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Articulador intertribal da primeira edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, Marcos Terena visitou o governador Marcelo Miranda para agradecer o apoio do governo ao evento realizado em Palmas, entre 23 e 31 de outubro. “A gente não pode esquecer os aliados e um deles é justamente o governador, pelo apoio que ele deu na logística operacional do Comitê Intertribal”, destacou o líder indígena, que também comentou a marcante participação dos tocantinenses, uma vez que os xerentes se sagraram campeões mundiais no futebol masculino e vice-campeãs no futebol feminino. O governador parabenizou o articulador pela idealização do evento: “Para nós foi uma alegria poder ter colaborado com a realização desse grande evento. E assim como nos jogos, o governo do Estado continua parceiro para que políticas públicas beneficiem não só os indígenas, mas todos os cidadãos tocantinenses”, ressaltou. “Vocês estão de parabéns porque mostraram para o mundo que são unidos e que, muito mais do que competir, os jogos foram para celebrar. Vocês foram uns heróis dentro e fora da arena”, elogiou Marcelo Miranda.
O deputado federal Daniel Vilela planeja assumir o comando do PMDB para garantir sua candidatura a governador de Goiás em 2018. Daniel Vilela conta com o apoio do deputado estadual José Nelto, que prefere ver o curupira a conversar com Iris Rezende nas encruzilhadas da vida.
Os vereadores de Palmas Rogério Freitas (PMDB), presidente da Câmara, Hiram Gomes (PSDB) e Milton Neris (PR) foram ao Ministério Público Federal para protocolar representação visando impedir a alteração da Lei Complementar que confere à Assembleia Legislativa poderes de decisão sobre a região metropolitana de Palmas. Segundo os parlamentares municipais, a lei fere os princípios constitucionais e o Estatuto das cidades, uma vez que essa atribuição é competência das câmaras municipais. Neris disse que o deputado Wanderlei Barbosa, autor daquele projeto, visa atender objetivos pessoais, uma vez que se tornou adversário político do prefeito da capital, Carlos Amastha (PSB), além de pré-candidato ao paço municipal no próximo pleito. O projeto aprovado pela Assembleia Legislativa foi alvo de duras críticas. O presidente Rogério Freitas disse em tom ríspido: “A câmara entende como uma afronta ao estado democrático de direito, uma aberração jurídica, que aconteceu não se sabe por equívoco ou se por má fé da maioria dos deputados que a aprovaram”. Caso a lei seja sancionada, Hiram Gomes defendeu uma segunda medida jurídica: “Além da representação no MPF, podemos, e a Câmara deve assumir este papel, movimentar e buscar assinaturas nas ruas se for preciso, para uma grande ação popular”. A ação é cabível por que a alteração proposta cria obrigações financeiras para os municípios e munícipes, argumentou Gomes. “Nossa grande região metropolitana não atinge 500 mil habitantes. Um bairro de uma grande metrópole”, disse irônico. Para ele, a Assembleia inovou juridicamente ao criar um quarto tipo de unidade federativa. Antes eram Municípios, Estado e União... agora tem também a Assembleia Legislativa.
O prazo para que os deputados estaduais apresentassem emendas à proposta da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) 2016, se encerrou no dia 4. Vários parlamentares, entre os quais Eduardo Siqueira Campos (PTB), Olyntho Neto (PSDB), Luana Ribeiro (PR) e Valderez Castelo Branco (PP). O relator da LDO de 2016 é o deputado Amélio Cayres (SD). Após o recebimento de todas as emendas, ele terá 15 dias úteis para apresentar o parecer na Comissão de Finanças, Tributação, Fiscalização e Controle.
A pré-candidatura de Luiz Bittencourt a prefeito de Goiânia retirou o PTB de Jovair Arantes dos braços de Iris Rezende. Jovair Arantes não fala mais em aliança com Iris Rezende e não discute a possibilidade de seu filho, o deputado estadual Henrique Arantes, ser o vice do peemedebista-chefe na disputa pela Prefeitura de Goiânia. Jovair Arantes articulou a pré-candidatura de Luiz Bittencourt como um recado ao governador Marconi Perillo, mas acabou devolvendo o PTB à base do alto tucanato.
