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Itaú–Unibanco pagará R$ 10 milhões para encerrar ação movida pelo MPT

Foi fechado, na semana passada, o acordo entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Itaú-Unibanco. Pelo que foi acertado, o banco terá de pagar indenização por danos morais coletivos, relativos à prática de infrações recorrentes relacionadas aos controles de jornada de seus funcionários. Segundo a tese do MPT, o banco submetia os empregados a mais de duas horas extras por dia sem justificativa e deixava de conceder o período integral dos intervalos para descanso (mínimo de uma hora para jornadas de mais de seis horas diárias). Além da verba indenizatória, também ficou acordado que a empresa deverá mudar suas regras internas para se adequar à legislação. O MPT ainda acusava a instituição de utilizar de mecanismo de controle de ponto em desacordo com a lei.

Estado é responsabilizado por morte de detento por overdose

O Estado de São Paulo foi condenado ao pagamento de indenização por danos morais aos pais de um detento que morreu por overdose de cocaína no centro de detenção provisória de Santo André. O relator do recurso do Estado, desembargador Vicente de Abreu Amadei, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), entendeu estar configurada a responsabilidade civil do Estado, “pela deficiência em seu dever de proibir o ingresso de substância entorpecente no estabelecimento prisional e, daí, de zelar pela incolumidade física dos detentos sob sua custódia”. Para ele, houve falha na prestação do serviço público, tendo em vista que o exame necroscópico “atesta que a causa da morte foi por intoxicação de cocaína”.

PPS firma posição e não abre mão da vice de Vanderlan

O deputado federal e presidente regional do PPS, Marcos Abrão, tem andado muito nas últimas semanas. Tendo ao seu lado o deputado estadual Vir­mondes Cruvinel, Marcos tem viajado a fim de fortalecer as candidaturas do partido pelo Estado. Porém, o deputado não deixa de estar de olho em Goiânia. Na capital, o PPS é o único partido — até o momento — a declarar apoio à pré-candidatura de Vanderlan Cardoso (PSB). E, por isso, Marcos acredita que o PPS deve indicar a vice do pessebista, independente das alianças a serem realizadas no futuro próximo. “O PPS não vai abrir mão da vice de Vanderlan, porque fomos o primeiro partido a declarar apoio e achamos que temos o melhor nome para a posição”, explica o deputado. O nome a ser indicado pelo PPS é justamente o de Virmondes Cruvinel. Sem dúvidas, seria uma chapa tecnicamente preparada. Resta saber se as conversas que Vanderlan está tendo com as outras siglas vão ao encontro desta posição.

Pros terá mais de 3 mil candidatos

Eurípedes Junior é um dos poucos goianos a deter a presidência nacional de um partido; é presidente do Pros. Eurípedes diz que a legenda terá 3.500 candidatos nas eleições deste ano. O número é nacional e engloba candidatos a prefeito, vice e vereador. Só em Goiás serão 216 candidatos a vereador e 80 candidatos a prefeito e vice, tendo representantes eleitorais em cidades importantes do Entorno — região de Eurípedes — como Planaltina (Dr. Davi), Cidade Ocidental (Paulo Rogério) e Santo Antônio do Descoberto (Aleandro da Renascer). Em Goiânia, o Pros não terá candidato majoritário, mas apoiará a deputada estadual Adriana Accorsi, que é pré-candidata à Prefeitura pelo PT.

Disputa deve ganhar qualidade

A saída de Iris Rezende do processo sucessório quebrou a referência político-eleitoral e igualou as candidaturas

Por onde anda Ozair José? É o que perguntam os políticos em Aparecida

Ozair José 23 Muitos podem não se lembrar, mas Ozair José ainda é vice-prefeito de Aparecida de Goiânia. O tucano, que foi muito cogitado para ser o escolhido pelo PSDB para a disputa majoritária na cidade, sumiu. Na semana passada, professor Alcides foi confirmado como o nome tucano na eleição, acompanhado do coronel Silvio (PP), que será seu vice. Ozair José não tem atendido ligações, nem dos amigos, e não se sabe por onde estará o competente, mas esquecido político. E agora (Ozair) José?

Maione Padeiro diz que PSD tem sido incoerente em suas ações

Em Aparecida, o governador Marconi quase conseguiu realizar o que vem pedindo para que os partidos façam em Goiânia: unir a base. O único partido da base a não ter candidato e não estar presente na coligação até o momento é o PSD, que acena para um apoio à pré-candidatura de Gustavo Mendanha (PMDB). Na semana passada, o presidente municipal do PSD, Max Menezes, declarou apoio a Gustavo, deixando muita gente desconfortável. O ex-tucano Maione Padeiro, por exemplo, afirma diz que esse apoio é uma incoerência política, visto que o PSD, além de ser um partido da base do governador, tem nomes que sempre foram oposição à gestão de Maguito Vilela, caso do ex-prefeito Ademir Menezes. “Ademir disputou a eleição de 2012, pelo PSD, e perdeu para Maguito. Desde então, sempre fez papel de oposição. E agora vai apoiar a quem sempre criticou? É incoerente”, diz Maione. Além disso, aponta Maione, “o vice de Gustavo será do DEM, o mesmo partido que derrotou Vilmar Rocha na eleição ao Senado. Dá para conviver?”, pergunta.

