividades extracurriculares: balé, dança, música, artes marciais, etc. Já os professores também foram prestigiados e a média salarial no município aproxima-se de 5 mil reais mensais. É o terceiro maior salário médio do país para o ensino municipal. Nossa cidade conta com uma escola de tempo integral em pleno funcionamento e outras três em construção. Uma delas está praticamente concluída, fruto de um forte trabalho junto ao Ministério da Educação.

E na área da saúde, onde foram os avanços?
Os números também não mentem quando o assunto é saúde. Eram 14 médicos na rede municipal para atender 150 mil habitantes e atualmente são 41. Entreguei seis unidades de saúde novas e há mais oito em construção em bairros mais longínquos, ainda desassistidos desse tipo de serviço. Além disso, reformei e ampliei as unidades que já existiam, visto que a situação delas era calamitosa. Em complemento à sensível melhora na estrutura física, priorizamos também o suporte as essas unidades, com investimentos em informatização, aquisição de novos softwares, interligação por fibra ótica, além de cada uma contar com uma farmácia municipal que faz a dispensação de vários medicamentos, ao invés de uma farmácia central. Essas unidades básicas mantêm programas voltados à saúde das mulheres e também à saúde masculina, com exames preventivos, além do combate ao tabagismo com a distribuição gratuita de adesivos, entre outros.

A prestação de serviços de odontologia também atende a população a contento. São situações diferenciadas, inimagináveis até pouco tempo, como por exemplo, a consulta com os clínicos gerais com hora marcada, através de 0800. Conseguimos atender os pacientes no máximo em 48 horas. É a única cidade do Estado do Tocantins a oferecer tal comodidade.

Basicamente, o que o sr. prometeu no palanque eleitoral para esse segundo mandato?
As perspectivas são animadoras para essa nova empreitada. Vamos construir o centro de convenções que já está com os recursos alocados e novos parques urbanos. A ideia é ampliar o programa habitacional com a construção de mais casas populares – já entregamos mais de 5 mil e atualmente 1 mil estão em construção – contudo, a meta é construir 3 mil entre 2017 e 2020.

Outro equipamento urbano importante é o aeroporto. Precisamos dotá-lo com a infraestrutura necessária para que as operadoras da aviação comercial possam pousar aeronaves com maior capacidade. Isto já está bem encaminhado nos órgãos federais competentes para que ocorra homologação no próximo ano. A porta de entrada rodoviária também é um gargalo. O terminal de passageiros tem mais de 50 anos e, por isso, estamos reformando com a entrega da primeira etapa em breve. A via que dá acesso ao lago azul também está em fase de finalização e será definitivamente entregue em 2017.

Também estamos muito comprometidos em continuar o processo de pavimentação asfáltica nos bairros mais longínquos, expandindo ao máximo, esse benefício àquelas comunidades.

Na saúde, a meta é ampliar os atendimentos do Hospital Municipal. Atualmente possuímos em funcionamento dois centros de especialidades, um voltado para o atendimento a pessoas autistas e o outro para fisioterapia. Está em construção o centro especialidades em reabilitação, que atenderá vítimas de AVC, encefalia, ortopedia, próteses. Por fim, anunciar que já viabilizei parte dos recursos para iniciar as obras do Hospital Infantil, dotado de pronto atendimento, visando desafogar a UPA.

No que concerne à segurança, Araguaína traz o estigma de ser uma cidade violenta. Quais são as medidas que o poder público municipal poderia adotar para amenizar esse problema social?
É prioridade absoluta e um ponto crucial para essa gestão nos próximos dois anos, resolver as questões da segurança pública. É realmente uma sensação ruim, porque paradoxalmente ao vigor comercial do município, está a questão da insegurança. A população acaba por se retrair. Em que pese os índices de violência não serem assustadores – proporcionalmente à população da cidade – e também em relação ao Estado, o que falta em Araguaína é policiamento. Contudo, mais do que isso: faltam também tecnologia e equipamentos como o videomonitoramento, por exemplo. Isso triplicaria a força do contingente policial.

