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Foto: Reprodução/Verdade Gospel[/caption]
Mesmo com escassos recursos, Lívio Luciano, candidato do PMDB a deputado estadual, fez uma campanha proposita, arrojada, e tende a obter votos em todo o Estado. O problema, como dizem os peemedebistas, é que, na aliança do partido, um candidato precisa obter entre 27 mil e 30 mil votos para ser eleito. Lívio é uma das apostas tanto de Iris Rezende quanto de algumas igrejas evangélicas. Trata-se de um craque político que, se eleito, fortalecerá a Assembleia Legislativa de Goiás.
Lívio Luciano, por ser auditor fiscal, é um dos políticos que mais entendem como funciona a gestão do governo do Estado.
Após pausa, o trabalho na obra da Praça Poliesportiva no Bairro Antônio Fernandes foi intensificado. Segundo o engenheiro da secretaria de Meio Ambiente do município, Rodolfo Teles, a pausa foi para complementar o projeto que propõe recuperar uma área degradada do bairro. O prefeito João Gomes (PT) visitou as obras para garantir a agilidade da construção, que deve ser entregue até fevereiro de 2015. No lugar do antigo campo de futebol, será construído um centro esportivo com mais de 18 mil m². Além da área de convivência, quadras cobertas, poliesportiva e de areia, o centro terá campo de futebol society, pistas de caminhada, skate, e de ciclismo, um teatro de arena, aparelhos de ginástica para terceira idade e playground.
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William O’Dwyer: “Daqui alguns anos, o polo farmacêutico goiano estará entre os primeiros do país”|Foto: Fernando Leite/Jornal Opcão[/caption]
Pela primeira vez na história, o polo industrial farmacêutico goiano atingirá mais de 33% da produção nacional de todos os tipos de medicamento. O dado é do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas do Estado de Goiás (Sindifargo). Até o fim do ano, a produção em Anápolis, Goiânia ou Aparecida de Goiânia chegará a mais de 1,3 bilhão de caixas. O mercado nacional, assim, deverá fechar o saldo de R$ 4 bilhões de unidades fabricadas para o varejo. São produzidos medicamentos similares, medicamentos isentos de prescrição e que necessitam de receita, como os antibióticos.
Segundo o secretário de Indústria e Comércio, William O’Dwyer, o resultado reflete os investimentos do governo estadual, os incentivos e a atração provocada pelo sucesso de empresas pioneiras, como o laboratório Teuto e a Neoquímica. “Estas ações possibilitam o aumento do portifólio de produção, a transferência de linhas de produção de São Paulo para Goiás e manutenção em programas de qualificação de mão de obra”, acrescenta.
O’Dwyer destaca o programa de incentivo fiscal Produzir que, desde 2001, beneficiou 87 empresas ligadas ao setor farmoquímico, no Estado. As empresas beneficiadas investiram R$ 1,6 bilhão na economia goiana. Além do destaque nacional, as ações no setor geraram mais de 12 mil postos de trabalho. No quadro nacional, tanto a produção industrial, quanto a geração de emprego estão em queda. A perspectiva goiana é de expansão. “Uma indústria atrai a outra e, assim, forma-se um grande parque industrial. Daqui alguns anos, o polo farmacêutico goiano estará entre os primeiros polos do país”, ressalta.
Para candidatos, militância e simpatizantes, este domingo vai ser cheio de emoções. E de decepções, também
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Kátia Abreu: “O Tocantins irá ganhar competitividade com melhoria logística” | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
A senadora Kátia Abreu (PMDB) garante que terá como uma das suas principais bandeiras, em seu segundo mandato, a contribuição para a melhoria da logística do Tocantins a fim de torná-lo o Estado da logística brasileira. Para isso, vai fazer gestões junto ao governo federal no sentido de investir mais nos projetos hidroviário, ferroviário e rodoviário, para que os produtos tocantinenses tenham mais competitividade.
