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Paulo de Tarso vai cuidar da imagem de Marconi Perillo e Ademir Lima vai moldar José Eliton

O marqueteiro Paulo de Tarso, com o apoio de Carlos Maranhão, vai formular a campanha da chapa majoritária da base governista. Quer dizer, vai produzir a campanha do governador Marconi Perillo (PSDB), de seu vice José Eliton (PP) e do candidato a senador, Vilmar Rocha (PSD).

O vice terá, porém, seu próprio marqueteiro. Será Ademir Lima, conhecido como o Mago. Trata-se de um marqueteiro com experiências em várias campanhas políticas.

Como desperdiçar uma dádiva

A mão pesada no combate ao tráfico e ao uso das drogas deve atingir toda a capilaridade do sistema e pôr abaixo a árvore frondosa do crime organizado Josias Cesalpino de Almeida Especial para o Jornal Opção [caption id="attachment_7893" align="alignleft" width="400"]Mais prisões: é preciso construir quantas foram necessárias para prender os bandidos no Brasil Mais prisões: é preciso construir quantas foram necessárias para prender os bandidos no Brasil[/caption] A inexistência de uma política de segurança pública de âmbito nacional, somada a outras mazelas sociais, levará o Brasil a perder uma preciosa dádiva: o último bônus demográfico que a natureza vem lhe concedendo pela última vez. É que, em função do aumento da expectativa de vida da população em geral, doravante um dos problemas a serem enfrentados pela sociedade será o encolhimento da mão de obra economicamente ativa e os encargos com os idosos. É uma pena e uma irresponsabilidade, essa forma de diferimento do passivo social para nossos filhos, netos e bisnetos. Um país com as dimensões geográficas do nosso, com imensas necessidades e demandas mil, com minguada ou exígua capacidade de investimentos não apenas no social como também na infraestrutura [e uma depende da outra em diferentes escalas], não pode permitir o desastre da aniquilação de seus adolescentes, jovens e indivíduos de meia idade, sob pena de inevitavelmente comprometer o seu futuro. Ou viver por viver, a caminho de uma “etiopização”. Matérias na imprensa goiana na semana passada são estarrecedoras, seja pelo aspecto numérico – 30 homicídios em 12 dias –, seja pela descrição do mapa do roteiro da morte violenta na capital do Estado. Os assassinos não estão livrando a cara de ninguém. Eles miram sempre na cabeça, seja ela uma menina de 13 anos, ou uma adolescente grávida, de 17. E a desculpa é quase sempre a mesma: “ah, tinha envolvimento com as drogas!” E daí? Assim não dá mais para continuar. Ocorrem-me algumas propostas para reflexão e debate, como explicitado a seguir. Prender os traficantes, além de obrigá-los a trabalhar na prisão [e por que não?]. Pena mínima: dez anos para os marinheiros de primeira viagem, o dobro para os reincidentes, o triplo para os renitentes e perpétua para os irrecuperáveis. Ah! Mas as prisões não comportam tantos presos. Isso é um “argumento” fajuto, uma conversa fiada. Este país é soberano e pode gastar bem mais com esse item do que gastou com a Copa. Que tal construir, Brasil afora, mais umas 200, 250, 300 – sei lá quantas! – prisões? As que forem necessárias. Qual é o problema? A mão pesada no combate ao tráfico e ao uso das drogas teria continuidade até atingir toda a capilaridade do sistema. Pôr abaixo essa árvore frondosa do crime organizado. Aliás, este último adjetivo não é uma falácia? Neste país, até hoje pelo menos, nem o governo é “organizado”. Para isto seriam tomadas, entre outras, as seguintes providências: as fronteiras nacionais seriam policiadas 24 horas por dia pelas forças armadas (Exército nas partes sólidas do terreno – Marinha [e sua guarda costeira, também a ser criada] – nos mares, lagos e rios - Aeronáutica no ar [com os drones e aviões armados e autorizados a derrubar aeronaves intrusas ou que se recusassem a aterrissar], podendo vigiar até o espaço sideral. De novo: e por que não? Nada disso é antidemocrático. Basta colocar nas leis próprias. Prosseguindo no projeto “IÇAR DA LAMA O BRASIL”: exacerbar as penas para os traficantes; apenar os usuários de entorpecentes, ainda que de forma mais amena e dando-lhes uma chance de ir procurar o que fazer [digamos 50% da pena dos traficantes], estendendo-lhes a pena de prisão por uso de substâncias ilícitas [ao invés de liberar o consumo, como propõem alguns cretinos deste país]. Simultaneamente, implantar o ensino fundamental e médio em tempo integral [de matrícula e frequência compulsórias para o total da infância e da adolescência]; criar escolas técnicas e profissionalizantes país afora, tantas quantas forem necessárias, a fim de melhorar a qualidade técnica do trabalho e, aí sim, aumentar a renda dos trabalhadores; instalar centros de assistência médico-odontológica/psico­lógica[estes para os desajustados e complexados de todo gênero]; zerar o analfabetismo funcional – o que é bastante fácil tecnicamente, politicamente palatável, humanamente elogiável, razão por que, estranho, não se sabe o motivo da demora quanto a esta iniciativa, esse governo que se proclama popular e “de esquerda”.

