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Prefeitos vistoriam serviço de gestão de resíduos em Anápolis[/caption]
Graças a um trabalho conjunto iniciado em 2013, entre a Prefeitura de Anápolis, Ministério Público (MP) e outros parceiros, a terceira maior cidade de Goiás apresenta uma experiência bem sucedida na condução das determinações do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Este processo exitoso chamou a atenção de outras prefeituras que querem aprender com o exemplo.
Com este objetivo, o prefeito de Acreúna, Edmar Neto, acompanhado de sua equipe, esteve em Anápolis no dia 13, onde conheceu o aterro sanitário da cidade. Ele se reuniu com representantes das cooperativas de catadores, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e do MP para entender todo o processo implantado.
Durante a visita João Gomes recebeu Edmar Neto e, junto com o secretário de Meio Ambiente, Ceser Donisete, fez uma vistoria nas obras em andamento no aterro sanitário que compreendem a construção de uma trincheira com capacidade para receber 480 mil metros cúbicos de resíduos residenciais. Esta célula é forrada com manta impermeável para evitar a contaminação do solo com o chorume que é tratado de acordo com o determinado na Lei Nacional de Resíduos Sólidos.
Compartilhando experiências
O prefeito Edmar Neto também participou de uma reunião no galpão da Cooperclan, na qual a promotora Sandra Mara Garbelini fez um relato de todo o trabalho realizado desde o início do processo de desocupação do aterro sanitário, que deveria ocorrer até agosto do ano passado. O esforço conjunto resultou na reestruturação do programa de coleta seletiva, no apoio à formação das cooperativas e associações de catadores para que eles deixassem o aterro.
Neste sentido, não há mais catadores dentro do aterro sanitário e todos foram encaminhados ou para a formação de uma nova cooperativa mantida com apoio da Prefeitura. O poder Executivo municipal alugou um galpão e adquiriu as máquinas necessárias, recolocando os catadores no mercado de trabalho. Atualmente Anápolis conta com duas cooperativas, a Coopersólidos e a Cooperclan. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apenas um terço dispõe desse serviço.
A política em Itaberaí vai pegar fogo. O senador Wilder Morais (PP) decidiu bancar a reeleição do prefeito Roberto Silva (PP) contra a ex-prefeita Rita de Cássia (PSDB), a candidata que será apoiada pelo governador de Goiás, Marconi Perillo (PP). Pesquisas sugerem que, hoje, Roberto Silva é o favorito. Entretanto, se contar com estrutura político-financeira, Rita de Cássia pode superá-lo.
O senador Ronaldo Caiado defende aliança entre o DEM e o PMDB em Goiás. “O caminho do crescimento para Goiás passa pelo fortalecimento da aliança regional do PMDB e com a eleição de Iris Rezende para a Prefeitura de Goiânia.” Iristas garantem que, em 2014, se não disputar o governo, Iris Rezende pode bancar a candidatura de Ronaldo Caiado.
“Feliz de um partido que tem dois pré-candidatos a prefeito de Goiânia — Giuseppe Vecci e Jayme Rincón, ambos do PSDB — de altíssimo nível. Ambos são gestores experimentados”, afirma o deputado federal Sandes Júnior (PP). O próprio Sandes Júnior aparece bem melhor nas pesquisas do que Giuseppe Vecci e Jayme Rincón.
O senador Wilder Morais garante que vai bancar Sandes Júnior para prefeito de Goiânia. Mas tudo indica que o deputado federal deve ser vice de Jayme Rincón (PSDB) ou de Giuseppe Vecci (PSDB).
O que mais se comenta é que o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, melhorou a qualidade de sua gestão ao se afastar de Iris Rezende (PMDB) e ao se aproximar do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).
De uma pessoa que conhece bem o peemedebismo: “Iris Rezende, no início, não torcia contra o prefeito Paulo Garcia. Mas nunca torceu para que desse certo inteiramente. Em seguida, passou a torcer contra a gestão do petista”.
Iris Rezende (PMDB) precisava de um pretexto para romper o relacionamento político com o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT): a escolha do nome da mãe do governador Marconi Perillo — Maria Perillo — para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região noroeste. Segundo iristas, o peemedebista-chefe alega que a região noroeste é a menina de seus olhos.
Surpreendido com a críticas acerbas de Agenor Mariano, o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), em princípio não acreditou que Iris Rezende estaria por trás das farpas endereçadas à gestão petista pelo vice-prefeito. Agora tem certeza que Agenor Rezende foi estimulado pelo velho cacique a fustigá-lo e precipitar o rompimento da aliança entre o PT e o PMDB em Goiânia. Segundo um irista, Paulo Garcia enviou um emissário (Osmar Magalhães) para sondar Iris Rezende sobre o assunto. Iris Rezende teria sido curto e grosso: não quer mais conversa com o prefeito. O tom foi ríspido e até algumas palavras impublicáveis foram ditas pelo líder peemedebista.
Líder do PPS em Goiânia, Darlan Braz está empenhado em propagar o nome de Vanderlan Cardoso (PSB) para prefeito da capital. “A senadora Lúcia Vânia está empenhada em divulgar o nome de Vanderlan Cardoso na cidade”, frisa Darlan Braz. “Ele está empolgado e vai marcar presença forte na capital, a partir de dezembro.” “Nós queremos tornar Vanderlan Cardoso mais acessível aos goianienses e, assim, massificar seu nome e suas ideias”, afirma Darlan Braz.
Nos seus diários, o ex-presidente da República faz críticas contundentes a Roberto Civita, da “Veja”, e a Otavio Frias Filho, da “Folha de S. Paulo”, e garante que os jornalistas Janio de Freitas e Carlos Heitor Cony são penas de aluguel
O entusiasmo de Iris Rezende com Agenor Mariano, por ter criticado o PT e o prefeito de Goiânia, com tanta ênfase, que cogita até mesmo bancá-lo para prefeito da capital. Iris Rezende confidenciou a iristas que Agenor Mariano, além de leal, tem coragem — virtudes que preza muito.
Pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PMDB, Iris Rezende definiu, na semana passada, que seu vice será Agenor Mariano, de seu partido, ou um nome indicado pelo senador Ronaldo Caiado, do DEM.
Tese de um irista: “Qualquer nome indicado por Ronaldo Caiado não precisa ser forte politicamente. O que importa é que seja apresentado, na campanha, como o nome de Caiado. Quer dizer, o vice, indiretamente, será o senador”. Iris Rezende, na opinião do irista, quer casar a eleição de 2016 com a de 2018. Portanto, quer o DEM de Ronaldo Caiado mais próximo como substituto do PT. Porém, em termos estritamente sentimentais, o peemedebista-chefe gostaria de ter como vice Agenor Mariano, hoje seu mais fiel aliado.
Apesar da avaliação mínima da Celg ter sido de 5,3 bilhões, os governos do Estado de Goiás e da União apostam que a empresa vai alcançar um preço maior do que 8 bilhões de reais no leilão, que deve ocorrer até março do ano que vem. A presidente Dilma Rousseff, do PT, e o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, apostam que a privatização da Celg alcançará um valor acima do esperado