Ela afirma que continuará a defender o agronegócio com uma visão sustentável, por entender que esse segmento é o filão da economia estadual. Ainda na área de desenvolvimento econômico, Kátia Abreu afirma que irá lutar para transformar o ecoporto de Praia Norte em uma zona de processamento para exportações. Na sua visão, os produtos do Estado vão ganhar, com isso, uma “boa fatia do mercado mundial.”
O Estado vive um momento preocupante, com baixos investimentos e capacidade de endividamento comprometida. Assim, o novo governante precisará fazer algumas intervenções para o Tocantins crescer
Stefan Zweig ao escrever seu ensaio “Erasmo, grandeza e decadência de uma ideia”, em 1928, talvez pressentisse que já traçava, de certo modo, o seu perfil e o destino que iria cumprir
O segundo turno para governador do Distrito Federal terá, tudo indica, o senador Rodrigo Rollemberg, do PSB, e o médico Jofran Frejat, do PR. O primeiro é bancado por Marina Silva e o segundo por José Roberto Arruda. Agnelo Queiroz, o Agnulo, deve ficar fora do processo, dada sua rejeição de quase 50%, a mais alta do país.
Representantes do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde de Goiás (SindSaúde) se reuniram com o prefeito João Gomes (PT) para debater propostas de melhoria salarial para os agentes comunitários e de endemias. O prefeito garantiu que, nos próximos dias, seja encaminhado à Câmara Municipal, o projeto de lei que prevê o piso salarial nacional, no valor de R$ 1.014. “Esses diálogos fazem com que o município avance no Plano de Cargos e Carreira”, afirmou o secretário de Saúde, Luiz Carlos Teixeira, presente na reunião. O piso nacional e a gratificação complementar são ressaltadas pelo secretário como formas de valorizar os colaboradores e garantir uma prestação de serviços qualificada aos anapolinos. “Agora estamos trabalhando a questão das portarias ministeriais para melhorar ainda mais a qualidade não só do plano, mas também das necessidades dos servidores”, complementou. Segundo João Gomes, a administração prioriza a busca em conjunto com a Câmara Municipal por melhorias para categoria. “Estamos sempre abertos ao diálogo para conhecer as necessidades de cada um e, assim, continuar nosso trabalho de valorização”, conclui.
O município anapolino aplicou 29,53% de seu fundo na área da educação e 18, 37% na saúde. O dado foi apresentado na terça-feira, 30, na Câmara Municipal de Anápolis, em reunião quadrimestral, entre representantes da prefeitura e da Casa. O encontro é realizado em cumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal (LFR) e tem a proposta de informar a população quanto aos investimentos da administração municipal e de garantir mais transparência nos serviços prestados à cidade. “Desde 2009, promovemos audiências públicas para que todos participem e entendam nossas metas fiscais, que priorizam sempre o desenvolvimento do município”, afirmou o secretário municipal da Fazenda, José Roberto Mazon. O prefeito João Gomes destacou que, com o diálogo sobre as prioridades de Anápolis, os investimentos são melhor avaliados e, assim, a prefeitura pode continuar promovendo ações que, de fato, beneficiem a cidade.