Pregos no caixão de Joaquim Barbosa

O PT tanto fez – e desfez – que conseguiu tirar Joaquim Barbosa do STF. A despedida do ministro alegando o exercício do livre-arbítrio não faz justiça ao seu nível intelectual. Por isso não me convence. O livre-arbítrio situa-se no plano das decisões íntimas e mais profundas do ser humano; refere-se à liberdade de decidir sem nenhuma razão de natureza externa à condição intrínseca do próprio ser. Ora, há tempos Joaquim Barbosa vinha sendo (e talvez continue a sê-lo) insultado, xingado e enxovalhado pelos petistas. E de tal forma que o achincalhe não escolhia lugar: fosse a um restaurante, fosse aos aeroportos para uma viagem, abrisse as páginas das redes da web, lá o magistrado deparava com as cracas do mal. Elas são onipresentes, insolentes, repelentes, repulsivos e não têm outra ocupação a não ser azucrinar. Todo mundo sabe disso. Na verdade, Joaquim Barbosa passou a ser um obstáculo à ocupação total do poder, como deseja e para isso trabalha o PT e seus guerrilheiros cibernéticos. Foi assim que a militância bolivariana “involuiu” para as ameaças, inclusive de morte. E ele sabe que a ideologia do ódio é capaz de matar – veja-se o livro de Padura, nas livrarias, com a história do assassinato de Trotsky. Basta uma ameaça ao projeto de poder desses totalitários para que eles fiquem ouriçados e partam para o tipo de ação que ceifou a vida de Trotsky e desestabilizou o ministro – além de muitos outros crimes mundo e história afora. Discordo da OAB, local e nacional, quando se unem às babás de prisioneiros e quaisquer delinquentes já condenados por crimes hediondos, bem assim no caso dos mensaleiros em geral. O ministro Joaquim Barbosa não condenou aqueles malfeitores sozinho: a maioria dos demais ministros o acompanharam em seu alentado e fundamentado voto. Não foi ele quem inventou o foro privilegiado para qualquer “Depufede” da vida, como dizia Stanislaw Ponte Preta, jornalista de combate de saudosa memória. O STF é a única corte suprema do mundo que admite recurso para ela mesma. Portanto, os embargos infringentes é uma velharia cambeta, uma invenção do ministro Lewandowsky e uma concessão ao “garantismo” do direito penal brasileiro — uma teoria “malledeta” que faz do bandido um sujeito do bem e do policial que o algema, do promotor que o acusa e do juiz que o condena verdadeiros algozes e suspeitos de atentarem contra os direitos humanos — quando, na verdade, apenas cumprem a lei e prestam excelente serviço à população. E digo mais: enquanto permanecem preocupados com os direitos de um sujeito como Zé Dirceu, que tentou enganar o próprio Supremo com aquele falso emprego de R$ 20.000,00 num hotel cheio de defraudadores em Brasília, o governo expele um decreto bolivariano como o de nº 8.243/14, tão ruim e perigoso para a democracia que até os presidentes do Senado e da Câmara Federal se posicionaram contra. Por esse grave deslize, ficam ambos publicamente notificados e desautorizados por esta matéria que pelo menos em meu nome essas duas entidades não falam. Não lhes reconheço autoridade moral para tanto. l

Jorcelino Braga deve produzir campanha de TV de Vanderlan e de Iris Rezende

O marqueteiro e político Jorcelino Braga (PRP) deve produzir duas campanhas políticas este ano: a de Vanderlan Cardoso, seu aliado, e a de Iris Rezende.

