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Joseph Conrad tratava Jack London como “companheiro de letras”

Jack London (1876-1916) impressiona como escritor e, por conta de seu espírito aventureiro, como homem. Sua ficção beira à transcrição imaginativa da realidade, dado ao seu caráter não raro autobiográfico. O autor americano escreveu dezenas de livros que, ao contrário de outras obras, podem ser relidas com prazer, porque, no geral, não parecem datadas.

Há biografias de Jack London, mas seu admirador também pode conhecê-lo, ainda que menos do que nas biografias, por intermédio de sua correspondência. O livro “Cartas de Jack London” (Edições Antígona, 382 páginas), com seleção, tradução e notas de Ana Barradas, é esplêndido.

Em 4 de junho de 1915, de Honolulu, Jack London escreveu uma carta para o sofisticado Joseph Conrad. O escritor polonês respondeu a 10 de setembro de 1915.

A carta de Jack London: “Caro Joseph Conrad: Os tordos despertam a madrugada cálida em meu redor. As ondas ressoam nos meus ouvidos quando batem na areia branca da praia, aqui em Waikiki, onde a erva verde que cresce em volta das raízes das palmeiras quase chega à fímbria da maré. A noite que passou foi dedicada a si... e a mim. "

“Eu tinha-me iniciado na escrita quando li as suas primeiras obras. Apreciei-as com verdadeira paixão e ao longo de todos estes anos comuniquei a minha apreciação aos meus amigos. Nunca lhe escrevi. Nunca sonhei em escrever-lhe. Mas ‘Victory’ [o romance ‘Vitória’] deixou-me rendido e aqui junto a cópia de uma carta que redigi para um amigo no fim desta noite em que não dormi. "

"Talvez se aperceba melhor do significado desta noite em que não dormi se lhe disser que foi imediatamente precedida de um dia em que velejei 60 milhas num sampã japonês, vindo da Leprosaria de Molokai (onde Mrs. London e eu fomos visitar velhos amigos) para Honolulu."

"Tudo isto tem a ver comigo."

“Aloha (que é a palavra gentil com que os havaianos se cumprimentam e que significa ‘que o meu amor esteja contigo’)."

A resposta de Joseph Conrad: "Tocou-me muitíssimo a sua amável carta, para não falar da intensa satisfação que me deu a aprovação vinda de um emérito oficial do mesmo ofício e um verdadeiro companheiro de letras, de cuja personalidade e arte me tenho apercebido intensamente desde há muitos anos. Justamente já uns dias estive com Percival Gibbon (um contista e muito distinto jornalista e correspondente de guerra) e estive a falar-lhe de si longamente, até alta madrugada. Gibbon, que acaba de regressar de 5 meses na frente russa, tinha estado a ler uma série de livros seus, mergulhando completamente na sua prosa. E admiramos, com a maior simpatia e respeito, a veemência da sua força e a delicadeza. Ainda não li o seu último livro. As recensões que tenho visto são entusiásticas. Tenho o livro em casa mas estou à espera de acabar uma coisa (curta) que ando a escrever agora para depois me sentar a lê-lo. Será a recompensa de me ter portado bem a trabalhar. Porque nos tempos que correm não é fácil escrever aqui. Neste preciso momento Dover está debaixo de fogo. Chegam até mim os estrondos dos disparos dos morteiros e metralhadoras — e não sei o que se passa. Na noite passada, passou um Zep por cima da minha casa (não foi a primeira vez) em direção a ocidente, para aquele bombardeamento a Londres de que já deve ter tido conhecimento pelos jornais. Além disso, neste momento tenho o pulso magoado, o que explica a minha caligrafia irregular. E por aqui me fico — de momento. Guarde-me na sua benévola memória e aceite um aperto de mão grato e cordial."

Gaguim diz que livrou Amastha de ser preso

Gilson Cavalcante O ex-governador Carlos Ga­guim (PMDB), candidato a deputado federal, em entrevista na semana passada ao site T1 No­tí­cias, disse que o prefeito Carlos Amas­tha (PP) escapou de ser preso, quando esteve à frente de um projeto junto à Fundação Uni­­ver­si­dade do Tocantins (Uni­tins). “Ha­via mais de 40 mil alunos correndo risco de ficar sem diploma por causa dos problemas dele com a ins­tituição”, lembrou Gaguim. “Os rei­tores que passaram por lá são tes­temunhas dos problemas que nós tivemos na Unitins por causa dele”, acrescentou o ex-governador. A reação de Gaguim foi com base nas críticas feitas pelo prefeito, em recente evento político-eleitoral, quando afirmou que os governos anteriores não fizeram nada pelo Taquari, setor periférico da Capital. Amastha chegou a declarar que vai colocar uma barreira no bairro para a chapa de oposição ao governo não entrar no local.

