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Senador Ronaldo Caiado tem sido visto como o político mais contundente e consistente nas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff[/caption]
Facções do PT nacional definiram o senador Ronaldo Caiado, do DEM de Goiás, como seu inimigo prioritário. A tese é que vão tentar transformá-lo, aos poucos, no novo Demóstenes Torres (começaram há pouco tempo com uma denúncia sobre uma funcionária que, recebendo pelo Senado, trabalhava num escritório de Goiânia).
Luas vermelhas petistas também planejam dirigir o gatilho das acusações, brevemente, para o deputado federal Alexandre Baldy, do PSDB de Goiás.
Segundo um petista, em aliança com alguns políticos e jornalistas, Alexandre Baldy é um dos principais fomentadores de denúncias, na Câmara dos Deputados, contra o governo de Dilma Rousseff (PT).
O que o PT não deve e não pode fazer é usar órgãos públicos para articular vinganças políticas, ideológicas e pessoais.
Não se sabe exatamente por quê, mas Vanderlan Cardoso definiu como seu projeto número um — e ele é visto como um ser humano dos mais teimosos — destruir o prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira, do PDT. Não fisicamente, é claro, pois é pacífico, e sim eleitoralmente. (Comenta-se que há um sério problema sobre loteamentos.)
A aliados, sobretudo de Senador Canedo, Vanderlan Cardoso admite que tem mais interesse em derrotar Misael Oliveira do que se eleger em Goiânia. Numa gravação, divulgada na internet até por seus aliados, ele afirma que Senador Canedo é sua prioridade eleitoral.
(Na foto: Vanderlan Cardoso, Misael Oliveira e Dioji Ikeda)
O empresário Vanderlan Cardoso (PSB) “bate a cabeça na parede” e diz, aos aliados, que está interessado na disputa pela Prefeitura de Goiânia.
Na prática, Vanderlan Cardoso continua articulando politicamente muito mais em Senador Canedo, sua Paságarda, do que em Goiânia, seu Inferno de Dante. Só alguns integrantes do PPS acreditam que o empresário articula mais na capital. A turma do PSB sabe que o corpo de Vanderlan Cardoso está em Goiânia, mas sua cabeça só pensa na cidade vizinha.
A Prefeitura de Senador Canedo é vista como mais importante porque Vanderlan Cardoso acredita que tem condições de eleger o empresário Zélio Cândido — ou sua mulher, Izaura Cardoso, no caso do outro postulante não decolar —, mas dificilmente terá condições de chegar ao segundo turno em Goiânia.
(Na foto, no centro: Vanderlan Cardoso e Zélio Cândido/Crédito: Diário do Estado de Goiás)
Denúncias contra o senador Aécio Neves (citado por delatores no escândalo investigado pela Operação Lava Jato), de Minas Gerais, e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (escândalo da merenda), fortalecem o projeto nacional do governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB.
O tucano-chefe pode consolidar-se como um nome novo na disputa, tendo o que mostrar em Goiás — como a recuperação do setor de saúde —, ante o enfraquecimento do senador mineiro e do governador paulista.
(Na foto: Aécio Neves e Geraldo Alckmin/Crédito: PSDB)
As empreiteiras que financiam o PT também financiam o PSDB e outros partidos de médio e grande porte
Há quem aposte que Renato Rocha deve ser o candidato do PMDB a prefeito de Goiânia. O deputado sustenta que Gilberto Naves deve disputar
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Delegado Waldir Soares: novo fenômeno político-eleitoral de Goiás e Goiânia | Foto: Reprodução/Vídeo/Facebook[/caption]
Pesquisas sugerem que o deputado federal Waldir Delegado Soares (quase fora do PSDB) está absorvendo votos de Vanderlan Cardoso, no Jardim Novo Mundo e Palmito, e de Iris Rezende, na região Noroeste de Goiânia.
