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O deputado federal Ronaldo Caiado contribui para afastar Júnior Friboi de Iris Rezende. O deputado do DEM tem sido implacável com os frigoríficos da JBS — sempre denunciando um suposto cartel da carne. A família de Friboi tem um pé atrás em relação ao deputado democrata.
O ex-deputado e anti-irista ferrenho Frederico Jayme articula, com habilidade, e atrai peemedebistas para a campanha de reeleição do governador Marconi Perillo. Na semana passada, Frederico Jayme (PMDB) e Juarez Magalhães Júnior conversaram demoradamente com Marcelo Melo. Marcelo Melo, principal referência do PMDB no Entorno de Brasília, desistiu de disputar mandato de deputado federal e não vai apoiar Iris Rezende para governador.
O prefeito de Posse, José Gouveia (Pros), conversou com Iris Rezende, Marconi Perillo, Antônio Gomide e Vanderlan Cardoso. Como foi liberado por Júnior Friboi para apoiar quem quiser, Gouveia tem dito aos aliados que vai subir no palanque daquele candidato a governador que ajudar Posse de fato. O Pros apoia Marconi. O que, no momento, Iris e Cardoso podem fazer por Posse? Nada. Marconi e Gomide, com as estruturas dos governos estadual e federal, podem apoiar o município.
Político competente e habilidoso, Ivon Valente (PT) desponta em Posse (25 mil eleitores) como forte candidato a deputado estadual. Ele vai fazer campanha em seis outros municípios do Nordeste goiano. Ivon Valente é empresário e produtor rural em Posse.
O próximo presidente da República certamente será mineiro: Dilma Rousseff ou Aécio Neves. Os dois nasceram em Belo Horizonte. A petista tem 66 anos; o tucano, 54 anos. A diferença é que Dilma Rousseff se fez politicamente no Rio Grande do Sul.
Cruzando dados e informações de algumas pesquisas, qualitativas e quantitativas, um marqueteiro sugere que a grande surpresa das eleições deste ano não será o governador Marconi Perillo, e sim Vilmar Rocha. O marqueteiro sugere que, no momento, quem está em ascensão para senador são Marina Sant’Anna, do PT, e Vilmar Rocha, do PSD. Ele frisa que Ronaldo Caiado, o primeiro colocado, pode ter chegado ao teto. Na opinião do marqueteiro, Caiado tende a estagnar e Vilmar Rocha, quando apresentado como o nome apoiado pelo governador Marconi Perillo, deve crescer. Marina Sant’Anna é vista como uma incógnita. O marqueteiro afirma que a ligação da petista com movimentos sociais pode sintonizá-la com articulações das ruas. Se fizer uma campanha bem feita, exibindo tal sintonia, tem chance de ser eleita, na avaliação do expert.
O candidato a senador pelo PSB, Aguimar Jesuíno, diz, com todas as letras, que a união de Iris Rezende e Ronaldo Caiado é a união de rancores de políticos vingativos. Ele sugere que os dois políticos pensam no poder pelo poder, mas não têm um projeto moderno de desenvolvimento para Goiás.; Na sua campanha, no lugar de ataques, como Ronaldo Caiado vem fazendo, o procurador da Advocacia Geral da União vai inovar ao apresentar ideias consistentes sobre segurança pública. Ele estuda o assunto a sério e não vai apresentar ideias populistas e meramente eleitoreiras.
O empresário Vitor Priori (PSDB) é o favorito para a disputa da eleição de deputado estadual em Jataí. Para deputado federal, o tucanato banca Gênio Eurípedes. A cúpula tucana avalia que, se fizer um trabalho bem feito, seu candidato poderá mais bem votado no município do que Daniel Vilela, que é apresentado como tendo pouco a ver com a região. Para deputado estadual, o PRB vai bancar Cristiano Castro, apresentando do “Balanço Geral”, da TV Record em Jataí. Ele é popular. Embora da base do governador Marconi Perillo, Castro vai dobrar com o candidato a deputado federal pelo PMDB Daniel Vilela. Mauro Bento Filho, do PHS, disputa mandato de deputado estadual e, segundo o presidente nacional do partido, Eduardo Machado, deve receber o apoio do prefeito Humberto Machado. O PDT banca Marcos Antônio — que dobra com a deputada federal Flávia Morais — para deputado estadual Comenta-se que o prefeito Humberto Machado (PMDB) fechou com Marcos Antônio, Cistiano Castro e Mauro Bento. Há que acredite que ele fechou mesmo só com Daniel Vilela.
O advogado Sérgio Lucas revela que vai publicar brevemente o livro “A Farsa. A obra, que trata de temas políticos, está em fase de revisão. Sérgio Lucas garante que a obra vai chocar o meio político de Goiás. Porque há histórias fantásticas e, ao mesmo tempo, bombásticas.
