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O deputado federal Vilmar Rocha (PSD), pré-candidato a senador, diz que de 30 a 40 prefeitos do PMDB, do PSB e de outros partidos não querem apoiar Iris para governador. Vilmar Rocha diz que a “debandada” não será pequena. Fica-se com a impressão de que Iris Rezende e Júnior Friboi não precisam mesmo de adversários.
O deputado federal Vilmar Rocha sugere que Ronaldo Caiado venha para a base do governo Marconi como candidato a deputado federal. “Em 2018, com duas vagas, ele poderia disputar mandato de senador.” Cotado para ser vice do governador Marconi Perillo, Vilmar Rocha diz que persiste como pré-candidato a senador.
Num jantar na casa de Gilberto Kassab, em São Paulo, Vilmar Rocha conversou demoradamente com o vice-presidente da Republica, Michel Temer. O peemedebista admitiu que as articulações do PMDB goiano estavam muito difíceis.
O exame será aplicado nos dias 8 e 9 de novembro
O ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) tanto pode ser vice do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, quanto do empresário Paulo Skaf, do PMDB. A preferência é por Alckmin. O ex-prefeito tem um trânsito político considerado formidável.
O deputado federal Roberto Balestra (PP) completou 70 anos, no sábado, com uma big festa na Fazenda Limeira. Roberto Balestra disse ao Jornal Opção que está cada dia mais impressionado com a desenvoltura política e administrativa do governador Marconi Perillo. “Ele é craque.”
O Centro de Convenções foi construído com recursos de emenda empenhada pela senadora Lúcia Vânia (PSDB), no valor de R$ 1 milhão
O ex-prefeito de Inhumas Abelardo Vaz (PP) disse ao Jornal Opção que, por falta de estrutura política e financeira, pode não ser candidato a deputado estadual. “É papo. Abelardo Vaz, um grande político, vai ser candidato a deputado estadual”, diz, convicto, Roberto Balestra.
Pré-candidato a deputado federal pelo PMDB, Lívio Luciano diz que o PMDB de Goiás pode apoiar Eduardo Campos. “Mas não há nada decidido, por enquanto. Porém, o PT precisa acreditar em reciprocidade.” Se candidato a governador, Iris Rezende, na avaliação de Lívio Luciano, “será muito forte”. Lívio Luciano frisa que “Iris tem forte apelo no meio evangélico e é um político conhecido e respeitado”.
Joesley Batista teria discutindo, de maneira áspera, com um importante político de Goiás. Tudo a ver com impostos atrasados. Batista teria dito que o político deve muito à sua família. Teria ouvido que a família também muito a quem o apoia há vários anos.
Titular da DIH afirma que há duas linhas de investigação, já que casos semelhantes têm ocorrido com mulheres em que o bandido dá voz de assalto, mas não leva pertences
Basileu França reconstrói a beleza inspirada em novela de Mérimée e impulsiona, do teatro para a cidade, as grandes produções
Na adaptação de “O Alienista”, realizada com dinheiro público, a escritora-empresária Patrícia Secco escreve que “a índole da ciência é a aceitação” — uma completa sandice que Machado de Assis jamais escreveria
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Ferrovia Norte-Sul: apenas o pátio do Porto Seco suportará um volume inicial de 3,5 milhões de toneladas em cargas[/caption]
No fim da semana passada, a presidente Dilma Rousseff esteve em Goiás para inaugurar o trecho da ferrovia Norte-Sul, que liga Anápolis a Palmas, no Tocantins. A obras, que tem extensão de 855 km, custou R$ 4,2 bilhões — verba do PAC. A petista fez festa. Chegou de locomotiva e, ao começar seu discurso, relembrou que em 2007, como ministra-chefe da Casa Civil do governo Lula, percebeu que havia um projeto muito importante guardado: a ferrovia Norte-Sul, projeto encabeçado pelo então presidente e atual senador José Sarney (PMDB). “A concepção da ferrovia Norte-Sul foi feita, efetivamente, pelo governo Sarney, que executou o trecho entre Açailândia e Araguaína. Desde então, a obra só havia tido investimentos feitos de forma marginal. Nós atualizamos o projeto. Entendemos que essa obra ajudaria a superar um grande atraso vivido por nós. Afinal, a época das ferrovias foi no final do século XIX, início do século XX.”
O fato é que a ferrovia, de fato, trará benefícios a Anápolis, visto que sentencia de vez à cidade o título de centro do país, uma vez que dá o último passo para a constituição do caráter multimodal do sistema logístico anapolino. Aliás, a palavra que a presidente mais gosta de usar quando vai a Anápolis é “multimodal”. Isto é, para ela, a cidade é sinônimo de uma evolução logística que liga ferrovia, rodovia e aeroportos. “A ferrovia coloca o litoral aqui”, diz Dilma. “Ela transforma Goiás em um polo logístico, pois será crucial para articular todos os tipos de transporte do país, tanto os que se dirigem ao sul quanto ao norte, região importante dado seu potencial hidroviário”. O pátio de Anápolis, centralizado no Porto Seco, ocupa uma área de 24 hectares, onde seis linhas férreas paralelas percorrem mais de três quilômetros de extensão. No pátio, serão carregados e descarregados: grãos, farelos, fertilizantes, entre outros materiais. Quando tiver em plena operação, as empresas poderão fazer suas ligações à ferrovia.
É certo que Antônio Gomide tem conversado com vários partidos, sendo a maioria deles “nanicos”, como: PHS, Pros, Solidariedade, PPL, PEN, PTC e PSDC, fora PDT e PCdoB. Desses, o diálogo mais positivo está sendo feito com o Pros, que até então era carta certa na chapa destituída de Júnior Friboi. Sobre isso, o petista Rubens Otoni diz: “O fechamento dos compromissos das alianças acontecerá nas convenções, no fim de junho. Até lá, estamos discutindo. O diálogo com o Pros está bastante aprofundado e há um interesse da direção nacional do partido em estar conosco, visto que estão juntos com o governo do DF, onde o PT governa”. Questionado sobre quão profundas estão as conversas, ele diz apenas que querem o partido junto, “quem sabe na chapa majoritária”. Isso mostra um possível fato: o vice de Gomide tem tudo para sair de um partido pequeno. O primeiro sondado foi Eduardo Machado, do PHS. Agora, o Pros. Depois de a aliança com o PMDB praticamente ruir, por que não procurar pequenos para compor? Uma coisa é certa: Gomide continua bem em Anápolis. Ao pegar a palavra, durante a inauguração da Norte-Sul, a presidente Dilma disse: “Quero testar uma coisa” e falou o nome de Gomide. A plateia deu uma grande salva de palmas, assoviou e festejou. A presidente sorriu.

