Enquanto a contagem regressiva para as Eleições de 2026 avança, os bastidores no Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) seguem em ritmo intenso. São mais de 17 mil urnas eletrônicas preparadas e cerca de cinquenta profissionais dedicados exclusivamente a uma das etapas mais cruciais do pleito: a lacração dos equipamentos.

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O que chama a atenção logo na chegada é o contraste entre a importância do procedimento e a participação da sociedade. Embora o processo seja totalmente aberto ao público, a procura de cidadãos comuns para acompanhar de perto foi zero.

Na prática, é nesta fase que os dados oficiais de votação são inseridos, as urnas passam por rigorosos testes de funcionamento e, por fim, recebem os sistemas definitivos antes de serem lacradas.

Mas o que acontece depois que o lacre é aplicado? Como garantir que o sistema não sofreu alterações? A resposta passa por camadas duplas de segurança:

  • Garantias digitais: Verificações e assinaturas digitais que impedem qualquer modificação posterior no software.
  • Segurança física: Os equipamentos recebem lacres físicos numerados, cujos registros podem ser conferidos a qualquer momento pelas entidades fiscalizadoras.

Vale lembrar que todo o procedimento de preparação é um ato público. Ele pode e deve ser acompanhado de perto por representantes de partidos políticos, do Ministério Público, da OAB e de demais entidades fiscalizadoras credenciadas.

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