Políticos conhecem Irapuan Costa Junior apenas como político e, depois, banqueiro. Mas o ex-governador de Goiás é um intelectual múltiplo. Ele acaba de lançar um livro de alta qualidade literária e informativa: “Teimosas Lembranças”. São contos da realidade, muito escrito e formulado. Os leitores certamente ficarão surpresos com sua qualidade. Felisberto Jacomo, que está terminando de lê-lo, diz que há histórias “das mais interessantes”.
O PHS de Eduardo Machado articulou a Chapinha, que começa a ser chamada de Chapa e, até outubro, pode ser nominada de Chapão. PSH, PMN, PSL e PTC se uniram e montagem chapa forte para deputado estadual O PHS tem nomes consistentes, como Jean Carlo (favorito para ser eleito, dada a estrutura financeira, articulada pelo empresário José Garrote), Chiquinho Oliveira, Mauro Bento Filho, Elismar Veiga, Professor Dalson e Alex Batista. O presidente do PHS, Eduardo Machado, avalia que a Chapinha faz de 4 a 5 deputados federais. “No mínimo”, frisa. “E não estou falando apenas dos candidatos do PHS. A nossa coligação é consistente.”
A Comissão da Verdade em Niterói (CVN), região metropolitana do Rio de Janeiro, conseguiu comprovar que o Ginásio Caio Martins foi utilizado pela repressão militar como presídio. A informação faz parte do relatório parcial da CVN, que será divulgado no dia 11 de julho, na Câmara Municipal de Niterói, apresentada hoje (27) durante audiência que a Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro (CEV-Rio) fez para apresentar relatório parcial das atividades em um ano de funcionamento. O relatório parcial da CVN, ao qual a Agência Brasil teve acesso, indica que os documentos apontam registros do diretor do presídio; da quantidade de presos em um período específico; das procedências das prisões, como o Centro de Armamento da Marinha. Tem registros também da Secretaria de Justiça da Guanabara, do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) da Guanabara e do Rio de Janeiro e da Polícia Militar. “A gente chegou a um documento feito pelo Dops que confirma que o Caio Martins era uma prisão com quase 400 pessoas presas. Confirma nomes de pessoas ligadas institucionalmente ao Caio Martins, quem eram o diretor e o comissário”, disse o pesquisador da CVN, o historiador Gabriel Cerqueira. O pesquisador informou ainda que os documentos fazem parte dos acervos do Arquivo Público Estadual do Rio de Janeiro (Aperj). Segundo ele, o Caio Martins começou a ser usado na época porque as prisões do estado ficaram lotadas. Além de local de detenção, o ginásio passou a funcionar como centro de triagem de presos. “Alocaram uma série de presos ali, e a partir de lá iam puxando para fazer os interrogatórios no Dops e em outros locais. A documentação sugere que as pessoas começaram a ser levadas para lá logo depois do golpe. Depois de 50 dias de prisão, o diretor começava a sugerir a liberação, pedindo ao diretor do Dops e ao secretário de Segurança, com base na lista dos que podiam ser liberados”, disse. O coordenador executivo da CVN, Renato Almada, contou que a pesquisa da comissão levou seis meses, e agora ela será intensificada em locais onde ocorreram tortura em Niterói, entre eles, o Dops e a Fortaleza de Santa Cruz, que pertence ao Exército.
A jornalista Laila Navarrete, de 79 anos, morreu na sexta-feira, 27, no Hospital Anis Rassi, em Goiânia. Uma das mais importantes colunistas sociais da história do jornalismo de Goiás, Laila havia sido submetida a uma cirurgia, no Hospital dos Acidentados, para colocar uma prótese num joelho. A operação havia sido bem-sucedida. Pelo menos até sexta, a família não tinha informação precisa sobre a causa da morte. Laila trabalhou em vários jornais, como “Cinco de Março”, “Diário da Manhã”, “O Popular”, Jornal Opção, “Correio do Planalto” e “O Anápolis”. Ela tinha um conhecimento profundo da sociedade goiana — a dos ricos e da classe média — e escrevia muito bem e era uma profissional, acima de tudo, ética, íntegra. Pode-se dizer que era uma espécie de rainha do colunismo social de Goiás. Além do colunismo social, que exercia com raro prazer — era dedicadíssima —, Laila era poeta. Sua poesia era precisa e, ao mesmo tempo, delicada, amorosa e perspicaz.
Ex-prefeito de Anápolis teve sua candidatura homologada junto a de Tayroni Di Martino para a vice e Marina Sant’Anna para o Senado




