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Petistas comemoram o fato de que, finalmente, o prefeito Paulo Garcia percebeu que o PMDB não tem aliados — tem interesses. Quando os interesses são contrariados, os aliados não contam mais. O prefeito foi (e é) leal a Iris Rezende, não divulgou sua caixa preta, mas os peemedebistas têm se comportado de maneira desleal, na avaliação dos petistas.
A lealdade de Paulo Garcia tem sido paga, diariamente, com ingratidão.
Além dos mosqueteiros Agenor Mariano e Clécio Alves, o irismo está buscando mais políticos para criticar a gestão de Paulo Garcia. A tese é que, criticando-a desde agora, quando chegar outubro, os eleitores estarão convictos de que o PMDB não patrocina e não tem nada a ver com o PT e com o prefeito Paulo Garcia.
O curioso é que os peemedebistas estão na gestão de Paulo Garcia desde abril de 2010. Muitos continuam encastelados na prefeitura. Não vai ser fácil dissociarem-se do PT. Os eleitores podem entender que foram e estão sendo enganados pelo PMDB.
O onipresente Iris Rezende, do PMDB, estaria por trás das declarações feitas pelo vereador Clécio Alves propondo o impeachment do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT).
Como preposto, sabe-se que o ex-presidente da Câmara, que apoiava o petista até poucos dias, não move um dedo sem o sinal verde do ex-prefeito.
Clécio Alves é habitué do escritório de Iris Rezende. Ele e Agenor Mariano, o vice-prefeito de Goiânia e crítico visceral do prefeito Paulo Garcia.
Segundo o governo de Goiás e a Eletrobrás, todos os obstáculos para a venda da Celg foram removidos. Não há mais empecilhos à privatização da empresa em março. O interesse de grandes grupos, nacionais e internacionais, é imenso, consistente e crescente.
Ao se aliar ao MST, à CUT e ao ex-deputado Mauro Rubem na batalha contra a privatização da Celg, o senador Ronaldo Caiado, do DEM e da direita mais tradicional do país, balançou as redes sociais. O DEM nacional preocupou-se com a “esquerdização” (momentânea) do goiano. Admiradores fieis chegaram a criticar a incoerência do senador. Nem o PMDB (que vendeu a usina de Cachoeira Dourada) ficou ao lado do democrata.
Afinal, o DEM não é visto como um partido liberal (seu nome anterior era Partido da Frente Liberal —PFL)? Agora, sem mais nem menos, um de seus próceres passa a atacar a privatização de uma estatal. Na questão, Ronaldo Caiado contraria frontalmente o ideário do partido Democratas.
No Senado, em Brasília, Ronaldo Caiado, assim como o DEM, defende a política de privatização do governo de Fernando Henrique Cardoso ou de qualquer outro (até do PT de Dilma Rousseff). O que ocorre é que, em Goiás, com o objetivo de desgastar o governo e a imagem do governador Marconi Perillo, o líder do Democratas posiciona-se contra a venda da Celg para a iniciativa privada.
Implacável nas suas críticas, o senador Ronaldo Caiado escolheu como alvo a secretária da Fazenda do governo de Goiás, Ana Carla Abrão Costa, no Twitter.
Porém, ao perceber que o PMDB está escapando-lhe das mãos, dada a derrota acachapante de Iris Rezende para o grupo de Daniel Vilela, Ronaldo Caiado, segundo um integrante do PSB, estaria articulando para obter o apoio da senadora Lúcia Vânia (mãe de Ana Carla), presidente do PSB, para a disputa de 2018.
Ronaldo Caiado planeja disputar o governo de Goiás, em 2018, mas não dá para concorrer numa campanha majoritária sozinho. A ressalva é que Ana Carla está comprometida com o projeto do governador Marconi Perillo — que está fazendo uma reforma na estrutura do Estado para torná-lo mais barato para a sociedade — até a alma. Uma aliança contra o senador do DEM não passa pela cabeça da senadora e da secretária.
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Senador Ronaldo Caiado tem sido visto como o político mais contundente e consistente nas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff[/caption]
Facções do PT nacional definiram o senador Ronaldo Caiado, do DEM de Goiás, como seu inimigo prioritário. A tese é que vão tentar transformá-lo, aos poucos, no novo Demóstenes Torres (começaram há pouco tempo com uma denúncia sobre uma funcionária que, recebendo pelo Senado, trabalhava num escritório de Goiânia).
