A Polícia Civil de Goiás (PCGO) cumpriu nesta madrugada de quinta-feira, 16, nove mandados de prisão e 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de Goiânia e Anápolis. A operação teria como objetivo combater fraudes em ações judiciais e foi realizada junto às polícias civis do Maranhão e Pará. Ao todo, os agentes cumpriram 26 determinações judiciais nos três estados, além de bloqueio de valores.

Durante a operação, dois advogados foram presos em Anápolis sob a suspeita de participar das fraudes em ações judiciais. Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) afirmou que a subseção anapolina foi comunicada e acompanhou o cumprimento dos mandados. “A Comissão de Direito e Prerrogativas (CDP) local acompanhou a operação, que ocorreu dentro da normalidade”, afirmou o documento.

A OAB-GO também destacou que continuará acompanhando o caso e adotará as providências cabíveis previstas no Estatuto da Advocacia. “A Ordem tem por regra acompanhar toda ocorrência envolvendo seus inscritos, tanto para resguardo de suas prerrogativas como para fiscalização dos deveres funcionais”, explicou.

Além das cidades goianas, a operação em conjunto ainda cumpriu determinações no Maranhão e no Pará. Ao todo, os agentes cumpriram nos três estados:

Goiânia: 1 mandado de prisão e 1 mandado de busca e apreensão;

Anápolis: 8 mandados de prisão e 12 mandados de busca e apreensão;

São Luís (Maranhão): 1 mandado de prisão;

Redenção (Pará): 1 mandado de prisão e 1 mandado de busca e apreensão

A PCGO ainda divulgará mais informações sobre o caso às 15h, durante uma coletiva de imprensa no prédio da 3ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), em Anápolis. 

Confira a nota da OAB-GO na íntegra: 

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) esclarece que a subseção de Anápolis foi comunicada formalmente sobre o cumprimento de mandados judiciais em face de advogados, na data de hoje (16/02). A partir disso, a Comissão de Direito e Prerrogativas (CDP) local acompanhou a operação, que ocorreu dentro da normalidade. A OAB-GO vai continuar acompanhando o caso e adotar as providências cabíveis de acordo com o Estatuto da Advocacia. A Ordem tem por regra acompanhar toda ocorrência envolvendo seus inscritos, tanto para resguardo de suas prerrogativas como para fiscalização dos deveres funcionais.

OAB-GO