Entretanto, a medida que a Prefeitura pode adotar visando contribuir com diminuição desses índices, é a implantação da guarda municipal e das tecnologias correlatas para o seu pleno funcionamento, que já é um projeto para 2017. Vamos transformar a Agência de Segurança e Transportes em Agência de Segurança de Trânsito, e isso vai permitir a realocação de recursos orçamentários – ainda este ano – para realizarmos o concurso público, inicialmente com 40 vagas, visando contribuir com a melhoria da segurança na cidade. É necessário também intensificar as blitz em veículos e motos, como também em bares e restaurantes noturnos, mantendo a paz e tranquilidade para a população.

É necessário frisar que não adianta apenas a repressão. Quando eu disse que no início do meu mandato aumentei o número de vagas no ensino fundamental de 12 mil para 22 mil, eu estava pensando também na segurança. Porém, quantos já não estavam mais nessa idade escolar?

Muitos, com toda certeza. Ora, não é tão difícil entender. É fato que a grande maioria dos jovens envolvidos com uso de entorpecentes ou em pequenos crimes, que acabam presos ou assassinados por motivo fútil em Araguaína, tem entre 16 e 22 anos. Se diminuirmos 10 anos, restará claro que essa pessoa não estava matriculada em nenhuma instituição de ensino quando estava com 6, 8, 10 ou 12 anos. Presume-se que ele estava na rua vadiando e conhecendo o submundo do crime.

Estamos, portanto, trabalhando fortemente com a base da sociedade futura, as crianças. Todos estes esforços e investimentos tem o intuito de fazê-las gostar da escola e se entusiasmarem pelos estudos. A meta da minha gestão é que elas, quando se tornarem adolescentes, não sejam marginais, mas sim pessoas com perspectivas de futuro, podendo explorar outras opções, através do conhecimento e da educação.

revitalizamos e remodelamos espaços de lazer, como o Parque Cimba revitalizado [Ao fundo, ruínas da antiga indústria de sabão]

revitalizamos e remodelamos espaços de lazer, como o Parque Cimba revitalizado [Ao fundo, ruínas da antiga indústria de sabão]

Em relação a esta gestão participativa visitando in loco, na maioria das tardes, as obras empreendidas pela prefeitura, traz uma maior aproximação com a população. O sr. adotou tal prática desde o início do seu mandato?
Creio que por ter formação acadêmica em engenharia civil, esta prática de visitar, monitorar e fiscalizar obras tornou-se rotineira antes mesmo de me tornar político ou prefeito. Prezo muito pela execução dos projetos com qualidade, afinal é o dinheiro da população que está sendo gasto ali.

Quanto a este contato e esta acessibilidade que tenho com as comunidades, nas visitas aos canteiros de obra, muitas vezes é mais produtiva que uma gestão restrita ao gabinete. É que se eu estiver na prefeitura despachando com a equipe, dificilmente poderei atender um contribuinte que foi até lá, a não ser haja prévio agendamento, visto que naquele momento estarei resolvendo demandas internas, que necessitam das minhas reflexões e decisões.

Portanto, utilizo essas “andanças” para ouvir e falar com o povo. Atendo todos e o melhor: acabo por me inteirar dos problemas da população, que muitas vezes eu nem sequer teria ciência, se estivesse o tempo todo em minha sala no Paço Municipal.

O sr. acha que esta conduta trouxe resultados positivos e contribuíram para sua reeleição?
O que realmente trouxe resultados foi o trabalho desenvolvido ao longo do mandato. O envolvimento de boa parte das pessoas, que enxergaram as melhorias e acabaram por se envolver na campanha política – muitas das quais nem sequer conheço. Eles pediram votos e também contribuíram para eu obtivesse êxito no pleito.