Uma filha de Iris Rezende, Ana Paula, tem conversado com frequência com Jorcelino Braga a respeito de como será produzida a campanha. O aliado de Vanderlan não será o marqueteiro de Iris, e sim atuará, se atuar, como produtor. A Kanal Vídeo, empresa do presidente do PRP, tão-somente produzirá a campanha de vídeo do peemedebista.

Assembleia de Deus tem 10% do eleitorado de Goiás e pode desequilibrar um pleito, aposta Agenor Mariano

O vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano (PMDB), disse ao Jornal Opção que os evangélicos representam hoje de 22% a 25% do eleitorado de Goiás. “Somente os evangélicos das igrejas Assembleias de Deus, em todo o Estado, representam 10% do eleitorado. Ou seja, aproximadamente, são 400 mil eleitores. Se a maioria decidir votar num candidato a governador, o eleitorado evangélico pode desequilibrar qualquer pleito.”

“A indicação de Luiz Carlos do Carmo como suplente de Ronaldo Caiado, além da defesa da família que o deputado federal tem feito, fortalece, e muito, a chapa majoritária de Iris Rezende (governador), Armando Vergílio (vice-governador) e Ronaldo Caiado (senador)”, diz Agenor Mariano.

Se Henrique Tibúrcio renunciar em 2015, Flávio Borges é um dos nomes cotados para sucedê-lo

Na OAB é assim: o vice não assume, em caso de renúncia do presidente. Na verdade, Os integrantes do Conselho Seccional se reúnem e elegem o sucessor para o mandato-tampão. A escolha se dá, de modo indireto, entre os conselheiros. Os nomes mais cotados são: Sebastião Macalé (é o candidato natural), Júlio Machado, Júlio César Meirelles, Flávio Borges, Pedro Paulo Medeiros

Henrique Tibúrcio pode ser candidato a prefeito de Goiânia. Ou pode ser vice de Jayme Rincon

Se deixar a presidência da Ordem dos Advogados do Brasil-Seção de Goiás, para ocupar um cargo no governo Marconi Perillo em 2015 — claro que se o tucano for reeleito —, Henrique Tibúrcio (PSDB) passa a ser cotado para disputar a Prefeitura de Goiânia, ou então para ser vice de Jayme Rincon (PSDB).

O único problema é que, em 2016, a chapa não deverá ser pura e Rincon e Tibúrcio pertencem ao mesmo partido, o PSDB. É provável que o deputado federal Sandes Júnior, do PP, será indicado para a vice.

O fato é que o governador Marconi Perillo está preparando Tibúrcio para voos políticos bem altos.

O grande problema de Marconi é a montagem de uma aliança para o segundo turno?

