Notícias
Durante o primeiro mandato do presidente Lula, o PT era considerado um dos partidos mais queridos do país. Mas depois das sucessivas crises tanto no cenário nacional quanto nos Estados, o partido já não é tão bem visto assim. No DF, por exemplo, o governador Agnelo Queiroz tem uma rejeição de quase 70%. Isso, somado aos quase 30% de rejeição da presidente Dilma. É muita rejeição para um partido só. Tanto é que em Brasília materiais de campanha de candidatos petistas, como placas e panfletos, tem sofrido ataques de vandalismo. Por isso, o PT de Brasília tem pensado em variar um pouco suas cores nesta campanha. Em vez de usar o famoso “vermelho PT”, o partido quer usar mais o amarelo ou tons pastel. Será que cola?
Candidato a governador pelo PRTB se diz o novo na política e anuncia prioridade com saúde e segurança
Apesar de ser administrada por um tucano, Goianésia é, tradicionalmente, um reduto peemedebista. Por isso, Frederico Jayme (PMDB) foi enviado para trabalhar na cidade a favor do governador Marconi Perillo (PSDB). E ele garante que o governador terá mais votos do que obteve no segundo turno de 2010. Na ocasião, o governador teve 1700 votos na cidade. A garantia deste ano, segundo Frederico, é de que ele terá mais de 10 mil votos.
Alexandre Baldy (PSDB) tem utilizado de sua bem-sucedida passagem pela Secretaria de Indústria e Comércio (SIC) em favor de sua campanha a deputado federal. Nas reuniões quem tem promovido, o tucano ressalta, por exemplo, os benefícios da aproximação com Estados convergentes, a exemplo de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Segundo ele, o contato com esses locais resultou não apenas em muito aprendizado para ele, como também em retornos milionários para o Estado. Do Paraná vieram R$ 100 milhões em investimentos em Goianésia e R$ 50 milhões em Rio Verde, Campo Alegre e Luziânia. “Ganhamos apoio incondicional do Paraná, por meio da Secretaria de Infraestrutura, da Ferroeste, que será interligada à Ferrovia Norte Sul”, ressalta. De Santa Catarina vieram R$ 450 milhões, investidos em 15 cidades, entre Anápolis, Goiânia, Aparecida, Rio Verde, Valparaíso e Catalão. Fora os investimentos do Rio Grande do Sul. Mais R$ 285 milhões.
Iris Rezende (PMDB) é evangélico. Disso todos sabem. E, evangélico que é, irá visitar nesta semana o Templo de Salomão, em São Paulo. Foi convidado por Edir Macedo, o chefão da Igreja Universal. No mesmo dia, estará lá a presidente Dilma Rousseff (PT), a quem Iris tem dispensado fortes críticas. Por isso, é certo que nenhuma selfie será tirada pelos dois. Mas não só por isso. O polêmico Macedo criou um “manual de etiqueta” para quem for entrar no novo templo, uma obra mais suntuosa que os estádios da Copa do Mundo. E o manual proíbe, entre outras coisas, fotos dentro do templo. Uma pena para quem segue a presidente no TwitPic.
Weslei Garcia é o nome do PSol para disputar o governo do Estado neste ano. E, sem grandes recursos para fazer campanha, ele diz que o partido irá centrar esforços onde já há algum trabalho sendo realizado, caso dos assentamentos na região Nordeste de Goiás, em cidades como Flores de Goiás e Posse, lar do vice-governador José Eliton (PP). Além desses lugares, o PSol também fará campanha no Entorno do DF, onde Weslei mora, em Anápolis e Goiânia.