Desabafo e desafio

Gaguim fez um desabafo e um desafio: “Ele (Amastha) chegou aqui há pouco tempo. Construiu um shopping adquirindo aquele terreno praticamente a custo zero, e eu era o presidente da comissão que aprovou o projeto. Ele anda numa cidade iluminada com o programa de iluminação que eu fiz como governador. Inclusive a iluminação do Taquari. Ele devia era respeitar as pessoas que estavam aqui e já trabalharam muito.” O ex-governador exigiu do prefeito que fosse respeitado. “Quan­do fui governador, eu que resolvi o problema dele no Ministério da Educação. Foram mais de dez visitas ao Ministério da Educação para evitar o descredenciamento da Unitins e garantir que os alunos tivessem o diploma, diante das irregularidades encontradas à época. Gaguim disse ainda ao site que as obras que estão em andamento em Palmas foram possíveis com recursos obtidos nos governos de Miranda e dele. “Palmas é de todos nós, Palmas é do povo, não é do Amastha, não. Quem é ele para colocar barreira em bairro da capital?”, questionou.

Entenda o caso

Amastha havia dito em discurso de campanha eleitoral em Taquari que considera aquele bairro um reduto seu. O prefeito criticou os ex-governadores — Siqueira Campos, Gaguim e Marcelo Miranda – por se sentir ofendido com as ações políticas que as lideranças do PMDB têm feito no bairro, citando obras realizadas por suas administrações. “Vocês imaginam que aquele po­vo sem vergonha (Marcelo, Ká­tia e Ga­guim), aquele cara que foi go­vernador por oito anos, aquele que ficou só mamando nas tetas do go­verno, a outra que é senadora que sempre foi do lado do governo e foi lá no Taquari falar mal do prefeito. Nunca fizeram nada por essa região, só aparecem de quatro em quatro anos. Já tiveram tempo pra fa­zer e não fizeram nada pela cidade”, afirmou o prefeito em seu pronunciamento.

Amastha atira para todos os lados

[caption id="attachment_13376" align="alignleft" width="300"]Prefeito de Palmas, Carlos Amastha: até o ex-aliado e ex-governador Siqueira Campos está no alvo   Foto: T1 Notícias Prefeito de Palmas, Carlos Amastha: até o ex-aliado e ex-governador Siqueira Campos está no alvo Foto: T1 Notícias[/caption] O prefeito de Palmas, Car­los Amastha (PP), não tem na­da a perder pelo menos nessas eleições. Por isso, foi escolhido pela base governista para ser franco-atirador contra os ad­versários políticos do governador San­doval Cardoso (SD). Não perdoa nem mesmo aliados. Até o ex-governador Si­quei­ra Campos (PSDB) tem sido o seu alvo. Não se sabe se es­ses tiros vão sair pela culatra, após o embate eleitoral deste ano. “Chega de Miranda, de Gaguim, de Siqueira”, esbravejou o prefeito, durante evento político no início da semana passada, em Taquaralto. E ironizou o velho Siqueira: “Estava na hora do velhinho se aposentar, ficar em casa, para que nós tomemos o seu lugar e possamos cuidar do Estado”. Amastha, que tem como candidatos de sua preferência nas eleições proporcionais Thiago Andrino (federal) e Major Negreiros (estadual), ambos do seu partido, criticou Marcelo Miranda e a senadora Kátia Abreu por terem membros da família disputando a eleição a deputado federal. O resumo disso tudo pode piorar ainda mais o desempenho eleitoral do governador candidato à reeleição. Pelo menos é o que acreditam os siqueiristas.

Encalhe leva O Popular a se tornar mais agressivo. Mas o jornal não consegue manter ritmo editorial

O encalhe levou o “Pop” a uma reação. Primeiro, afastou o gerente comercial, Paulo Lacerda. Agora, está tentando imprimir um tom mais crítico na cobertura diária. O problema é que o jornal parece que não consegue manter a mesma pegada. Num dia, está crítico, tanto ao governo de Marconi Perillo, do PSDB, quanto ao governo do prefeito Paulo Garcia, do PT. No dia seguinte, está mais frio do que geladeira.