A título de comparação, bastava observar as gestões anteriores, em qualquer item, para restar claro que a minha administração tinha comprometimento com o dinheiro e com a coisa pública. Contudo, reconheço que houve uma dificuldade na minha gestão: as relações com a mídia local. Face às dificuldades financeiras, não houve investimentos maciços em comunicação, nem tampouco em publicidades institucionais, e o preço foi alto: sofremos duros ataques e vimos a imprensa exaltar apenas as deficiências e esquecer as grandes conquistas ocorridas no meu mandato. No entanto, ao final, a população enxergou as melhorias e me reconduziu ao cargo. Creio que fui bem avaliado, uma vez que entre sete candidatos, entre os quais uma ex-prefeita com dois mandatos, obtive uma expressiva votação de 40% dos votos válidos.

O sr. se tornou uma personalidade conhecida após ser eleito, por aclamação, à presidência do Sinduscon e a partir daí, iniciou uma trajetória como gestor de entidades sindicais e associativistas. Por fim, sua definitiva entrada na vida pública, elegendo-se deputado federal pelo Tocantins e prefeito de Araguaína. Como o sr. avalia essa caminhada – porque não dizer – meteórica?
Foram experiências fantásticas. Situações muitas vezes não planejadas, mas que acabaram ocorrendo e mudaram minha vida. Se fôssemos pensar acerca do projeto inicial, que era apenas estruturar o Sinduscon, houve uma guinada inimaginável. Pois bem, após deixar a presidência daquela entidade, era natural assumir a Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto), uma vez que eu estava ajudando e participando ativamente da gestão que me antecedeu, comandada pelo Dr. Cunha.

Já o projeto de eleição à Câmara Federal nasceu em razão da minha visão que através da vida pública e política, eu poderia fazer muito mais pelo Estado e pelos municípios tocantinenses. Havíamos ampliado muito a área de abrangência da Fieto, a nível estadual, vez que estava praticamente restrita a Palmas, Gurupi e Araguaína. Implantamos programas que trouxeram mais cidadania à população, principalmente na área de educação, como alfabetização, elevação de escolaridade, o ABC da Cidadania (Sesi), Telecursos 2000, ensino fundamental e médio em mais de 40 cidades e o primeiro EAD – Educação a Distância – homologado no Estado do Tocantins. Em virtude dessas necessidades precípuas – em termos de educação aliado a outras carências – dos municípios menores, resolvi me candidatar a deputado federal, na ânsia de poder ajudar a melhorar a qualidade de vida daquelas comunidades. Tive a grata satisfação de ser eleito.

Como o sr. classifica essa experiência e o seu próprio mandato como parlamentar?
Extremamente positiva, uma das melhores experiências da minha vida. Na Câmara dos Deputados, além de estar diretamente envolvido com o poder – com quem decide realmente os rumos do País – esse convívio e conhecimento direto com personalidades capazes, foi salutar. Ao mesmo tempo, aproveitei a oportunidade e estudei muito a legislação brasileira, trabalhei muito e consegui angariar recursos que auxiliaram o Estado do Tocantins.
Em que pese o País, e o próprio Congresso, estivesse passando por provas de fogo, como renúncias de parlamentares para não perder mandatos, denúncias de compra superfaturadas de ambulâncias, escândalo dos sanguessugas, o início do mensalão, entre tantas outras crises, foi uma época bastante proveitosa. A despeito de algumas pessoas te olharem com receio – será que esse aí também não está envolvido? – e acabar por me afetar, mesmo que indiretamente, passei por isso incólume.

Recentemente, surgiu na mídia o noticiário acerca da “farra das passagens” no Congresso Nacional, e seu nome constava na lista dos políticos que se beneficiaram. O que o sr. tem a dizer sobre esse tema?
Considerei a polêmica um tanto quanto tola. Eu usei as passagens de acordo com as normas estabelecidas pela própria Câmara dos Deputados. Meu mandato findou em 2007, e quase dez anos depois revivem esse assunto? E outra: ao verificar o valor das supostas irregularidades, chega-se ao patamar de 9 mil reais, um valor irrisório se comparados aos gastos de um parlamentar brasileiro. Contudo, tenho a mais absoluta certeza que não cometi crimes ou desvios, porque, como já disse, utilizei as passagens obedecendo as regras impostas pela Casa Legislativa.