[caption id="attachment_7909" align="alignright" width="620"]Marconi Perillo e Júnior Friboi: os dois podem ser aliados no primeiro turno ou, pelo menos, no segundo turno Marconi Perillo e Júnior Friboi: os dois podem ser aliados no primeiro turno ou, pelo menos, no segundo turno[/caption] Marqueteiros, pesquisadores, pesquisadores e cientistas políticos não dizem que será barbada, mas concordam que há uma tendência de o governador Marconi Perillo (PSDB), candidato à reeleição, ser o líder no primeiro turno. A disputa pela segunda vaga ficaria entre Iris Rezende (PMDB), Vanderlan Cardoso (PSB) e Antônio Gomide (PT). Com a tendência, dada a polarização histórica, de Iris ser o segundo colocado e, portanto, ser o nome para disputar o turno seguinte com o tucano-chefe. Os mesmos especialistas avaliam que o segundo turno vai ser duríssimo para quaisquer candidatos que chegarem lá — Marconi, Iris, Vanderlan ou Gomide. No segundo turno há a tendência de uma candidatura encorpar-se mais do que a outra. É fato que, em 2010, as oposições se uniram, com Vanderlan Cardoso, Antônio Gomide e Iris Rezende — o candidato que disputou com Marconi —, mas nada adiantou. O tucano foi eleito, com uma votação apertada. Mas, como no futebol, 1 a 0 é o mesmo que 10 a 0. O que importa mesmo é ganhar, ser eleito. O resto são firulas acadêmicos ou filigranas úteis para jornalista escrever artigos especulativos. O segundo turno tende a ser duro para Marconi se for formatada uma aliança que inclua Iris, Vanderlan e Gomide. Mas uma defecção está configurada de antemão. Se Iris for para o segundo turno contra Marconi, o empresário Júnior Friboi tende a pôr sua máquina eleitoral e financeira à disposição do tucano. Porque o objetivo do empresário, que se considera traído, é mais derrotar Iris, para assumir uma espécie de espólio do PMDB — com vistas à disputa de 2018 (quando Iris terá 85 anos e, certamente, não disputará mais eleições) —, do que derrotar Marconi. Há um porém relevante. No segundo turno, ao contrário de no primeiro turno, o quadro nacional vai pesar em Goiás. A tendência é que o candidato do PSDB, Aécio Neves, dispute o segundo turno contra a presidente Dilma Rousseff (PT) e é praticamente certo que o senador mineiro terá o apoio do candidato a presidente do PSB, Eduardo Campos. Sendo assim, talvez seja possível que Campos “puxe” Vanderlan para uma composição com Marconi Perillo, com o objetivo de enfraquecer o PT e o PMDB tanto local quanto nacionalmente. Portanto, não é provável que Marconi fique isolado, com sua aliança tradicional — com PSDB, PSD, PP, PTB, PR, os partidos mais sólidos de sua base política —, contra uma mega-aliança em torno de Iris Rezende. No caso de segundo turno entre Vanderlan e Marconi — Iris e Ronaldo Caiado ficam com o primeiro. Se o segundo turno for entre Marconi e Gomide, Iris tende a ficar com o petista, mas Vanderlan pode ficar com o tucano. Num ponto todos concordam: o que importa mesmo, tanto no primeiro quanto no segundo turno, é o candidato — e não necessariamente suas alianças. Porque o eleitorado, cada vez mais independente, escolhe para governar não aquele político indicado pelos líderes, e sim aquele que avalia como mais capaz de governar e modernizar o Estado. Acrescente-se que, no segundo turno, as estruturas políticas e financeiras pesam menos.

José Mário Schreiner deve apoiar Vilmar Rocha para senador e deve perder o apoio de Ronaldo Caiado

[caption id="attachment_7910" align="alignright" width="330"]José Mário Schreiner: candidato a deputado federal, deve perder o apoio de Ronaldo Caiado José Mário Schreiner: candidato a deputado federal, deve perder o apoio de Ronaldo Caiado[/caption] Candidato a deputado federal pelo PSD, o produtor rural, ex-presidente da Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg) e ex-vice-presidente da poderosa Confederação Nacional da Agricultura José Mário Schreiner está numa situação complicada — entre a cruz e caldeirinha, como se dizia nos tempos de antanho. Crente de que o deputado federal Ronaldo Caiado iria compor com o governador Marconi Perillo, disputando mandato de senador, Schreiner fechou uma aliança com ele — herdando seu apoio e suas bases eleitorais. No entanto, com a defecção do democrata para o lado de Iris Rezende, Schreiner não sabia o que fazer, na semana passada. Filiado ao PSD, Schreiner apostava que Vilmar Rocha seria o vice de Marconi Perillo e que Caiado iria a senador. Agora, por fidelidade partidária, tem de apoiar Vilmar para o Senado, sonegando apoio ao aliado Caiado. Mas, se fizer isto, perde o apoio do democrata e de parte dos produtores rurais. Na semana passada, Caiado, observando a saia justa de Schreiner, planejava apoiar outro candidato a deputado federal, possivelmente Tanner de Melo, de Aparecida de Goiânia. Há quem aposte que Schreiner pode desistir da disputa. Mas, em conversas com aliados, ele disse que vai manter a candidatura.