Qualquer que for o governador eleito terá um grande desafio pela frente: aplicar um choque de gestão que leve o Estado a recuperar a sua capacidade de investimento e assumir a condição de indutor de um novo ciclo de desenvolvimento
No dia 1º de agosto, haverá outra reunião entre a equipe técnica da Secretaria de Indústria e Comércio (SIC) e o grupo texano CCD Biofuels & Energy, LLC. A reunião será para tratar das intenções da empresa em investir quase R$ 4,5 bilhões em Goiás, através de uma usina de biocombustível a ser construída em Anápolis. A questão é delicada. São vários bancos envolvidos, inclusive o Banco Mundial. Mas as expectativas são boas e o investimento é bom para o Estado.
O presidente estadual do PRP, Jorcelino Braga, rechaça a existência de uma polarização entre os governadoriáveis Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende (PMDB). Braga é um dos coordenadores da campanha de Vanderlan Cardoso (PSB). “Foi por isso que nos candidatamos. Essa dita polarização irá cair”, analisa.
A Associação Médica Brasileira (AMB) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) declararam apoio à candidatura de Aécio Neves (PDSB). A classe médica rompeu com a presidente Dilma Rousseff (PT), devido ao programa Mais Médicos. E quem articulou apoio conseguido foi o também médico e senatoriável goiano Ronaldo Caiado (DEM).
O deputado federal Roberto Balestra (PP) acredita que a campanha eleitoral deste ano será curta. E por dois motivos principais: 1º) “O governador Marconi [Perillo (PSDB)] está no poder. Ou seja, está na ativa e tem trabalho para mostrar à população”; e 2º) “Ele teve o cuidado de fazer um trabalho de criação de bases. Abriu espaço em todos os municípios, sem olhar cor partidária. Isso motivou os prefeitos a estarem ao seu lado”, avalia o pepista.
Após quase um mês de debate interno e organização da estrutura, a campanha finalmente toma o caminho das ruas. A partir de agora começa a temporada de comícios, principal suporte do palanque eletrônico que pode ter influência decisiva no pleito
Oficialmente, o PMDB ainda não tem um coordenador geral de campanha. No papel, é Sandro Mabel, mas na prática o comando está dividido entre ele, Samuel Belchior e o ex-senador Mauro Miranda.
Todos pegam o caminho do Entorno do DF. A ex-verde Marina Silva vem a Goiás e visita Planaltina. Junto com ela, é claro, Vanderlan Cardoso (PSB). Eduardo Campos (PSB) provavelmente não vem. Ainda. Segundo Vanderlan, a agenda dos dois está dividida para cobrir o maior espaço geográfico possível dado o pouco tempo de campanha e o, ainda, desconhecimento por parte da população do nome de Campos. E o mesmo é feito por Vanderlan em Goiás. Não por desconhecimento de seu nome, mas para aglomerar o máximo de apoio possível. Dessa forma, ele cuida das passeatas e o vice, Alcides Ribeiro, sobretudo, das reuniões. A promessa é para que Eduardo Campos vá, em agosto, à tradicional festa de Nossa Senhora da Abadia de Muquém, em Niquelândia. Dizem que participar da festividade ali dá sorte a candidatos. A conferir.
É quase 100% de certeza que o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz (PRTB) não apareça na campanha de José Roberto Arruda (PR) ao governo do DF. A questão é que Roriz continua internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, devido ao seu problema renal. É certo que Roriz tinha conseguido um doador, mas não pôde realizar a cirurgia por causa dos remédios que toma para diabetes. Porém, sua filha, a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN) entrou na questão. Ela também está internada no Sírio-Libanês e deverá doar um de seus rins para o pai. Jaqueline, que teve sua candidatura impugnada, juntamente com Arruda, ainda tenta viabilizar — possivelmente no Supremo Tribunal Federal (STF) — sua candidatura. A condenação de Arruda é boa para Agnelo Queiroz (PT), que está atrás nas pesquisas e tenta reverter o quadro para se reeleger no DF. E é boa também para Antônio Gomide (PT), candidato ao governo de Goiás. Gomide e Agnelo estão fazendo campanha no Entorno do DF em parceria. Estiveram juntos, por exemplo, na semana passada em Planaltina. Gomide acredita que os dois têm condições de vencer.

