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Sandes Júnior, filho do deputado federal Sandes Júnior, vai jogar num time de Portugal

Sandes Neto, filho do deputado federal Sandes Júnior, fez exames médicos e físicos no Vitória de Setúbal, de Portugal, e deve estrear em julho. Aos 19 anos, Sandes Neto, um atacante habilidoso, foi indicado pelo Cruzeiro de Minas Gerais. Por enquanto, o jogador permanece no Atlético goiano.

Chiquinho Oliveira, a teoria conspiratória em forma de gente, desagrada deputados estaduais

Há um perigo na política: falar e articular demais. O deputado Chiquinho Oliveira, do PHS, articula em excesso e está contrariando a maioria dos deputados da base aliada. Ele é considerado como “antipático” e “arrogante”. Além disso, Chiquinho Oliveira tem o vício típico do conspirador, quer dizer, acredita que todos estão conspirando contra ele. Quando encontra uma roda de deputados, vai logo perguntando: “O que estão falando de mim?” É típico de quem se considera o centro do universo.

O Popular vai valorizar o jornalista que escreve. Editor não pode se tornar burocrata

O cartão de visita de um jornalista é o texto que publica no jornal em que trabalha. Por isso, a cúpula do Grupo Jaime Câmara vai valorizar os jornalistas que escrevem. Acabou a era do editor que senta-se na cadeira, conversa com fontes mas não escreve uma linha. O “Pop” vai valorizar a produtividade de seus profissionais. Editor não é burocrata. Na semana passada, devido às demissões de Wanderley de Faria, João Carlos de Faria, Karla Jaime e Rosângela Chaves, a editora-chefe, Cileide Alves, fez algumas mudanças operacionais. Daniela Gaia substitui Rosângela Chaves na edição do “Magazine”. Gilberto G. Pereira é o novo editor de Opinião, assumindo o lugar de Karla Jaime. Silvana Bittencourt vai cuidar da abertura e Bruno Rocha Lima do fechamento da edição.

Cláudio Meirelles diz que Joaquim de Castro não pode ir para o TCM porque persegue prefeita

O deputado estadual Cláudio Meirelles (PR), denunciando que ele e a prefeita de Jussara, Tatiana Santos, têm sido perseguidos pelo ex-deputado Joaquim de Castro, não o apoia para conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Cláudio Meirelles frisa que, embora tenha “cara de bonzinho, Joaquim de Castro é perseguidor e age como coronel na região de Jussara”.

Três manchetes pertinentes dos diários goianos

Na quarta-feira, 8, os diários “Pop”, “Diário da Manhã” e “Hoje” deram manchetes divergentes. “Inflação em Goiânia é a maior desde 2003” é o título da manchete de “O Hoje”. A inflação é de 2,59%. Em março de 2003 chegou a 2,99%. De fato, era a grande notícia do dia. Quem faz compras em supermercados e feiras percebe que a vida diária ficou mais cara. “Projetos endurecem benefícios a servidores” é a manchete do “Pop”. O assunto interessa mais ao funcionalismo público. Mas significa que o Estado está se tornando mesmo menor, ou, como disse o governador Mar­coni Perillo, “necessário”. O “Diário da Manhã” publicou “Goiás terá rota para o Oceano Pacífico”. A Ferrovia Transoceânica (ou Trans­continental), que será construída pelos governos brasileiro, chinês e peruano, com 5,4 mil quilômetros, é um sonho antigo. Sairá mesmo do papel? Não se sabe. Por isso precisa ser “anunciada” com cautela pelos jornais. Três manchetes diferentes, mas todas pertinentes.

Jornais impressos vão sobreviver, porém menores e mais analíticos. Não dá para contornar a internet