O goiano que ajudou a eleger o presidente colombiano

Com uma atuação estratégica, Marcus Vinícius Queiroz organizou a campanha que reelegeu Juan Manuel Santos em um acirrado segundo turno

Secretário de Indústria e Comércio realiza nova visita técnica ao Centro de Convenções

[caption id="attachment_7867" align="alignleft" width="620"]William O’Dwyer (centro) e engenheira Waléria Câmara em vistoria à obra / Foto: Milena Assis William O’Dwyer (centro) e engenheira Waléria Câmara em vistoria à obra / Foto: Milena Assis[/caption] Na sexta-feira, 20, o secretário de Indústria e Comércio, William O’Dwyer, vistoriou as obras do Centro de Convenções de Anápolis, às margens da BR-153. A ida dele ao local, um mês depois da última vistoria, é justificada pelas grandes intervenções que serão feitas a partir de agora. Algumas dessas obras dizem respeito às vias de acesso, o asfaltamento de vias internas e a finalização dos auditórios, que terão capacidade para 150 lugares, cada. A vistoria foi acompanhada pela engenheira da SIC Waléria Câmara e pelos engenheiros Júlio César Ramalho, Robson Lobo e Reinal­do Bastos, que trabalham diretamente na obra. O secretário diz que as obras estão em ritmo acelerado, sempre reafirmando que o local será um marco não somente para a cidade de Anápolis, como para toda a região Centro-Oeste, dada sua amplitude. “É uma obra importante e mais: feita com extrema qualidade. É possível dizer que será a melhor obra feita em Goiás nos últimos anos, em termos de material e qualidade de construção”, afirma William, que tem acompanhado o serviço de perto, desde que tomou posse como secretário, no fim de abril. Cumprindo o cronograma, a primeira etapa da obra deverá ser entregue no próximo mês, sendo que a inauguração está prevista para o fim deste ano.

Prefeito minimiza situação criada por vídeo polêmico postado no Facebook

[caption id="attachment_7878" align="alignleft" width="620"]João Gomes: “Houve um calor maior, mas logo os ânimos se acalmaram” / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção João Gomes: “Houve um calor maior, mas logo os ânimos se acalmaram” / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Na semana passada, um vídeo causou polêmica nas redes sociais ao mostrar o prefeito de Anápolis, João Gomes, “batendo boca” com um morador. No vídeo, João Gomes aparece gritando com uma pessoa, que o teria xingado momentos antes durante uma manifestação dos moradores do Jardim Primavera I. Porém, não há cenas mostrando o momento que o morador ofende o prefeito. O vídeo foi compartilhado centenas de vezes, sobretudo no Facebook. A polêmica gerada pelo vídeo é minimizada quando contextualizado. A coluna falou com João Gomes, que deu sua versão dos fatos. Ele conta que há mais ou menos um ano, os moradores da região fizeram esse mesmo movimento, do qual o próprio João Gomes não tira a razão. Segundo ele, foi feito o asfalto num bairro adjacente — ou seja, do outro lado da rodovia GO-560 —, mas o Jardim Primavera I ficou sem asfaltamento. Assim, os moradores do bairro ficaram ressentidos. “E é legítimo isso, porque a poeira lá é realmente muito ruim e incomoda os moradores. Além disso, é importante dizer que a Saneago está trocando a adutora da região e, por conta disso, uma parte grande da cidade, inclusive a que envolve o Jardim Primavera I, ficou sem água por três dias. Ou seja, a insatisfação dos moradores é legítima. E por isso, fui lá e andei com os moradores na poeira para reconhecer a situação. E junto conosco levamos as máquinas, que não vão sair de lá enquanto não acabarem o asfalto”, frisa o prefeito. João Gomes relata que, ao saber do protesto, que contou com queima de pneus, foi ao encontro dos moradores. “Assim, logo quando chegamos, houve ali um calor maior, mas logo os ânimos se acalmaram. Falei com os moradores, os bombeiros tiraram os pneus que tinham sido usados no protesto e tudo se resolveu.” O problema, segundo o prefeito, foi que uma pessoa de fora do movimento e que nem sequer é do bairro, passou do ponto nas provocações a ele. “Infelizmente, a provocação foi muito forte e eu o chamei para provar o que ele falou, mas não houve briga, tanto que depois esse mesmo morador pediu às pessoas que estavam comigo, inclusive alguns policiais e outros servidores da prefeitura, para falar comigo. Eu disse que tudo bem, ele veio a mim, me pediu desculpa, reconhecendo que havia exagerado e que entrou no jogo que haviam armado ali, justamente para filmar tal situação. Eu aceitei suas desculpas e nós nos abraçamos ali mesmo no meio da rua. Tudo certo”, declara o prefeito. Em relação ao que se ventilou sobre a retirada das máquinas, o prefeito disse que houve um problema com o convênio que assegurava a verba e, por isso, a empresa retirou as máquinas do local. “Por um interesse da empresa, que ficou alheio à prefeitura”, afirma. Contudo, João Gomes assegura que o problema já foi resolvido. “A obra é grande. São R$ 9 milhões. A galeria, que é o mais demorado e mais caro, já está pronta. Acredito que nesta semana o asfalto começa a ser colocado.”