Os dados sobre o delegado Waldir Soares mostram que se trata de um fenômeno político-eleitoral. Ele está segurando Iris Rezende — que não sai da casa dos 30% das intenções de voto — e está puxando Vanderlan Cardoso para baixo, sempre menos de 15%.
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PMDB goiano reunido | Foto Alexandre Parrode[/caption]
Enquanto outros partidos, como PSDB, PT e PSD, se digladiam para definir quem será o candidato a prefeito de Goiânia em 2016, o PMDB é unânime quanto ao seu: Iris Rezende Machado.
O ex-prefeito é tido como o (único viável?) nome da sigla à disputa de 2 de outubro. Mesmo aos 82 anos, o ex-governador de Goiás é apontado por 11 em cada dez peemedebistas.
Durante a convenção da última sexta-feira (6/2), o Jornal Opção falou com vários membros do PMDB. Mesmo os que apoiavam a chapa vitoriosa Renovação Para o Futuro, do deputado federal Daniel Vilela, -- em "on" e em "off" -- entoavam o mesmo coro: #VoltaIris.
Um dos mais ousados chegou a sugerir que Iris Rezende será eleito em primeiro turno. "Não há a menor chance de qualquer candidato da base governista se viabilizar", revelou peremptório.
A cúpula do PMDB sabe bem que, se não conseguir manter o comando das duas maiores cidades do Estado, Goiânia e Aparecida, não conseguirá viabilizar projeto para 2018.
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Prefeita Cida Tomazini e o peemedebista Marco Aurelio Santana[/caption]
A prefeita de Pires do Rio, Cida Tomazini (PSDB), acha que vai ser reeleita em 2016, como dizem no interior, "com o pé nas costas". Sem opositores fortes, a tucana caminha para seu quarto mandato à frente da prefeitura da cidade, localizada a 150 quilômetros da capital.
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Brinca-se que ela pode ganhar a eleição por WO: até agora, não há candidato da oposição disposto a enfrentá-la. Até agora.
No entanto, na calada da noite (mantendo as expressões interioranas), o atual presidente do PMDB de Pires do Rio, Marco Aurélio Santana, o Pita, articula sua candidatura à prefeitura. Experimentado nas urnas (é ex-suplente de vereador), o peemedebista aposta que, se não houver mais candidatos, pode ganhar de Cida.
A tese do PMDB na cidade não é completamente equivocada. Afinal, a tucana perdeu a eleição de 2012 e só obteve sucesso porque o eleito, Luiz Pitaluga (PSD), foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) no ano seguinte.
De acordo com o TRE, além de cassar os diplomas tanto do prefeito quanto do vice (José Antônio Silva) -- foram condenados por compra de votos e abuso de poder --, ambos ficaram inelegíveis até 2020.
Sem Pitaluga -- único opositor que teria chances reais de derrotar Cida Tomazini --, o cenário se torna favorável ao tucanato. Mas Marco Aurélio pode surpreender.
Em geral, todos os prefeitos do Brasil -- nenhum Estado está livre -- vão mal. A atual situação do País, somada ao vergonhoso Pacto Federativo, deixa os gestores municipais de mãos atadas. Se não tiver criatividade, não consegue trabalhar.
Cida Tomazini é uma prefeita regular. Não é corrupta, mas não surpreende. E é por isso que o PMDB, com Marco Aurélio, tem chaces de vencer. Tudo dependerá do discurso que ele construirá durante a campanha.
Há outro fator importante: a família Tomazini é uma das mais ricas de Goiás. Especula-se que são bilionários. Marco Aurélio precisa estar disposto a "por a mão no bolso" -- afinal, não haverá financiamento privado de campanha em 2016. Pior: terá que brigar com a "máquina".
Vale destacar que Marco Aurélio Santana, mesmo na oposição há anos, é amigo -- amigo mesmo -- da família Tomazini.
Sexta-feira teve Pérola Negra, Unidos de Vila Maria, Águia de Ouro, Nenê de Vila Matilde, Rosas de Ouro, Gaviões da Fiel e Acadêmicos do Tatuapé

