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Quando ele começou a cantar uma louva-deus, o Harold, pouco no ombro do cantor e compositor britânico, como se estivesse lhe dando boas-vindas e o protegendo

O senador Vanderlan Cardoso (PSD) tem feito encontros com partidários da sigla pelo Estado. No último final de semana, esteve em Rio Verde com os ex-deputados Lissauer Vieira (PSD) e Samuel Almeida (SDD), além da vereadora Nayara Barcellos.

A movimentação ocorre com aqueles que "querem trabalhar para fortalecer o PSD em Goiás", disse um dos interlocutores. O senador ainda não assumiu a presidência do partido, que deve ocorrer em 31 de maio, mas já trabalha para construir o nome do candidato à prefeitura da cidade em 2024.
A articulação pelo nome daquele que será candidato a prefeito de Rio Verde é enorme já que o município é o mais rico do Sudoeste goiano. Ao que tudo indica, Lissauer está na disputa e se for o candidato escolhido "pelo agro" pode atropelar os outros nomes do G-6.
O G-6 tem três pré-candidatos a prefeito de Rio Verde: Karlos Cabral (PSB), Lissauer Vieira e Osvaldo Fonseca Júnior (Patriota). Deles, ao menos em Rio Verde, o ex-presidente da Assembleia Legislativa de Goiás é o que mais tem se movimentado para constituir um candidato de oposição ao postulante do prefeito Paulo do Vale (União Brasil).
Paulo do Vale deve bancar para prefeito o médico Wellington Carrijo (MDB) ou vice-prefeito Dannillo Pereira (PSD).
De acordo com uma fonte de Rio Verde, Vanderlan Cardoso teria dito que será candidato a prefeito de Goiânia em 2024. Mas, para evitar pressões e assédios de aliados, adotou a tática de sugerir que só vai discutir o assunto no próximo ano (2024).

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A derrota do governo Lula na tentativa de votar o PL das Fake News expôs a fragilidade da base do presidente na Câmara. Tudo como um dos projetos prioritários da Alvorada, a votação da proposta será o termômetro para medir o tamanho da influência e força de articulação de Lula e Arthur Lira (PP).
A outra grande aposta errada de Lula na semana passada foi a votação que abriu brecha para a derrubada do marco legal do saneamento básico. Depois de ter sido votada a urgência por 322 a 136, o governo autorizou a liberação de R$ 3 bilhões em emendas que devem ser destinadas à saúde.
As modificações permitem que empresas estatais prestem serviços sem licitação com municípios em região metropolitana e macro regiões. A proposta foi criticada por Lira, que disse que não aceitaria retrocessos. "Defendo a revisão do marco com o propósito de aperfeiçoar a legislação. Porém, alerto que o parlamento irá analisar criteriosamente as sugestões", publicou.
Para o deputado Rubens Otoni, o PL das Fake News não é um projeto de governo e que por isso a articulação política se dará no âmbito das lideranças partidárias. "Minha avaliação é que a base de apoio ainda está sendo construída.O grande número de partidos representados no Congresso exige um maior tempo de diálogo e uma atenção especial aos temas diversos que estarão na pauta política do Congresso", comentou.
Ele avalia que a cobrança por liberação das emendas impositivas é correta e que é uma obrigação do governo.