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Júnior Friboi comentou com aliados políticos que não sabe porque será convocado pela CPI do BNDES, pois não participa, desde 2010, da direção da JBS-Friboi. A empresa é dirigida, há vários anos, pelos irmãos Joesley e Wesley Batista. Por que, se não participa do comando da JBS — da qual teria saído com 10 bilhões limpinhos —, a cúpula da CPI decidiu convocá-lo? Aliados suspeitam que tem a ver com a possibilidade de ele disputar o governo de Goiás em 2018. “Há o dedo do PMDB e do senador Ronaldo Caiado, se a convocação for mesmo um fato”, afirma um aliado de Friboi.
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Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
No momento, Friboi está mais preocupado em organizar o frigorífico Mataboi, tornando-o o mais produtivo possível, e com a instalação de filiais do Beef Bistrô, dirigido por uma filha, em várias capitais e cidades de grande porte. O Beef Bistrô é uma “butique” sofisticada de carnes. Em Goiânia é bem-sucedida. O empresário quer testá-lo noutros Estados.
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Maione Padeiro, delegado Waldir Soares e professor Alcides Ribeiro Filho[/caption]
Presidente da Associação Comercial de Aparecida de Goiânia-Jovem, Maione Padeiro planeja disputar a Prefeitura de Aparecida de Goiânia pelo PSDB.
Porém, o candidato dos sonhos do governador Marconi Perillo permanece sendo o deputado-delegado Waldir Soares. Se não der, deve bancar o professor Alcides Ribeiro Filho.
Maione, frisa um tucano de bico longo, deve ser candidato a vereador.
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Secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão | Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
A secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão, vai debater com empresários de Aparecida de Goiânia, na terça-feira, 11, às 8 horas, durante o 3º Café Empresarial Jovem. Participam do evento integrantes da Aciag Jovem, da OAB Jovem, da Fieg Jovem, da Acieg Jovem e da AJE. É a primeira vez que Ana Carla participa de um encontro no município. Ela vai ser questionada sobre a antecipação do ICMS.
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Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil[/caption]
Se quiser, o governador Marconi Perillo (PSDB) poderá indicar aliados para cargos federais em Goiás. A recomendação é da presidente Dilma Rousseff (PT).
O tucano-chefe agradeceu à presidente Dilma Rousseff, mas decidiu não fazer nenhuma indicação — não por arrogância, e sim por lealdade ao seu partido. A petista-chefe apreciou a decisão do tucano goiano.
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Foto: Walter Alves[/caption]
Não tem espaço para outro nome. O candidato do governador Marconi Perillo (PSDB) em Senador Canedo é o prefeito Misael Oliveira (PDT, a caminho do PSDB).
O tucano-chefe avalia Misael Oliveira como um aliado leal e posicionado. No primeiro turno, embora Vanderlan Cardoso não seja muito leal — tanto que não quer apoiar sua reeleição —, o prefeito decidiu apoiá-lo. No segundo turno, quando Vanderlan decidiu ficar “neutro”, Misael Oliveira assumiu o comando da campanha de Marconi em Senador Canedo e nas cidades vizinhas.
Marconi Perillo vai subir no palanque de Misael Oliveira e tem conversado com frequência com o prefeito, sempre sugerindo que foque sua atenção mais na gestão do que na política.
Quando era o poderoso diretor de Jornalismo da Organização Jaime Câmara, Luiz Fernando Rocha Lima bancava as polêmicas, às vezes artificiais e de uma tibieza intelectual impressionante, da repórter Fabiana Pulcineli. Com a “queda para o alto” de Rocha Lima, que não pertence à corte de “estrangeiros” do presidente Cristiano Câmara, la Pulcineli caiu em desgraça. A repórter pode até demorar um pouco mais, mas pretende sair de “O Popular”.
O jornalismo construído por Luiz Fernando Rocha Lima, o ex-diretor de Jornalismo, e Cileide Alves, a editora-chefe (cada vez menos chefe), foi inteiramente desconstruído pelo trio Cristiano Câmara, Maurício Duarte e o consultor Eduardo Tessler (agora, com o apoio de Nelson Nunes e Fabrício Cardoso, egressos do “Diário de S. Paulo”). As reportagens e artigos sobre política — a maioria críticas, às vezes gratuitas, ao governador Marconi Perillo, do PSDB — perderam espaço para notícias de polícia (o ponto forte), moda, entretenimento, comportamento e amenidades. Resultado: nas férias de Cileide Alves, em julho, o acesso do jornal subiu e superou o do “Diário da Manhã”. Os consultores do jornal criticaram a gestão de Cileide Alves — que às vezes mal consegue produzir uma grande manchete para a primeira página. Eles sugeriram que o jornal precisa ter pelo menos três manchetes de impacto.
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Marconi Perillo e Vanderlan Cardoso | Fotos: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
O presidente do PSB em Goiás e pré-candidato a prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso, está operando — inclusive buscando o apoio da senadora Lúcia Vânia e do deputado federal Marcos Abrão —, de maneira intensiva, para se aproximar do governador Marconi Perillo.
Até agora, embora não seja rancoroso, o tucano-chefe não deu muita atenção aos insistentes recados de Vanderlan Cardoso. Mas é fato que Marconi gostou de saber que o empresário não quer ser vice de Iris Rezende em Goiânia.
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Secretária Ana Carla Abrão | Foto: Ascom / Sefaz[/caption]
Ana Carla Abrão gostaria de ser ministra da Fazenda ou do Planejamento ou presidente do Banco Central num possível governo tucano, a partir de 2019. Mas também é cotada para disputar o governo de Goiás.
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Ozair José, vice-prefeito de Aparecida de Goiânia[/caption]
Um aliado do petista Ozair José sugere que, em Aparecida de Goiânia, o PT criou a “genrocracia”. O vereador Helvecino Moura não aceita a candidatura de Ozair a prefeito e planeja lançar seu genro, Adriano Montavoni. Na verdade, quer colocá-lo como vice de Euler Morais ou Gustavo Mendança, do PMDB.
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Euler Morais e Gustavo Mendanha[/caption]
Em Aparecida de Goiânia, o prefeito Maguito Vilela, do PMDB, planeja lançar seu secretário de Governo, Euler Morais, à sua sucessão. Mas seu filho, o deputado federal Daniel Vilela, tem outro plano e quer lançar o vereador Gustavo Mendanha. Significa uma crise? Não, pois, no final, o parlamentar seguirá as regras do pai.
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Adriana Accorsi| Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
A deputada estadual Adriana Accorsi vai carregar o pesado karma do PT nacional em Goiânia. Embora seja uma política ética, se disputar a Prefeitura de Goiânia, terá seu nome associado à camarilha do PT.
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Dilma Rousseff| Lula Marques/Agência PT[/caption]
A corrupção gerou uma crise moral que vai abalar o PT eleitoralmente. A baixa popularidade da presidente Dilma Rousseff — talvez incontornável — é um reflexo disso.
Porém, para a maioria das pessoas, a crise econômica, que está “roubando” empregos, é mais significativa do que a crise moral. Por isso, não se pode dizer que o PT está morto. O partido está baleado e, “internado” na UTI, corre risco de morte política.
Entretanto, se a economia melhorar entre 2017 e 2018, um político como Lula da Silva — se não for tragado pela Operação Lava Jato — será um candidato competitivo a presidente da República.


