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Vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eliton, que coordena execução do Inova Goiás, é um dos integrantes da comissão
Protesto reuniu cerca de 2 mil pessoas, que também pediam intervenção militar no País
Na gravação, é possível ouvir os tiros enquanto a banda americana Eagles of Death Metal se apresentava
Jovens foram espancados por grupo na saída de uma boate, na França
Gravação circula em conversas no WhatsApp. A autoria das imagens é desconhecida
Ambos morreram no local dos acidentes. Informação foi repassada pela Procuradoria Federal da Bélgica
Vereador respondeu o deputado estadual Humberto Aidar, que havia afirmado que o vice-prefeito Agenor Mariano deveria renunciar após críticas ao reajuste do IPTU
Presidente participou do encontro que precedeu o início da décima Cúpula do G20, que reúne as principais economias avançadas e emergentes do mundo
Com escolha unânime de Marconi para a presidência do consórcio, trabalho agora será para definir ações prioritárias. Thiago Peixoto estará à frente do processo
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A jornalista engasgou e precisou conter as lágrimas | Foto: divulgação/ Rede Globo[/caption]
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A jornalista Sandra Annenberg, da Rede Globo, se emocionou neste sábado (14/11) durante o plantão de notícias sobre os atentados terroristas em Paris, na França, na última sexta-feira (13). Annenberg participou com várias entradas ao vivo no programa "É de Casa", e teve que conter as lágrimas ao falar sobre as 128 mortes que estavam sendo confirmadas no momento.
Esta não é a primeira vez que a jornalista não consegue conter a tristeza ao vivo. Este ano, a âncora do Jornal Hoje chorou pela morte da jornalista Beatriz Thilmann, que faleceu em março. Na ocasião, o telejornal exibia uma reportagem sobre a jornalista e, ao voltar para a bancada, Sandra Annenberg se mostrou emocionada.
Paris foi alvo de atentados, que já foram reivindicados pelo grupo radical Estado Islâmico, na última sexta-feira. Até o momento, foram confirmadas 129 mortes, 352 pessoas feridas, sendo que destas 99 estão em estado grave.
Ex-deputado é o nome do PTB para a disputa municipal do próximo ano em Goiânia e fala que, depois de quase cinco anos afastado da política, está mais “maduro” e “agregador”
O falecido senador Onofre Quinan é apresentado fazendo lobby para a empreiteira Mendes Júnior, querendo “salvar o insalvável”, nas palavras de Fernando Henrique Cardoso. Deputado federal é apresentado como um “tal Balestra”
Você sabe que as histórias tradicionais da literatura brasileira são importantes, mas às vezes são modorrentas, eliminando conflitos, na busca de um consenso onde o que a faz funcionar é o dissenso... Você não tem como fugir aos livros massudos e das análises didáticas, não raro redutoras e aproximando autores que são divergentes e não se complementam... Pois bem: saiu um livro, de 630 páginas, que vai ajudá-lo a pensar e, até, repensar a literatura patropi e, inclusive, sua crítica. Trata-se do polêmico, irrequieto e culto “A Poeira da Glória — Uma (Inesperada) História da Literatura Brasileira” (Record), do doutor em Filosofia Martim Vasques da Cunha.
Martim Vasques da Cunha examina a literatura dos autores, como Graciliano Ramos e Guimarães Rosa, dialoga com a chamada “fortuna” crítica e expõe suas ideias, às vezes nada canônicas, mas convincentes. E, apesar do desgaste da palavra, instigantes.
O leitor vai se deliciar com o fato de que Martim Vasques da Cunha escreve e pensa bem, o que é raro, e não apenas no Brasil. O texto é delicioso. Motivo? Sua prosa e sua interpretação são uma coisa viva, pulsante. Há tantos insights, a serem expandidos em outros livros, que não será surpresa se estudantes de mestrado e, mesmo, doutorado encontrarem temas e abordagens para seus trabalhos.
Martim Vasques da Cunha faz crítica literária, historia com precisão — embora não seja sua pretensão, por certo — e usa a filosofia para abrir novos canais na literatura patropi. Muitos constroem diques; o crítico abre canais.
É provável que especialistas ranhetas vão dizer: “O autor poderia ter ampliado a análise de alguns autores”. Poderia, de fato. Mas o que fez já é relevante e, certamente, vai forçar outras histórias a dialogarem com esta história rebelde ou rebelada da literatura brasileira.
O livro “O Último Império — Os Últimos Dias da União Soviética” (Leya Brasil, 544 páginas, tradução de Luiz Antonio Oliveira), do historiador Serhii Plokhy, sublinha que o socialismo ruiu porque a Rússia e a Ucrânia, as duas maiores repúblicas, discordaram da manutenção do Estado unificado. A Influência dos Estados Unidos na debacle é menor do que se imagina.
Ruy Castro é um dos jornalistas patropis que mais entendem de música e sabem histórias de seus criadores. “Chega de Saudade” é a biografia mais ampla, amorosa e racional da bossa nova. Não há nada igual no e fora do país. É uma delícia, para usar uma palavra, digamos, emocional. Agora, o biógrafo, crítico e historiador da música volta às livrarias com um livro que certamente vai entrar para a lista de todos aqueles que apreciam a arte dos bons cantores, compositores e músicos: “Noite do Meu Bem — A História e as Histórias do Samba-Canção” (Companhia das Letras, 560 páginas).
Sinopse da editora
“Em 1946, o presidente Eurico Gaspar Dutra proíbe os jogos de azar no Brasil. A decisão gerou uma legião de desempregados e um grande contingente de boêmios carentes.
“Os cassinos fecharam, mas os profissionais da noite logo encontraram um novo ambiente- as boates de Copacabana.
“Em vez das apresentações grandiosas, as boates favoreciam a penumbra, a intimidade, o romance. Assim como a ambience, a música baixou de tom. Os músicos voltaram aos palcos, mas em formações menores, tocando quase como um sussurro ao ouvido.
“Essa nova música, as boates e o contexto que fez tudo isso possível são o tema do novo livro de Ruy Castro, que mais uma vez nos delicia com sua prosa arrebatadora.”

