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O presidente nacional do PHS, Eduardo Machado, aceitou o convite do governador de Goiás, Marconi Perillo, para ocupar uma secretaria extraordinária, que fará a ponte entre o Estado e Brasília. Eduardo Machado figura entre os cinco políticos com tráfego excepcional em Brasília. Acima dele, no momento, só o ex-deputado federal Sandro Mabel, que tem sala no Palácio do Planalto, e o deputado federal Jovair Arantes.
Com a ida do executivo Edivaldo Cardoso para a Agência Brasil Central, o médico Antônio Faleiros é cotado para presidir a Ceasa. Há quem avalie que Edivaldo deveria ficar na Ceasa e Faleiros ir para a ABC. Eduardo Machado, segundo um aliado de Faleiros, é cotado para a Secretaria de Gestão Estratégica.
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Secretária Raquel Teixeira: rainha da vaidade | Foto: Alexandre Parrode / Jornal Opção[/caption]
Há uma insatisfação generalizada na área cultural com a secretária de Educação e Cultura do governo de Goiás, Raquel Teixeira.
Centralizadora, Raquel Teixeira interfere em todos os setores, mas não entende nada, por exemplo, de cinema. Cinéfilos, em tom jocoso, dizem que, quando mencionam Truffaut, a secretária pergunta logo: “É alguma comida francesa?”.
Brincadeira à parte, é fato que Raquel Teixeira não entende de cinema e artes plásticas. Mas adora palpitar em todas as áreas. A secretária deveria confiar um pouco mais em sua equipe. A vaidade de ter que anunciar tudo, até a aquisição de um livro, é outro fator que desmotiva seus auxiliares.
Livro
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Foto: Divulgação[/caption]
Com tradução de Eric Nepomuceno, a obra-prima do uruguaio Eduardo Galeano, “O Livro dos Abraços” (1991), ganha uma nova edição da L&PM.
O Livro dos Abraços
Autor: Eduardo Galeano
Preço: R$ 39,90
L&PM Editores
Música
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Foto: Divulgação[/caption]
Quarto álbum de estúdio do rapper canadense Aubrey Drake Graham, mais conhecido como Drake, “Views” traz o single “Hotline Bling” e “One Dance”.
Views (Explicit Version)
Intérprete: Drake
Preço: R$ 29,90
Universal
Filme
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Foto: Divulgação[/caption]
Deadpool, o anti-herói da Marvel, ganhou uma obra fílmica hilária, dirigida incrivelmente por Tim Miller e com a super interpretação de Ryan Reynolds.
Deadpool
Direção: Tim Miller
Preço: R$ 39,90
Fox/Sony
Lucas Kitão é uma das principais apostas do PSL para vereador em Goiânia. Ele conta com o apoio do deputado estadual Lucas Calil e de parte significativa dos líderes jovens da capital. O empresário Renato Silva é um dos coordenadores da campanha de Lucas Kitão. “Trata-se de um candidato qualitativo”, afirma.
Ex-presidente da Câmara Municipal de Anápolis e secretário de Governo da Prefeitura de Senador Canedo, Joaquim Liminha diz que, dada sua experiência, percebe que Misael Oliveira será reeleito prefeito. “Ele fez mais obras do que muitos prefeitos famosos e midiáticos.”
Felisberto Jacomo disse ao Jornal Opção que, como a gestão de Dioje Ikeda (PDT) melhorou, sobretudo depois da construção de um parque ao redor de um lago — “a população aprovou” —, “mais do que nunca, o PP precisa bancar a candidatura de Abelardo Vaz”. “Abelardo Vaz tem condições de derrotar Dioje Ikeda. Seu histórico qualitativo, para efeito de comparação, é mais amplo”, afirma Felisberto Jacomo.
O prefeito de Formosa, Itamar Barreto (PSD), um dos mais mal avaliados do Entorno de Brasília, finalmente, acatando o que dizem as pesquisas, desistiu de disputar a reeleição. Itamar e o grupo de Sebastião Caroço, que se estranham com frequência, podem se unir para lançar um candidato mais consistente, não para ganhar, o que parece impossível, e sim para perder de maneira menos vergonha para o candidato do PMDB, Ernesto Roller — líder absoluto nas pesquisas.
O ex-deputado federal Sandro Mabel diz que sugeriu que Vanderlan Cardoso, do PSB, fosse indicado como vice de Iris Rezende na disputa pela Prefeitura de Goiânia. “Não sei se ele aceitará. Mas seria positivo para os dois.” Sandro Mabel afirma que o PMDB tem condições de eleger o prefeito de Goiânia. “Iris Rezende é um candidato consistente e tem experiência administrativa.”