Sindicatos na “chapa-branca”

O Sindicato da Polícia Civil do Estado do Tocantins (Sin­pol) e o Sindicato dos Dele­ga­dos da Polícia Civil do Estado do To­can­tins (Sindepol) declararam apoio à reeleição do governador e candidato à reeleição Sandoval Car­doso. “É um reconhecimento nos­so pela abertura, pelo diálogo e pelo apoio que Sandoval Car­do­so tem nos dado”, afirmou Moi­se­mar Marinho, presidente da entidade.

Sabatina

Como não conseguiu emplacar o seu projeto de candidato à sucessão do pai, nem mesmo como postulante ao cargo de senador, o ex-secretário Eduardo Siqueira Campos decidiu disputar uma das 24 vagas de deputado estadual. E foi logo cuidando de comprar diretórios e lideranças políticas. Investiu pesado nas bases de candidatos aliados, na tentativa de ser o parlamentar mais bem votado e, com isso, ser o presidente da Assembleia Legis­lativa. O clima ficou tenso e constrangedor dentro da base aliada. Por conta disso, alguns candidatos declinaram da ideia de disputar o pleito. Exemplo desse episódio foi a desistência do deputado Iderval Silva, cuja principal colégio eleitoral é a região do Bico do Papagaio.

Sabatina

As centrais sindicais dos trabalhadores que têm sede no Tocantins estão organizando um grande evento cujo intuito é levar a pauta de reivindicações e ouvir dos candidatos suas propostas para os servidores públicos. A sabatina está prevista para o dia 15 de setembro, em Palmas.

É de esmorecer

“É importante ressaltar a avaliação positiva do nosso governo. Mesmo com pouco tempo de gestão, a população já está entendendo que nossa principal preocupação é administrar bem o Estado.” Assim reagiu o governador e candidato à reeleição Sandoval Car­doso (SD), com relação aos números da primeira pesquisa Serpes. Na consulta, Sandoval aparece com 20,1% das intenções de votos, contra 52,7% do ex-governador Marcelo Mi­randa (PMDB), uma diferença de mais de 32%. Pelo ritmo, o pleito será mesmo decidido já no primeiro turno.

Apoio de prefeitos do Jalapão

Um grupo de 27 prefeitos da região Nordeste e do Jalapão visitou o governador Sandoval Cardoso (SD) em sua residência, no dia 18, para declarar apoio à reeleição do candidato da coligação A mudança que a gente vê. Os prefeitos assinaram um documento em que firmam o compromisso de engajamento na campanha do candidato.

Um romance sem fronteiras

“As Visitas que Hoje Estamos” foge ao romance tradicional, burguês e contemporâneo, sem contudo negá-lo. É pelo recorte de várias situações que o todo se impõe, sem perder o liame, ainda que não seja uma prosa costumeira e linear

Jogar a toalha

Com a avalanche de adesões que o candidato Marcelo Miranda vem recebendo de prefeitos, ex-prefeitos e outras lideranças políticas do interior do Estado, tem analista político dizendo que Sandoval Cardoso poderia jogar a toalha e admitir a derrota. Entendem que seria uma saída mais digna para o governador.

Kátia Abreu ganha direito de resposta

Tocantins_1885.qxdO Ministério Público Elei­toral, por intermédio da Pro­curadoria Regional Eleitoral no Tocantins, manifestou-se favorável ao direito de resposta requerido em representação eleitoral ajuizada pela senadora da República e candidata à reeleição Kátia Regina Abreu  (foto) em desfavor da Editora Globo SA, referentes a supostas ofensas sofridas na reportagem “Roteiro do Charme — as românticas missões parlamentares da senadora Kátia Abreu a nove países — na companhia do namorado”, publicada pela Revista Época, edição nº 844, datada de 4 de agosto de 2014.

A vida de um dos maiores estadistas de todos os tempos

Escrita pelo ex-reitor da Universidade de Oxford, Roy Jenkins, biografia resgata a vida de um dos mais importantes políticos da história, Winston Churchill. De sua trajetória como militar e correspondente de guerra ao cargo de primeiro-ministro britânico

Montagem de informações

Em sua representação, Ká­tia Abreu alega que a matéria é uma mon­tagem de informações com o propósito de prejudicá-la durante sua campanha para o Senado Federal.

Situação de “desgoverno”

Candidato a governador pelo PMDB, Marcelo Miranda reagiu entusiasmado aos números da primeira pesquisa Serpes divulgada recentemente. “Reflete exatamente o que estamos sentindo nas ruas, por onde temos passado. O povo já não suporta mais essa situação de desgoverno e de caos administrativo e quer uma mudança com quem tem experiência e vontade política de fazer.”