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O que falta ao candidato do PSD a prefeito de Goiânia, Francisco Júnior, é ênfase; numa palavra, tesão. Mas o primeiro debate dos candidatos, com a ausência de Iris Rezende, do PMDB, e de Waldir Delegado Soares, do PR, mostrou que o jovem está preparado para discutir os problemas da capital, ao mesmo tempo tem ideias para resolvê-lo. O primeiro debate mostrou que, se há um candidato propositivo, este é Francisco Júnior. Ele, além de mostrar preparo técnico e não apresentar projetos mirabolantes, exibiu farto conhecimento sobre Goiânia.
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O atentado contra o prefeito de Catalão, Jardel Sebba, gerou uma imensa rede de solidariedade ao líder do PSDB. A cidade inteira se mobilizou, avaliando que o tucano é o mis pacífico dos candidato. Se o ataque teve motivação político-eleitoral, porque é candidato à reeleição, os tiros saíra pela culatra.
Na semana pessoa, um homem — ou dos homens — passaram na porta da prefeitura e atiraram em direção ao gabinete de Jardel Sebba. O prefeito estava na prefeitura, à noite, e quase foi alvejado.
Os ânimos políticos estão exaltado e Catalão tem um histórico de violência. Há alguns anos, Eurípedes Três Ranchos, então prefeito, foi assassinado, em sua casa, e até hoje não se tem informação precisa do que aconteceu.
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Ernani de Paula, do PSDC, confirma sua candidatura a prefeito de Anápolis. Sua vice é Vânia Melo. Ele já requereu o registro. “O caos político é tão grande que, como político inovador e ousado, tenho chance de ser eleito”, afirma.
Ernani de Paula foi prefeito de Anápolis. Ele afirma que, se eleito, deve reavivar a Prefeitura 24 Horas. “Anápolis precisa sair do feijão com arroz. A cidade precisa de um choque de criatividade e ousadia. Mais: o prefeito da cidade não pode ser o governador do Estado, tem de ser aquele que foi eleito nas urnas. Há recursos para fazer obras municipais, não se pode ficar apenas à espera das ações dos governos estadual e federal, como atualmente.”
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Arquivo[/caption]
Luiz Bittencourt será candidato a deputado federal em 2018? Não se sabe. O que se sabe é que, apesar de ter desistido de disputar a Prefeitura de Goiânia, não dirá adeus à política e vai continuar discutindo os problemas da capital de Goiás. Além de soluções para resolvê-los.
O ex-deputado federal pode ter sido o principal responsável pelo fato de Waldir Soares não participar dos debates em Goiânia. Quando era pré-candidato, Bittencourt “apertou” o delegado, fustigando-o com informações precisas, numa rádio, durante um debate. O militante do PR parece que se assustou.
Mesmo fora do páreo, Luiz Bittencourt vai fustigar Waldir Soares e candidatos que avalia como populistas, como Iris Rezende, e que seriam “ruinosos” para o desenvolvimento de Goiânia.
É a primeira vez que o candidato do PSB consegue montar uma ótima estrutura partidária para disputar a eleição, mas até agora ele ainda não se afinou com seus parceiros
Líderes do PP dizem que o deputado federal Sandes Júnior desapareceu do mapa. Não atende telefonemas e não deve disputar a reeleição em 2018. “Ele vai cuidar apenas de seus empregos em rádio e televisão”, informa um aliado do senador Wilder Morais, presidente do PP. Wilder Morais diz, nos quatro cantos do Estado, que vai disputar mandato de senador. Porém, com habilidade, monta sua base política tanto para ser suplente de Marconi Perillo ou para disputar mandato de deputado federal (no lugar de Sandes Júnior). Senado, muito disputado, seria um prêmio.
O ex-senador Gim Argello confidenciou a aliados que, apesar das sondagens, não fará delação premiada (um prefeito do Entorno de Brasília ficou contente). Ele está preso. Se fizer, dizem, até a presidente afastada Dilma Rousseff sairá chamuscada. Gim Argello também não confirma que ele e a ex-petista-chefe que foram “namorados”.