Os grandes jornais brasileiros estão demitindo dezenas de repórteres, repórteres- fotográficos e especialistas em design. Porém, ao contrário do que divulgam alguns editores e repórteres de blogs, “Estadão” e “Folha” (ainda) não estão se preparando para abandonar o formato impresso. O que se vai fazer, para reduzir custos, é diminuir o número de páginas e de funcionários — mantendo um produto mais enxuto (e cada vez mais analítico). O custo de se publicar na internet é mais baixo. O custo do produto impresso é muito alto e envolve estruturas e logísticas muito maiores e complexas. A experiência do “Jornal do Brasil”, que migrou 100% para a internet e perdeu fôlego — não tem mais importância para o mercado, embora sua crise fosse anterior, quando passou para as mãos de quem não era do ramo jornalístico —, assim como o fracasso da “Newsweek” (nos Estados Unidos), assombra todos os dirigentes de jornais e revistas. Como o mercado é altamente competitivo, vai ser difícil aparecer aquele que vai atirar a primeira pedra. A maioria absoluta das verbas publicitárias ainda é direcionada para os veículos impressos. Há outra questão: os que defendem o primado das publicações virtuais deixam de perceber um fato óbvio, mas nem tanto, diria Darcy Ribeiro: parte dos blogs e redes sociais (a “Folha de S. Paulo” já publicou uma reportagem a respeito) busca suas informações mais relevantes nos veículos impressos. Raramente produzem informação de qualidade, confiável, apurada com cuidado. Outro problema dos blogs é que, ao contrário dos grandes grupos, empregam, quando empregam, poucos trabalhadores. Talvez seja possível reinventar as cooperativas jornalísticas, seguindo o modelo francês. Um fato é inescapável: o grupo de comunicação que ainda não percebeu a força da internet, e como potencializa sua inserção no mundo globalizado, tende a sucumbir. Não dá para resistir e contornar a internet. O fundamental é usá-la bem para divulgar aquilo em que se acredita. [A pintura acima é de José Ferraz de Almeida Júnior]

Um mergulho no Centro-Norte da Índia

Jornal Opção revela, em série de reportagens, um pouco da cultura e costumes do país berço do budismo

Eli Brasiliense, o centenário que se fez conhecido pelos “garimpos de Goiás”

Este é o segundo dos quatro escritores goianos que completariam 100 anos neste ano. O primeiro foi José J. Veiga

Os quatro filhos de 1915: José J. Veiga, Eli Brasilense, Bernardo Élis e Carmo Bernardes

[caption id="attachment_32666" align="alignleft" width="620"]Fotos: Reprodução Fotos: Reprodução[/caption] José J. Veiga – Em 2 de fevereiro de 1915, nas­ceu José Veiga, que depois de alguns anos, botaria um J. (da mãe, Maria Marciana Jacinto Vei­ga) e se consagraria como um dos varões da li­teratura goiana. Distante de ser considerado um escritor regionalista, Veiga viveu muito tempo no Rio, numa época em que a Ditadura Militar assombrava os brasileiros. O autor de “Os Ca­valinhos de Platiplanto” sempre pediu cuidado com o rótulo, que alguns críticos davam à sua obra: “literatura fantástica”; até porque, para ele, o fantástico nada mais é que a distorção da realidade.   [caption id="attachment_32667" align="alignleft" width="620"]Divulgação Divulgação[/caption] Eli Brasiliense – “As temáticas são atuais, fazem parte da essência do ser humano. Elas passam de geração a geração. Os personagens têm uma definição muito bem feita. Ele mergulha na alma e cria seus personagens. Sua linguagem é própria; ele se distingue com seu estilo”, diz o escritor Miguel Jorge sobre a obra e a genialidade de Eli Brasiliense. O autor do romance “Pium” é o segundo da folhinha que celebraria seu centenário neste ano. Foi no dia 18 de abril que nasceu Eli, num Tocantins que ainda pertencia ao Estado de Goiás.   [caption id="attachment_32668" align="alignleft" width="620"]Reprodução Reprodução[/caption] Bernardo Élis – Em 15 de novembro, nasceu Bernardo Élis Fleury de Campos Curado ou apenas Bernardo Élis. Foi em Corumbá de Goiás, bem como José J. Veiga, que nasceu o escritor, que é considerado um dos maiores nomes da literatura goiana. O autor do livro de contos “Ermos e Gerais” foi o primeiro e único goiano a entrar para Academia Bra­sileira de Letras. Bernardo é filho do poeta Érico José Curado e de Marieta Fleury Curado. Além de contista e poeta, ele exerceu os ofícios de advogado e professor.   [caption id="attachment_32669" align="alignleft" width="620"]Reprodução Reprodução[/caption] Carmo Bernardes – Ao contrário dos ou­tros três escritores, como bem ressalva o professor e escritor Heleno Godoy, em Carmo Ber­nardes cai bem o título de regionalista. A sua linguagem era recheada de um vocabulário “regional” que alinhavava suas histórias. Além dis­so, Carmo traz em sua história a curiosa historieta: por mais que acompanhe seu nome o termo “goiano”, o escritor se fez goiano. É que ele nasceu em Minas. O regionalista chegou ao mun­do no finalzinho de 1915, em 2 de dezembro, e dele se despediu no dia 25 de abril de 1996.

