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O deputado federal Fábio Sousa (PSDB) encontrou-se com o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, na quinta-feira, 3.
Durante a conversa, em Curitiba, Fábio Sousa e Gustavo Fruet trocaram experiências políticas e discutiram desenvolvimento urbano, políticas públicas para o setor de saúde e participação dos municípios no combate à violência.
Orley José da Silva É lamentável que o estreito mercado de livros artisticamente bem produzidos fique sem a Cosac Naify. Então, a causa não foi econômica, mas de má administração dos projetos? Um segmento gráfico que hoje suporta até mesmo uma desastrada gestão é o de livros didáticos e paradidáticos. Um restrito grupo composto de 10 ou 15 editoras, no máximo, vive de produzir e vender livros para o MEC. E os números são milionários para a impressão dos títulos (R$ 30 milhões, 40 milhões ou 50 milhões por título) e bilionários para o dinheiro que entra no caixa dessas empresas. Aliás, a Lava Jato, se quisesse, bem que poderia achar serviço nesses negócios.
Orley José da Silva é professor.
“A editora não se adaptou se tornou-se inviável”
Everaldo Leite A ideia de segmentação com especialização estava em alta na década de 1990, todavia o mercado mudou e quem não percebeu criou uma armadilha para si (em quaisquer segmentos). Editoras precisam atuar em várias frentes, minimizando o custo de produção, além de lançar mão do uso das novas tecnologias. A Cosac Naify não se adaptou, não quis se adaptar. Poderia ter se associado a outras editoras, novos sócios; não o fez, se tornou inviável.Everaldo Leite é economista e professor.
“É preciso investir na formação de novos e bons leitores”
Cássia Fernandes Apesar de lamentar, achei a explicação de Charles Cosac coerente. Para sobreviver, as editoras publicam muito lixo, que acaba pagando o custo dos bons livros, pouco rentáveis. Parece-me que há aqui um ponto que Larissa Mundim, que está à frente da Nega Lilu Editora, aborda muito bem. Temos novos autores produzindo e publicando no Brasil, mas para onde afinal vão todos esses livros? Não adianta investir só na produção; é preciso investir de verdade na formação de novos leitores e bons leitores, e não temos políticas realmente comprometidas com isso.Cássia Fernandes é escritora e jornalista.
“O brasileiro é, antes de tudo, um intolerante”
Arnaldo B. S. Neto No Brasil, país fruto da contrarreforma e da Inquisição, discordar é sempre algo mal visto. As pessoas tendem a levar opiniões como uma ofensa pessoal. Basta ser um pouco mais duro, irônico ou sarcástico na argumentação que amizades de pronto terminam. A disposição para mudar o próprio ponto de vista é mínima. Somos um país dogmático por excelência. Adoramos uma receita ideológica pronta, uma cartilha que nos dê a ilusão de estarmos sempre certos num mundo cada vez mais complexo, onde errar é algo sempre inevitável. O brasileiro é, antes de tudo, um intolerante.Arnaldo B. S. Neto é professor da Faculdade de Direito da UFG e auditor fiscal do Ministério do Trabalho.
A presidente da Câmara Municipal de Paraúna, Kátia Regina Cecílio, acolheu denúncia dos vereadores Elias José de Macedo, Hugo Martins Lopes e Erlito Gomes Sardinha, do PSD, contra o prefeito Edson Ferro (DEM).
Elias Macedo, Hugo Lopes e Gomes Sardinha sublinham que o prefeito não repassa os “valores devidos ao Instituto de Previdência dos Servidores Municipais”. O débito supera 1,2 milhão de reais.
Kátia Cecílio informa que a denúncia foi repassada à Comissão Processante. Se for comprovada, o prefeito Edson da Silva Ferro deve ser cassado pelos vereadores.
Sessão solene na Casa legislativa do município foi dedicada a celebrar a igualdade racial e levou ao plenário diversos representantes classistas e raciais
O principal líder da Rede em Goiás, Aguimar Jesuíno, aposta no ex-deputado estadual e ex-petista Karlos Cabral para prefeito de Rio de Verde. Karlos Cabral teve uma atuação destacada como deputado estadual entre 2011 e 2014.
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Foto: Lailson Damasio[/caption]
Autoridades do governo do Distrito Federal — o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) na linha de frente — representam a 13ª unidade da federação brasileira a visitar Goiás para conhecer o sistema de gestão da saúde pública.