Luas vermelhas petistas também planejam dirigir o gatilho das acusações, brevemente, para o deputado federal Alexandre Baldy, do PSDB de Goiás.
Segundo um petista, em aliança com alguns políticos e jornalistas, Alexandre Baldy é um dos principais fomentadores de denúncias, na Câmara dos Deputados, contra o governo de Dilma Rousseff (PT).
O que o PT não deve e não pode fazer é usar órgãos públicos para articular vinganças políticas, ideológicas e pessoais.
Não se sabe exatamente por quê, mas Vanderlan Cardoso definiu como seu projeto número um — e ele é visto como um ser humano dos mais teimosos — destruir o prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira, do PDT. Não fisicamente, é claro, pois é pacífico, e sim eleitoralmente. (Comenta-se que há um sério problema sobre loteamentos.)
A aliados, sobretudo de Senador Canedo, Vanderlan Cardoso admite que tem mais interesse em derrotar Misael Oliveira do que se eleger em Goiânia. Numa gravação, divulgada na internet até por seus aliados, ele afirma que Senador Canedo é sua prioridade eleitoral.
(Na foto: Vanderlan Cardoso, Misael Oliveira e Dioji Ikeda)
O empresário Vanderlan Cardoso (PSB) “bate a cabeça na parede” e diz, aos aliados, que está interessado na disputa pela Prefeitura de Goiânia.
Na prática, Vanderlan Cardoso continua articulando politicamente muito mais em Senador Canedo, sua Paságarda, do que em Goiânia, seu Inferno de Dante. Só alguns integrantes do PPS acreditam que o empresário articula mais na capital. A turma do PSB sabe que o corpo de Vanderlan Cardoso está em Goiânia, mas sua cabeça só pensa na cidade vizinha.
A Prefeitura de Senador Canedo é vista como mais importante porque Vanderlan Cardoso acredita que tem condições de eleger o empresário Zélio Cândido — ou sua mulher, Izaura Cardoso, no caso do outro postulante não decolar —, mas dificilmente terá condições de chegar ao segundo turno em Goiânia.
(Na foto, no centro: Vanderlan Cardoso e Zélio Cândido/Crédito: Diário do Estado de Goiás)
Denúncias contra o senador Aécio Neves (citado por delatores no escândalo investigado pela Operação Lava Jato), de Minas Gerais, e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (escândalo da merenda), fortalecem o projeto nacional do governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB.
O tucano-chefe pode consolidar-se como um nome novo na disputa, tendo o que mostrar em Goiás — como a recuperação do setor de saúde —, ante o enfraquecimento do senador mineiro e do governador paulista.
(Na foto: Aécio Neves e Geraldo Alckmin/Crédito: PSDB)
As empreiteiras que financiam o PT também financiam o PSDB e outros partidos de médio e grande porte
Há quem aposte que Renato Rocha deve ser o candidato do PMDB a prefeito de Goiânia. O deputado sustenta que Gilberto Naves deve disputar
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Delegado Waldir Soares: novo fenômeno político-eleitoral de Goiás e Goiânia | Foto: Reprodução/Vídeo/Facebook[/caption]
Pesquisas sugerem que o deputado federal Waldir Delegado Soares (quase fora do PSDB) está absorvendo votos de Vanderlan Cardoso, no Jardim Novo Mundo e Palmito, e de Iris Rezende, na região Noroeste de Goiânia.
Os dados sobre o delegado Waldir Soares mostram que se trata de um fenômeno político-eleitoral. Ele está segurando Iris Rezende — que não sai da casa dos 30% das intenções de voto — e está puxando Vanderlan Cardoso para baixo, sempre menos de 15%.
Tradicional bloco pernambucano lembrou um dos artistas mais famosos do estado, famoso representante do movimento manguebeat
Vice-governador e titular da SED participou do 51º Congresso das Mocidades Evangélicas Pentecostais (Comepe) e do 44º Congresso União de Mocidades da Assembleia de Deus