Planetário Digital de Anápolis tem média de 5 mil visitantes por mês

Obra inaugurada recentemente, o Planetário Digital e Obser­vatório Astronômico de Anápolis está tendo um razoável sucesso. Desde sua inauguração, em janeiro deste ano, o espaço tem recebido uma média de 5 mil visitantes por mês. O planetário foi inaugurado com a presença do astronauta brasileiro Mar­cos Pontes, que, na ocasião, palestrou para estudantes — que são o público majoritário do local. Quem visita o planetário conta geralmente com uma série de atividades, como sessões de cúpula com observação no deck ao céu aberto; e visita aos painéis que a­tualmente contam com uma mostra internacional de Astro­nomia organizada pela Nasa e pela comunidade europeia, além de poder observar o céu pelo telescópio. Telecóspio esse que foi adquirido por uma licitação internacional, sendo melhor, inclusive, do que os das Universidades de Bra­sí­lia (UnB) e Federal de Goiás (UFG). Estudantes das redes municipal e estadual, além de alunos da rede privada, têm horários especiais de visita ao planetário. Outras cidades também prestigiam o espaço. Segundo a equipe que gerencia o local, já foram registrados público de Goiânia, Brasília, Silvânia e Valparaíso.

Embaixadores de Alemanha, Áustria e Canadá vêm a Anápolis para um jantar em homenagem a Goiás

No fim da última semana, o secretário de Indústria e Comércio e Cônsul Honorário da Alemanha em Goiás, William O’Dwyer, recebeu os embaixadores do Canadá, Jamal Khokhar; da Alemanha, Wilfried Grolig; e da Áustria, Marianne Feldmann. A reunião aconteceu em Anápolis e foi considerada como um jantar em homenagem a Goiás. O jantar antecedeu o encontro realizado na embaixada do Canadá, em Brasília. Como adiantado aqui, o secretário foi a Brasília para tratar de assuntos comerciais que beneficiam Goiás frente a aproximadamente 17 países, fora Canadá, Alemanha e Áustria. Já há previsão de conversas sendo realizadas com dois empresários canadenses, embora ainda não se saiba seus nomes. É certo, porém, que há notícias de bons investimentos a serem realizados no Estado.

Governador pode inaugurar Centro de Convenções, simbolicamente, até o dia 5 de julho

Pela lei eleitoral, os políticos que detêm mandato não podem comparecer, nos três meses que precedem o pleito, a inaugurações de obras públicas. Assim, como as eleições são no dia 5 de outubro deste, os governantes têm até o dia 5 de julho para participar de inaugurações e eventos semelhantes. Dessa forma, tendo em vista que a construção do Centro de Convenções de Anápolis está a todo o vapor, mas tem data de entrega prevista apenas para o fim do ano, o governador Marconi Perillo pode participar de uma inauguração simbólica da obra até o dia 5 de julho. A informação é de um tucano aliado de longa data do governador. Contudo, ele não confirmou se haverá, de fato, a solenidade. Por enquanto, cogita-se a possibilidade, uma vez que o Centro de Con­venções é a menina dos olhos do governador em Anápolis.

Trindade no pódio do Motociclismo

“Obrigado governador, por mais este grande presente a nossa cidade”, disse Jânio Darrot, ao divulgar evento inédito no Estado