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Ao se aliar ao MST, à CUT e ao ex-deputado Mauro Rubem na batalha contra a privatização da Celg, o senador Ronaldo Caiado, do DEM e da direita mais tradicional do país, balançou as redes sociais. O DEM nacional preocupou-se com a “esquerdização” (momentânea) do goiano. Admiradores fieis chegaram a criticar a incoerência do senador. Nem o PMDB (que vendeu a usina de Cachoeira Dourada) ficou ao lado do democrata.

Afinal, o DEM não é visto como um partido liberal (seu nome anterior era Partido da Frente Liberal —PFL)? Agora, sem mais nem menos, um de seus próceres passa a atacar a privatização de uma estatal. Na questão, Ronaldo Caiado contraria frontalmente o ideário do partido Democratas.

No Senado, em Brasília, Ronaldo Caiado, assim como o DEM, defende a política de privatização do governo de Fernando Henrique Cardoso ou de qualquer outro (até do PT de Dilma Rousseff). O que ocorre é que, em Goiás, com o objetivo de desgastar o governo e a imagem do governador Marconi Perillo, o líder do Democratas posiciona-se contra a venda da Celg para a iniciativa privada.