César Halum (PRB) cobrou da tribuna da Câmara dos Deputados uma posição mais firme do governo federal a respeito dos atrasos no repasse de recursos financeiros de financiamento firmados pelo Tocantins junto ao Banco do Brasil. São R$ 245 milhões que deveriam ter sido pagos até o dia 31 de dezembro de 2014, mas que ainda não foram creditados na conta do Estado, referentes aos projetos Pró-Município e Pró-Rodovia. “No ano passado, o Planalto autorizou que os Estados tivessem um financiamento para suportar a redução da arrecadação. O Tocantins fez. O Banco do Brasil começou a cumprir o contrato. Pagou a primeira e a segunda parcela, mas, quando passaram as eleições, não pagou mais. Casos como esse também acontecem no Piauí e Sergipe”, explicou. Durante reunião em Brasília com a presidente Dilma Rousseff (PT), o governador Marcelo Miranda (PMDB) cobrou uma atitude sobre a questão. Em outro encontro, com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o governador fez a mesma cobrança. Tanto a Presidência, quanto o ministério teriam ordenado o pagamento. “O governo do nosso Estado tem insistido junto à Secretaria do Tesouro Nacional. Já houve ordem da presidente Dilma e do ministro Levy, mas parece que ordem da presidente da República não vale, porque ninguém obedece. Então, as coisas estão ficando esculhambadas neste País, o governo está virando um trapalhão, ninguém sabe quem comanda o Brasil na atual situação”, reclamou o republicano.
Vereador do PR se notabiliza por ser um dos mais duros críticos da administração do prefeito Carlos Amastha
Indicando que o PTB não vai mesmo deixar a base governista, Henrique Arantes participou, até com entusiasmo, da reunião dos deputados estaduais com o governador de Goiás, Marconi Perillo.
Bombeiros experimentados, com anos lutando para apagar incêndios, estão trabalhando, sobretudo nos bastidores, para reconciliar politicamente o governador Marconi Perillo e o deputado federal Jovair Arantes, presidente do PTB. Marconi Perillo e Jovair Arantes não conversam há um ano. O fato é que, apesar da crise — provocada em parte porque, para reduzir o tamanho do Estado, o tucano-chefe diminuiu os cargos comissionados —, os dois políticos sempre se deram muito bem.
A senadora Lúcia Vânia, presidente do PSB em Goiás, reforça a ação da secretária da Fazenda, sua filha Ana Carla Abrão Costa, e nas reuniões privadas e nas solenidades públicas sugere que todos exijam a nota fiscal nas compras.
Numa solenidade da Agehab na sexta-feira, 6, a senadora Lúcia Vânia elogiou o governador Marconi Perillo. De maneira entusiástica. Os dois tendem a caminhar juntos em 2018. Em 2016, se Vanderlan Cardoso for para o segundo turno, Lúcia Vânia deve trabalhar para conquistar o apoio do tucano-chefe. Se for contra Iris, o apoio é praticamente certo.
Senadora filiou-se ao PMDB, mas continua absoluta no PSD, de onde saiu deixando os filhos; nas próximas eleições, mesmo não disputando cargo, ela terá peso decisivo nas composições partidárias
Para colaborar na reorganização das contas do Estado, a secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão Costa, propõe cortar 10% nos salários do primeiro e do segundo escalão do governo de Goiás. A maioria dos secretários não concorda com o corte e chega a dizer, nos bastidores, que os salários são baixos.
Ao lado do governador Marconi Perillo, o secretário de Gestão e Planejamento, Thiago Peixoto, com discrição e eficiente, é um dos criadores da agenda positiva do governo de Goiás. Thiago Peixoto lança na segunda-feira, 9, no Palácio Pedro Ludovico, o Goiás Mais Competitivo.
Na terça-feira, 10, e na quarta-feira, 11, o chefe da Segplan, Thiago Peixoto (PSD), vai comandar a reunião do Fórum dos Governadores do Brasil Central. O governador Marconi Perillo deve ser eleito coordenador.