Há dois anos, a maioria da oposição não acreditava nem na possibilidade de Marconi se candidatar à reeleição. Sempre foi assim, mas, hoje, ele não só chega às urnas outra vez como tem possibilidade de vencer já no 1º turno
O tempo e espaço no cronômetro dos três presidenciáveis com chance de chegar aos votos do segundo turno dentro de três semanas
Rodrigo Normando
Discordo do artigo “Discípula de Paulo Freire assassina Machado de Assis” (Jornal Opção 2028), de José Maria e Silva. É um texto voraz em defender um cânone da literatura universal através de violência verbal e arrogância. Esta foi minha impressão ao ler o texto: “alguém quebrou o meu brinquedo”. Àqueles que concordam com a crítica e com o autor, peço minhas desculpas, mas, sem sombra de dúvida, discordo de umas boas vírgulas do que li. Não esqueçam de que a adaptação da obra não é para vocês, universitários, formados em Letras ou amantes da literatura como ela veio ao mundo. A adaptação é destinada aos estudantes do ensino médio que não dão a mínima para Machado de Assis e nem para livros em geral. Nem todos são assim, no entanto é evidente que a maioria esmagadora vai à escola porque é obrigada a ir. É com o intuito de aproximar aquilo que já é absurdamente distante da realidade desses jovens que a adaptação é feita; são leitores novos, que frequentam a escola e não têm o costume de ler ou que já a concluíram décadas atrás e estão, por sinal, sem qualquer contato com a literatura. Faço a vocês uma pergunta objetiva e clara: é tão mais importante que se leia a obra integralmente, sem adaptações ou o termo que preferirem, e não a compreendam com o mesmo ardor e paixão que aqueles que, como eu e vocês, têm na literatura a fonte de renda, do que adaptá-la e levar a história ao alcance de milhões de leitores em formação para que a compreendam? Faço-me valer das muitas adaptações que li para sustentar que todas tiveram um papel formidável para que eu, quando me sentisse pronto, arrancasse a obra integral das prateleiras e a lesse, mas dessa vez com o amor que hoje tenho. Caros amigos, adaptar é um passo para levar ao leitor em formação o interesse pela obra e não, de forma alguma, disputar com a obra original um patamar de igualdade dentro da literatura universal. Verifiquem, em uma escola pública de ensino médio, quantos alunos não preferiram a adaptação, quando em primeiro contato com a obra em si; e verifiquem, também, quantos outros alunos, após lerem a adaptação, não se interessam em ler a versão original. Não se trata de matar a obra, mas, sim, de abrir caminho para que ela possa existir em meio a contemporaneidade.
Rodrigo Normando é escritor.
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“Não é com beijaço que vão conseguir espaço”
Mônica Araújo
Ninguém desperta em alguém algo que já não exista. Não vi nas palavras do candidato Levy Fidelix (PRTB) nenhum incentivo ao ódio. Somos uma nação hétero e católica de nascença; então, não será da noite para o dia que isso vai mudar. Como as mulheres conquistaram espaço ao longo dos anos, como os negros avançaram tanto, assim também será com os homossexuais em geral. Não é com beijaço que vão conseguir espaço. Estão tentando enfiar à força uma nova forma de amor, mas estão fazendo de maneira errônea. A vida não é 8 ou 80, vamos com calma, porque se continuarem a forçar uma nova visão, terão a resposta à altura, serão repreendidos da mesma maneira. Portanto, vamos com calma. Outra coisa que eu vejo é que são poucos os que fazem baderna, realmente uma minoria, pois tenho inúmeros amigos gays que jamais se prestariam a esse papel do beijaço, por exemplo.