O deputado federal e economista Giuseppe Vecci é cotado para assumir a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do governo de Marconi Perillo. Eurípedes Júnior, do PROS, assumiria a sonhada vaga na Câmara dos Deputados. Ressalve-se que Giuseppe Vecci está encantado com o Parlamento. Mesmo sendo marinheiro de primeira viagem, conseguiu cavar seu espaço em Brasília e é um deputado respeitado e ouvido pelos pares.
O geólogo Carlos Maranhão é um ás do marketing político. O governador Marconi Perillo, de Goiás, o convoca para todas as eleições e ouve cuidadosa e criteriosamente o que sugere. Porém, com a desistência de Giuseppe Vecci — que saiu da disputa pela Prefeitura de Goiânia —, não vai participar, ao menos não diretamente, da campanha deste ano. Nos últimos 20 anos, é a primeira vez que não articula uma campanha na capital.
Com participações especiais, como Nila Branco, o álbum mostra a jornada do músico que também é compositor e conhece as dificuldades de uma profissão dura de se seguir
Palacianos sugerem que, ao falar no ajuste fiscal feito em Goiás, a secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão, não deve esquecer do governador Marconi Perillo. Frise-se que as medidas iniciais para enfrentar a crise foram tomadas em 2014, quando a doutora ainda não era a czarina da economia. Os luas azuis não querem, de maneira alguma, reduzir o papel de Ana Carla Abrão no ajuste fiscal. Mas cobram que, ao falar do assunto, sobretudo fora do Estado, a secretária não se esqueça de que Goiás tem governador — sim, Marconi Perillo.
Tida como Maquiavel da Culinária, Iris Araújo teria listado quatro políticos que não perdoa de maneira alguma, pela ordem: o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB); o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB); o presidente do PMDB em Goiás, deputado federal Daniel Vilela, e o deputado estadual José Nelto (PMDB). A ex-deputada federal costuma sugerir, em conversas particulares com aliados de confiança, que o tucano acabou com a carreira política de Iris Rezende em termos estaduais — esquecendo-se de que são os eleitores que deixam de bancar políticos — e que o trio Maguito Vilela, Daniel Vilela e José Nelto trabalha, de maneira orgânica, para isolá-lo no PMDB. José Nelto de fato articulou, com volúpia, para Daniel Vilela derrotar o candidato de Iris Rezende, Nailton “Irizinho” Oliveira, na disputa pelo comando regional do PMDB. Agora, tentando recompor com o decano peemedebista, o deputado estadual defende sua candidatura a prefeito de Goiânia e atira em Waldir Soares com fuzis e metralhadoras verbais.
Em amarelo, azul e verde, o goiano de Trindade combina artigos sobre Cultura, Ciência e Saúde Pública
“Pipoqueiro” é a palavra mais suave usada por José Nelto para “explicar” Waldir Soares. Nos bastidores, os termos são muito mais duros e, por isso, impublicáveis. Aos aliados, José Nelto costuma dizer que, como vai sofrer uma derrota tão feia e acachapante, não será nenhuma surpresa se voltar correndo para o Paraná. O peemedebista também dito que, na próxima eleição para deputado, Waldir não deverá ter nem a metade dos votos que obteve em 2014. O deputado estadual quer saber quais são os projetos de Waldir Soares, “apresentados e aprovados na Câmara dos Deputados”, para melhorar a segurança pública do país.
Conta-se no Entorno de Brasília e a história é aqui transcrita conforme o que se comenta. Há alguns anos, numa cidade da região, um político, que nem era político na época, “cantou” uma bela mulher e, pimba!, levou uma surra federal. Dada exatamente pela jovem, que era lutadora de caratê. Hoje, o surrado, que prega a moralidade, é candidato a prefeito de Goiânia.