Em pele de candidato, Bruno Peixoto começa a conversar com eleitores

Há dois nomes na disputa interna do PMDB para ser candidato à Prefeitura de Goiânia: o deputado estadual Bruno Peixoto e o vice-prefeito Agenor Mariano. Eram três. Na semana passada, o também deputado José Nelto se retirou da disputa e resolveu declarar apoio a Bruno, que parece contar também com o suporte de Iris Rezende, principal cabo eleitoral peemedebista. Nos corredores do escritório eleitoral de Iris, na Avenida T-9, circula que Iris estaria gravando vídeos de apoio ao deputado. Consta, inclusive, que Bruno já está em plena campanha. O deputado foi visto em Campinas, bairro onde fica base eleitoral, se apresentando à população. Tudo indica que será o escolhido pelo partido para disputar em Goiânia. Isso se o PMDB for, de fato, ter candidato próprio. A legenda está esperando para ver as ações dos demais partidos e deve se decidir apenas no dia 5 de agosto, o último permitido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a realização da convenção partidária. No momento, o PMDB estaria com 100% de disposição de ter um candidato próprio, mas as coisas mudam e é exatamente por isso que a sigla está esperando.

Em Cristalina, Marcelo Pezão “retoma” o PMDB na Justiça

[caption id="attachment_71177" align="aligncenter" width="620"]marcelo-pezao-facebook Marcelo Pezão | Foto: Facebook[/caption] Marcelo Pezão, que tinha sido “expulso” da presidência do PMDB, conseguiu retomar seu posto na semana passada e voltou ao comando do partido.  Marcelo conseguiu uma liminar na Justiça para voltar a ser o presidente e isso pode criar uma reviravolta no cenário eleitoral da cidade. Tudo indica que o atual pré-candidato Wanderlei Benatti, que estava na presidência do PMDB em Cristalina, pode não ser mais o escolhido pelo partido, que agora pode tanto lançar um nome próprio quanto apoiar outro. Tudo depende das conversas de Marcelo com a cúpula estadual do PMDB. Na sexta-feira, 22, ele esteve em Goiânia conversando com Daniel Vilela e José Nelto. Daniel, que estava apoi­an­do Benatti, pode acabar decidindo se o partido terá candidato ou se apoiará o ex-prefeito Gildomar Gonçalves (PMN) ou mesmo Fred Bastos (DEM).

“80% dos prefeitos que buscarem a reeleição vão se dar mal”

Uma das maiores referências em consultoria política diz que atuais gestores que buscarem novo mandato vão ser punidos nas urnas por conta das dificuldades financeiras

Em Itumbiara, Zé Gomes só não será eleito se não quiser ou se não puder

Em Itumbiara, existe uma certeza absoluta: se José Gomes da Rocha (PTB) puder (e quiser), ele será o candidato — praticamente eleito, mesmo antes da eleição — a prefeito. Zé Gomes está muito bem avaliado na cidade e tem condições de se eleger sem muito esforço, o que é raro na atual cenário político.

Os favoritos do PPS para prefeito e vereador

O PPS terá mais 40 candidatos a prefeito no Estado. Os favoritos são: dr. Rodrigo, em Iporá;  dr. Fernando Resende, em Caldas Novas; e Júnio Capela, em Pirenópolis. Em Goiânia, o partido trabalha para indicar a vice de Vanderlan Cardoso, pré-candidato e prefeito pelo PSB, e pretende eleger três vereadores — atualmente, não tem nenhum. Na proporcional, o partido se coligará ao PSC do deputado estadual Simeyzon Silveira, sigla com a qual o PPS deverá se ligar em vários dos municípios do interior. E três candidatos a vereador despontam como aqueles que têm maior capilaridade eleitoral e que podem conseguir uma vaga na Câmara de Goiânia: Carlin Café, Cecília do Cevam e Leidimar do Goiânia Viva.

Os favoritos absolutos do PR para prefeito em Goiás

Magda Mofatto, deputada federal e presidente do PR em Goiás, afirma que conseguiu reestruturar o partido no último um ano e meio. “Aumentamos o número de deputados estaduais e federais e somos o partido que, depois do PSDB, temos mais vereadores em Goiânia: cinco”, diz ela. Isso, na visão da deputada, deverá garantir certa estrutura para que os candidatos a prefeito pelo partido consigam se viabilizar. Os principais, além de Waldir Soares em Goiânia, são Álvaro Guimarães, em Itumbiara, e Gracilene Batista, em Niquelândia.

“Estou focado na eleição municipal e não num possível mandato no Congresso”

Eurípedes Junior (Pros) pode, na volta dos trabalhos parlamentares, assumir o mandato de deputado federal. Acontece que Eurípedes é segundo suplente e vários deputados estão envolvidos em disputas nos municípios. Heuler Cruvinel (PSD) será candidato em Rio Verde; Waldir Soares (PR), em Goiânia; Flávia Morais (PDT), em Trindade. Fora o deputado Fábio Sousa (PSDB), que deve assumir a secretaria estadual deixada por Thiago Peixoto (PSD). Porém, Eurípedes diz não estar pensando no assunto. “Minha preocupação agora é com o partido e com as eleições deste ano”, responde.

A briga em Trindade se dá entre Flávia Morais e Tayrone di Martino

[caption id="attachment_71167" align="aligncenter" width="620"]Deputada Flávia Morais e vereador Tayrone di Martino | Fotos: reprodução/ Jornal Opção Deputada Flávia Morais e vereador Tayrone di Martino | Fotos: reprodução/ Jornal Opção[/caption] A deputada Flávia Morais (PDT) ainda não decidiu se será ou não candidata em Trindade. Flávia tenta amarrar a eleição deste ano à de 2018. O acordo seria deixar de disputar este ano em troca do apoio da base do governador Marconi Perillo à sua candidatura a deputada federal. Porém, já existe alguém interessado na vaga: Tayrone di Martino (PSDB). O atual secretário estadual de Governo estaria de olho em uma possível candidatura a deputado federal nas próximas eleições. Por isso, Tayrone estaria complicando o acordo em Trindade, cidade que é base eleitoral de sua esposa.