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“É ótimo que a Amazon passe como um trator sobre as editoras”
Epaminondas Silva A Amazon passará por cima de livrarias e editoras brasileiras feito um trator? Isto é ótimo. Ela demitirá profissionais de editoras? Excelente. Ela pode vir a prejudicar o lançamento de títulos em português? Torço por isso. Alguém ainda pode nutrir a ideia ingênua que Gutenberg inventou os tipos móveis por amor à leitura. Isto é tão verdade quanto Henry Ford inventou a linha de produção por amor aos carros. O efeito colateral destas duas invenções foi a expansão de mercado de consumo dos respectivos itens. Mas o objetivo era dinheiro. A experiência do Kindle é excelente. Claro que há ainda um ou outro ludista que até hoje não aderiu ao CD pela experiência inegualável do vinil. Mas um livro no Kindle é capaz de transformar leitores diletantes em constantes e leitores constantes em traças. Tem gente que há de achar isto ruim, porque a Amazon é predadora. A entrada da Amazon no Brasil levou uns bons três anos desde o anúncio da primeira previsão, em parte do empenho das editoras em evitar que o meteoro que ela representa as leve à extinção. É um bando de acendedores de lanterna a gás lutando contra a eletricidade. Quem não conhece a história está condenado a repetir seus erros. A Amazon vai dominar tudo? Outra lição da história: Microsoft rodava em 90% dos computadores do mundo. Tablets e smartphones estão destruindo este monopólio; Yahoo era um grande mecanismo de busca. Google o destronou humilhantemente. A questão é só criatividade. Editoras e livrarias brasileiras nunca pareceram demonstrar que investem nesta seara. O custo é virar asfalto para a Amazon. Mas nada impede que a Amazon sirva-lhes de asfalto no futuro. Vai depender do quanto estão dispostos a sair da zona de conforto em explorar os pobres leitores brasileiros, com lançamentos focados em blockbusters e cobrando uma fortuna pela cauda de dinossauro — isto é, quando o livro procurado está disponível nesta cauda. Não raro, alguém tem de ir buscá-lo lá fora. Onde? Na Amazon. E-mail: [email protected]“Editorial é análise perfeita de Iris”
Joãomar Carvalo de Brito O Editorial “O que Roosevelt e Churchill têm a dizer ao ressentido Iris Rezende” (Jornal Opção 2046) é uma análise perfeita do ex-governador, mas também das circunstâncias históricas, que estão determinando mais uma derrota do PMDB e prejudicando aliados. Joãomar Carvalho de Brito é jornalista e professor aposentado da UFG. E-mail: [email protected][caption id="attachment_17008" align="alignright" width="620"]
Aécio Neves cresceu nos últimos e voltou ao páreo
Marina Silva viu seu fôlego acabar, mas tem chance[/caption]
O tucano Aécio Neves ou Marina Silva (PSB/Rede)? A definição da dupla que iria ao segundo turno presidencial com Dilma Rousseff é o suspense que ficará até a noite de hoje, quando as urnas abrirem a boca depois de uma semana com sucessivas pesquisas de opinião eleitoral até o último momento.
Aos poucos, Aécio se aproximou da cotação marineira, sendo que a diferença entre eles caiu a cada uma das seis rodadas divulgadas pelo Datafolha desde setembro. Na primeira delas, Marina tinha a vantagem de 20 pontos. A diferença a favor da candidata chegou a três pontos na quinta-feira, 2. Ao mesmo tempo, outras seis avaliações do Ibope viram a vantagem marineira cair de 18% para 5%.
As perdas marineiras da época foram arrebatadas por Dilma? É possível, nas contas aritméticas das pesquisas. No Datafolha, a reeleição cresceu 5%. No Ibope, a presidente subiu 3%. Esses números demonstram, de quebra, que a pontuação de Dilma teria chegado ao teto e parado por ali no intervalo de um mês, numa indicação forte de segundo turno.
Retornemos à aritmética. As perdas sucessivas de Marina justificariam os ganhos não apenas de Dilma, mas também de Aécio. Se ela perdeu 17 pontos no Datafolha e 13 no Ibope, Aécio ganhou sete no primeiro e quatro no segundo. Dilma faturou, respectivamente, 5% e 3%.
A soma do lucro de Dilma e Aécio, juntos, foi a oito pontos no Datafolha e sete no Ibope. Como Marina emagreceu 17% e 13%, respectivamente, a sobra possivelmente a favor dos dois principais concorrentes é de nove pontos no Datafolha e seis no Ibope.
Portanto, o espólio de Marina pode explicar o avanço numérico da concorrência. Considere-se ainda que cada um dos dois institutos de pesquisa trabalha com a margem de erro de 2%, que pode ser para cima ou para baixo.
No período, no Datafolha, os votos nulos ou brancos caíram de 6% para 5%. Os indecisos desceram de 7% também para 5%. Os outros sete candidatos, somados, caíram de 5% para 3%. Entre eles, a perda geral foi traumática. Proporcionalmente, a evasão de eleitores chegou a 20%.