Rodrigo Rollemberg, que herdou uma crise gigantesca na saúde — herança maldita deixada pelo petista Agnelo Queiroz —, gostou do que viu e ouviu (de pacientes). Ele ficou impressionado com a qualidade do atendimento, das instalações e dos equipamentos do Hugol e sugeriu que os técnicos visitassem o HDT.
O governador do Distrito Federal deixou Goiânia convicto de que as organizações sociais estão fazendo uma revolução na área de saúde, requalificando o atendimento.
O governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, disse a Rollemberg que a gestão das OSs prova que “a saúde pública tem jeito no Brasil”.
Rollemberg decidiu que vai enfrentar os setores corporativos, que são fortes em Brasília, e vai implantar as OSs no setor de saúde.
Enredada na incompetência e no agravamento dos erros de seu criador Lula da Silva, a presidente perdeu as condições para governar
Na quinta-feira, 3, o governador Marconi Perillo vistoriou obras de infraestrutura. Conferiu o andamento da duplicação da GO-070 na altura do trevo de Mossâmedes. A GO-070 é a maior obra de duplicação de rodovia estadual feita em Goiás, além de uma das mais complexas, por situar-se em região com valor histórico do Estado. Em seguida, Marconi Perillo vistoriou obras em Goiânia: o Sistema Mauro Borges, o Centro de Excelência de Esporte, o viaduto da GO-080 e a duplicação desta rodovia de São Francisco até o trevo da BR-153.
O governador Marconi Perillo conseguiu a liberação de 370 milhões de reais junto ao Banco do Brasil. Os recursos serão aplicados na conclusão da duplicação da GO-080, do viaduto desta rodovia e do Centro de Excelência do Esporte de Goiânia. Prevaleceram tanto o prestígio quanto a capacidade de articulação do governante goiano junto à presidente Dilma Rousseff e seus principais auxiliares. O dinheiro foi depositado na conta do governo de Goiás no dia 30 de novembro, quer dizer, pouco antes de o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), detonar a bomba do impeachment.
Reforma eleitoral deixou o processo mais exigente com os candidatos, que precisarão fazer aquilo que nunca foi feito: dialogar com a sociedade e apresentar um projeto de governo com o mínimo de consistência
O que se comenta é que, com a história do impeachment, o ano já acabou para a presidente Dilma Rousseff. A partir de agora, ela só vai cuidar do assunto, paralisando o governo. Para piorar as coisas, economistas e empresários sustentam que a recessão econômica está se tornando depressão, um processo muito mais grave e de mais difícil recuperação.
O presidente do PHS nacional, Eduardo Machado, hesita entre comprar ou alugar uma sede própria e digna para o PHS de Goiás. É provável que a opção seja alugar uma casa. O PSH é um partido pequeno, mas conta com uma estrutura razoável. Porque aplica com correção o fundo partidário, afirma o deputado Jean Carlo, seu presidente regional. Por sinal, Jean Carlo ainda não pôs a mão em nenhum centavo do fundo partidário.
Divino Lemes não ficou na história de Senador Canedo como um prefeito qualitativo. A ascensão de Vanderlan Cardoso se deve, em larga medida, à sua decadência política. Porém, devido à batalha verbal entre Vanderlan Cardoso e o prefeito Misael Oliveira (PDT), dividindo o que há de melhor na política de Senador Canedo, Divino Lemes (PSD), que estava tão morto quanto Tancredo Neves e Abraham Lincoln, ressuscitou. O problema é que, ante uma história negativa, o voo de Divino Lemes será, possivelmente, de pato. Quando a campanha pegar fogo, a disputa se dará entre Misael Oliveira, dada a imensa estrutura de que dispõe, e o candidato de Vanderlan Cardoso — que tanto pode ser Franco Martins (PPS) quanto Zélio Cândido (PSB).
Pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PSB, Vanderlan Cardoso está à procura de um marqueteiro para fazer sua campanha em Goiânia. A informação sugere que o empresário está se afastando de Jorcelino Braga, que tende a trabalhar na campanha de Iris Rezende (PMDB). Vanderlan Cardoso já sondou o marqueteiro Marcus Vinicius Queiroz, o que ajudou a ajudar a eleger o atual presidente da Colômbia. O líder do PSB tem dito que quer mais ideias e menos brigas.
A senadora Lúcia Vânia (PSB), articuladora de primeira hora e com excelente conceito em Goiânia, é a principal general eleitoral de Vanderlan Cardoso.
A presidente do PSB em Goiás é a principal responsável por Vanderlan Cardoso não acomodar-se e por começar a pensar mais na campanha pela Prefeitura de Goiânia e menos na disputa paroquial de Senador Canedo.

