Quaest: 42% dos bolsonaristas acredita que Flávio errou ao pedir dinheiro para Vorcaro
10 junho 2026 às 12h43

COMPARTILHAR
Para 42% dos bolsonaristas, o pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, errou ao pedir dinheiro a Daniel Vorcaro para financiamento do filme de seu pai, o “Dark Horse”, segundo o recente levantamento da Quaest, que analisou como foi a recepção dos eleitores sobre os áudios referentes ao tema. No público geral, 65% das pessoas acreditam que o senador teve uma atitude equivocada.
O recorte traz ainda que 33% dos bolsonaristas também assumem que as conversas entre Flávio e Vorcaro levantaram suspeitas contra 46% deste público, que consideram as tratativas normais. Mas apenas 15% dos bolsonaristas dizem que Flávio pode estar escondendo envolvimento com atividades ilegais.
Em contrpartida, 29% dos bolsonaristas assumem que Flávio sabia do envolvimento de Vorcaro em corrupção e 62% dizem que não sabia. Já a população geral tem uma diferença mais considerável, 62% dizem que Flávio sabia e 26% dizem que não sabia.
Veja os índices com todos os segmentos políticos estabelecidos pela pesquisa:

Sobre a capacidade de alteração do voto, 6% dos bolsonaristas e 13% da direita não bolsonarista dizem que diminuiu a vontade de votar no Flávio. Entre os independentes, o índice de pessoas que perdeu vontade de apoiar Flávio foi de 15%.
PCC e Comando Vermelho classificados como terroristas
Sobre a classificação das facções criminosas PCC e Comando Vermelho como terroristas, que foi tomada pelo governo Donald Trump, 36% da população não sabia que isso tinha acontecido, contra 63% que estava informado. Já sobre o que o Brasil deveria fazer, 60% acreditam que o governo deveria considerá-los terroristas também e 29% acreditam que não.
Sobre a decisão do governo dos EUA, os índices de concordância e discordância empatam em 45%. Veja como se dividem as opiniões conforme espectro político:

Em relação à influência de Flávio Bolsonaro, 37% acreditam que ele não fez diferença na decisão dos EUA e 47% consideram que ele teve relevância. Além disso, foi avaliado se essa decisão irá prejudicar os bancos e as empresas brasileiras: 53% disseram que sim e 34% disseram que não.
Leia mais: Aprovação de Lula cresce impulsionada por mulheres e evangélicos