O ex-deputado federal Sandro Mabel (PMDB) é um exímio analista de pesquisas. O Jornal Opção perguntou: “Fala-se que Waldir Delegado Soares (PR) não tem experiência como gestor e um candidato a prefeito de uma capital precisa ter projetos amplos, e não apenas na área de segurança pública. Se é assim, por que aparece colado em Iris Rezende, que é muito mais experiente?” A resposta de Sandro Mabel: “A popularidade de Waldir Soares tende a ser circunstancial, dada a crise de segurança pública do país. Ele é produto deste momento. Mas observe que está há mais de um ano na Câmara dos Deputados, que é o lugar de se produzir projetos para resolver os problemas do país, e o que ele fez de fato para melhorar a segurança pública? Na verdade, não fez nada. Portanto, pela minha experiência política, acredito que o delegado é o tipo de político meteórico, que tem arrancada, mas não consegue chegar. Tende a ser o primeiro a chegar atrasado. Não estou falando mal do parlamentar, e sim examinando aquilo que ele próprio, na campanha, terá de explicar: o que está fazendo de fato na Câmara dos Deputados?” As pesquisas de intenção de voto, ao menos no momento, “tendem a não refletir o quadro pós-campanha. O eleitor de Goiânia é politizado e com alto índice de escolarização. Ele não decide a eleição agora, quando não há campanha e não se sabe quais são os projetos dos candidatos. O eleitor decide em cima da hora e, por vezes, surpreende todo mundo, inclusive os políticos. Anote e me cobre depois. Quem viver, se quiser, verá”.
Novo presidente do Ipea avalia que a queda de 0,3% do PIB no primeiro trimestre sinaliza estabilização, o que é enorme vantagem em relação ao inepto governo de Dilma
Pelo menos no papel, as mudanças na legislação eleitoral que entram em vigor este ano devem limitar a importância do dinheiro
O marxismo hoje, em um país democrático ainda que imperfeitamente, como o Brasil, é uma patologia. Quem o defende é portador de um desvio, uma neurose
Mas o deputado estadual e presidente do Solidariedade no Estado admite recuou na candidatura, se o pré-candidato da sigla não deslanchar
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Secretário Nésio Fernandes aponta avanços, mas vereadores contestam[/caption]
A Câmara Municipal de Palmas realizou na terça-feira, 31 de maio, audiência pública para apresentação de relatório quadrimestral das ações executadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na capital. O relatório foi apresentado pelo secretário municipal de Saúde, Nésio Fernandes.
Apesar de o secretário apontar avanços na redução com os gastos de diárias, com o programa Saúde Bucal e dos atendimentos em atenção básica, entre outras ações positivas, prevaleceram na audiência questionamentos especialmente quanto à aplicação dos recursos do setor que, para este ano, conforme o Orçamento/2016, está previsto em R$ 188 milhões.
O vereador Milton Neris (PP) ressaltou que o caixa da Saúde aumentou neste ano em cerca de R$ 32 milhões e mesmo assim não há dinheiro para ações básicas, a exemplo da compra de lençóis para atender a Unidade de Pronto Atendimento de Taquaralto. O motivo, de acordo com o parlamentar, estaria no uso de recursos para outras finalidades não essenciais, como o patrocínio de filme, o Carnaval da Fé e para o Instituto Áquila que consumiram, juntos, mais de R$ 10 milhões dos cofres municipais.
“Prioridade não faz parte do vocabulário do gestor Carlos Amastha”, concordou Lúcio Campelo (PR), observando que “tem tanto dinheiro indo pelo ralo”. Para o vereador, as contas do setor não fecham porque não houve um planejamento adequado para a saúde do município. O vereador Júnior Geo (Pros) também criticou a utilização dos recursos públicos. Citou como exemplo o contrato para fornecimento de serviço de internet no valor de R$ 66 mil por mês para atender apenas a uma secretaria e questionou o gasto total anual com o serviço.
O vereador Folha Filho (PSD) defendeu a administração, ao enfatizar que mesmo com frustação de R$ 36 milhões de receita, a gestão não atrasa o pagamento dos servidores e dos prestadores de serviço. Pelo contrário, disse, a prefeitura trabalha para equacionar as contas e atender as demandas em saúde. “Não mandou fechar portas de unidades de saúde ou deixou de atender a população.”
A promotora de justiça área da saúde, Maria Roseli Pery, solicitou o compromisso dos vereadores em dar prosseguimento à análise do projeto de lei que devolve ao Fundo Municipal de Saúde o dinheiro que deveria atender à Vigilância Sanitária, mas que foi remanejado em 2015 para atender a outros setores da administração municipal. O projeto já tramita na Câmara. No entanto, por conta do conflito político envolvendo vereadores da base e da oposição e que tem travado a pauta da Casa de Leis, aguarda apreciação e votação em plenário.