Particularmente, acho absolutamente normal mulher ou marido de parlamentar se deslocar para Brasília quando este não puder voltar para sua base política, em razão dos trabalhos parlamentares. A convivência familiar é essencial para qualquer ser humano. O político não é diferente. O Congresso autorizava a emissão de passagens para familiares e minha esposa foi sim, me visitar em Brasília, em algumas oportunidades. Ora, se Casa Legislativa permitia tal conduta, não há como recriminá-la agora, visto que na época do fato, não havia qualquer proibição. Classifico tais notícias como holofotes exagerados e desnecessários.

O sr. está no PR há muitos anos. Como é sua relação com os outros membros regionais da sigla, bem como com os parlamentares que representam o Estado do Tocantins?
O senador Vicentinho é o presidente estadual do PR e um parceiro em Brasília. Seu filho Vicentinho Junior, na Câmara dos Deputados, também tem feito muito pelo Estado. Ambos têm lutado muito junto ao governo federal visando a homologação do aeroporto, além da liberação de emendas para nosso município. Inobstante a isso, tenho bom relacionamento com os demais. O senador Ataídes (PSDB), por exemplo, tem me auxiliado no sentido de viabilizar recursos para a macrodrenagem da cidade. Já a senadora Kátia Abreu (PMDB) trouxe recursos para o Centro de Especialidades de Reabilitação e também para a ampliação do Centro de Recuperação de dependentes químicos, cuja emenda parlamentar chegou a aproximadamente 1 milhão de reais. O deputado César Halum (PRB) também tem lutado para conseguir verbas para concluirmos a pavimentação da via-lago, entre outras demandas. No que concerne à liberação de verbas junto ao Ministério da Educação para escolas de tempo integral, o apoio da deputada Professora Dorinha (DEM) também tem sido de extrema valia.

Em razão da sua experiência como deputado federal, como o sr. vislumbra a revisão do pacto federativo, objetivo de muitos deputados e sonho de vários gestores municipais?
Já deveria ter ocorrido há muito tempo, mas particularmente, acho difícil acontecer tal revisão nos próximos anos. A primeira reforma que deveria haver – e creio que está próxima – é a política. Na minha visão, bastaria acabar com a possibilidade de coligações proporcionais. Isso encerraria essa enorme profusão de partidos políticos. Caso isso ocorresse, haveria a fusão de várias siglas e, por consequência, maior comprometimento dos candidatos com o povo. Hoje, os partidos se tornaram meio de vida para muitos e isso descaracteriza a função das siglas partidárias. Havendo poucos partidos, haveria aglutinação de ideias e o fechamento em torno de questões cruciais para o país. A revisão do pacto federativo seria uma delas.

Outro entrave é o tamanho da máquina brasileira. A área meio do governo federal é monstruosa e não há como acabar com isso do dia para a noite. É um verdadeiro “monstrengo” que inviabiliza seu próprio funcionamento. Estas estruturas deveriam ser mais enxutas, mesmo porque há várias delas que exercem a mesma função, duplicando o trabalho de gestão dessa dispendiosa máquina administrativa.

Em nome do Jornal Opção desejo-lhe sorte no seu segundo mandato à frente do poder executivo de Araguaína e que o sr. possa honrar os compromissos que assumiu com seu eleitorado e também com a cidade.
Eu agradeço este veículo de comunicação pelo espaço e a expressiva votação recebida na última eleição. Quero reiterar que os desafios ainda são grandes, mas garanto-lhes: são muito menores que aqueles encontrados há quatro anos.

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