Churrascão do Retetê no Martim Cererê

[caption id="attachment_32664" align="alignleft" width="620"]Divulgação Divulgação[/caption] Já sabe o que é um Retetê? Bom, a gente também está se mordendo de curiosidade para descobrir. Tudo que o trio Caio Alê, Carol Maia e Lucas Manga, responsável pelo selo, informou é que eles vão muito além das badaladas festas Bapho e do El Club e agitarão outros cantos da cidade. A prévia já é neste sábado, 18, no Martim Cererê. E nada mais justo que um “Churrascão” para começar bem os rolês que vêm por aí. O churrasco fica por conta da galera da Ambiente Skate Shop e será regado com bebidas da goiana Fiu-Fiu, além de outros drinks e cervejas. E se prepara que os Djs Daniel de Mello, Chaul, Victor Basílio e Tatá Calaça embalam a tarde com uma mistura de músicas brasileiras + hip hop + pop. A entrada custa dez mangos.

Emicida + Pitty + Rael

Enfim, chegou galera! É neste sábado, 18, que o Jaó Music Hall se estremece com o Festival Na Lata, ou melhor, se estremece com os show de Emicida, Pitty e  Rael. A noite começa em alto e bom som com o set do Dj Daniel de Mello. Os ingressos do primeiro lote custam R$ 50, a meia entrada. E se você não tem carteirinha de estudante, é só levar 1 kg de alimento não perecível que a meia entrada está garantida. Além da venda online, os ingressos estão disponíveis na Tribo, na Ambiente Skate Shop, Della, BR Mania e no Komiketo. Vale lembrar que só é permitida a entrada para maiores de 18 anos.

Bora curtir o Mar em Brasília?

Em despedida da turnê do primeiro álbum autointitulado, a Banda do Mar agita a Orla do Lago, em Brasília, pelo Muv Festival. O trio Mallu Magalhães, Marcelo Camelo e Fred Ferreira embalam a noite do festival, mas a festa começa ao meio dia trazendo diversas atrações. Pode se animar, pois tem a banda Projota, os Djs Chico Aquino, Hugo Drop, a Moranga Sample, o Coletivo Índios, O Bando, além de concurso de bandas e cultura urbana servida a foodtrucks e esportes. É neste sábado, 18, e os ingressos custam R$ 50, a meia entrada.

Agenda

  1. Nos dias 17, 18 e 19, o beco da Co­­­dorna recebe 50 grafiteiros para a inauguração da Associação dos Graffiteiros de Goiás e da Galeria Upoint. Além de exposições de telas, ha­verá shows, Break Dance e Sound System.
  2. A Fresno leva, pela primeira vez, um show a Anápolis. Com formato acústico, a apresentação relembra as canções dos três primeiros álbuns da banda. É no sábado, 18, no Centro Cultural Joana Dark e os ingressos custam R$ 30 (1° lote).
  3. A segunda rodada do Cinema Pela Verdade exibe o filme “Em Busca de Iara” no Cine UFG, nesta terça-feira, 14, às 19h00. Na quinta, como fechamento da mostra, será exibido o filme “Osvaldão”. Após as sessões, é realizado um bate-papo com palestrantes.

Lançamentos

Livro

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Sete Noites em Claro Em seu primeiro livro, o goiano Luis Maldo­nalle abrange o medo como personagem central, enquanto conduz o leitor por um cami­nho escuro. O e-book está à venda na Amazon. Autor: Luis Maldonalle Preço: R$ 9,99  
 

Música

Música
Reason A artista belga Selah Sue lança seu 2° álbum. Intitulado “Reason”, o álbum é considerado pela cantora como “o equilíbrio perfeito” que ela buscava em diversos estúdios. Intérprete: Selah Sue Preço: R$ 35,90  
 

Filme

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Gravidade A edição especial com dois discos Blu-Ray do vencedor do Oscar em 2014, o filme Gravidade, chega agora às prateleiras brasileiras. É só correr às livrarias! Diretor: Alfonso Cuaron Preço: R$ 59,90  

“A classe média vai pagar caro pelos efeitos da redução da maioridade penal”

Sociólogo e professor da UFG alerta para danos aos jovens decorrentes da mudança na lei, como disparada de acidentes, do consumo de bebidas e da exploração sexual