Na mesma época, no Ibope, os nulos ou brancos subiram um ponto: foram a oito. Os indecisos subiram dois pontos, foram a sete. Os outros candidatos, somados, subiram de dois pontos para três, numa expansão de 50%.
Enfim, as votações dos três candidatos nas pesquisas de quinta-feira, 2. O Datafolha atribuiu a Dilma o estacionamento em 40%. Marina desceu três degraus em uma semana e ficou com 24%. Aécio subiu outros três no período e chegou a 21 – empate técnico com Marina. A rejeição a Dilma foi a 32%; Marina, 15%; e Aécio, 21%.
No Ibope, também no intervalo de uma semana, Dilma subiu de 32% para 40%, numa coincidência com o placar do outro instituto. Marina, desceu de 29% para 24%, como no Datafolha. Aécio continuou estacionado em 19%, taxa inferior em dois pontos em relação ao outro instituto. A rejeição a Dilma ficou em 37%; Marina, 31%; e Aécio, 32%.
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Delação premiada do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa assustou a presidente, inclusive nos debates[/caption]
De tanto ouvir falar em corrupção no governo, a presidente Dilma Rousseff (PT) incorporou a palavra ao vocabulário de referência a obras da própria gestão. “Todo mundo pode cometer corrupção”, respondeu Dilma ao ser questionada sobre os escândalos na Petrobrás e ação eleitoral dos Correios a favor de sua reeleição, na noite do debate da TV Globo, iniciado na quinta-feira, 2.
A corrupção não é novidade, mas chama a atenção o fato de que Dilma abandonou, naquela noite, o uso do eufemismo malfeito quando se refere a roubo de dinheiro público na era PT. “Não quero no governo quem esteja comprometido com malfeito'”, prometeu demitir pessoas delatadas pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa como membros de corrupção na Petrobrás.
No contexto de uma entrevista exclusiva em oito de setembro, a presidente incluía o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, teoricamente gestor da Petrobrás e que sumiu de circulação há um mês, desde que vazou a delação de Costa ao Ministério Público e à Polícia Federal. Talvez ele apareça hoje para votar em Edison Lobão Filho (PMDB) ao governo do Maranhão.
“Eu demiti esse ex-diretor que agora está envolvido”, repetiu Dilma, na Globo, a mentira sobre Paulo Roberto Costa, que propalou antes em outro debate na TV Record. Na realidade, Costa pediu demissão da diretoria de Abastecimento da petroleira, como consta de registro em ata de uma reunião do conselho administrativo da empresa. A anotação inclui elogios do conselho a Costa.
Afastou-se em abril de 2012, mas continuou a participar do cotidiano da Petrobrás, no governo Dilma. Mesmo sem operar formalmente, Costa, amigo de Lula desde que o petista passou a trabalhar no Planalto em 2003, recebeu pelo menos 228 telefonemas da empresa. A informação consta de relatório sobre a quebra de seu sigilo bancário.
Às vésperas da eleição de hoje, surgiram informações que comprometem o esquema empresarial de Lula e o PT. Uma delação de Costa indicou que, entre 2010 e 2011, recebeu depósito de 23 milhões de dólares (R$ 57 milhões) em sua conta na Suíça. O dinheiro saiu das empreiteiras OAS e Odebrecht, sócias na montagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
Outro vazamento da Polícia Federal informou que a empreiteira Camargo Corrêa pagou R$ 40,9 milhões a duas empresas controladas pelo doleiro Alberto Youssef para lavar dinheiro arrecadado na corrupção da Petrobrás, GFD Investimentos e MO Consultoria. A manobra incluiria uma triangulação com a empresa Sanko Sider.
O doleiro Youssef seguiu o exemplo de Paulo Roberto, conterrâneo paranaense, e aderiu, na quinta-feira, à delação premiada para reduzir a pena de punição pelos rombos na Petrobrás, inclusive com a devolução de dinheiro. Os vazamentos da fala de Youssef prometem irrigar a campanha da oposição num provável segundo turno da eleição presidencial.

