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Não é válida a dispensa por justa causa de um advogado com fundamento na negligência no desempenho das funções, quando demonstrado que ele não foi punido por falhas anteriores e que a medida ocorreu somente um mês depois do último erro. Esse foi o entendimento da 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) ao rejeitar pedido de um banco. O advogado, que exercia a função de assistente jurídico, disse que a empresa não explicou o motivo da rescisão do contrato de trabalho por justa causa, mencionando no comunicado de dispensa apenas o artigo 482 da CLT, sem apontar a alínea. Já a instituição financeira disse que ele cometeu quatro graves falhas processuais, que causaram prejuízos de R$ 1 milhão. Em primeiro grau, o juiz da 12ª Vara do Trabalho de Goiânia reconheceu a conduta desidiosa do autor e julgou improcedente o pedido de conversão da dispensa por justa causa em imotivada. O Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO), porém, embora tenha reconhecido as falhas, considerou desproporcional a justa causa ao constatar que o banco não aplicou nenhuma penalidade pelas falhas anteriores. A decisão foi mantida no TST.
Há uma aposta generalizada de que, se Iris Rezende, do PMDB, for eleito prefeito de Goiânia, na disputa de 2 de outubro, ficará no Paço Municipal até o fim de março de 2018 e aí desincompatibilizará para disputar o governo do Estado. Resta saber se seu vice, Major Araújo, tem competência técnica e serenidade para governar Goiânia. Iris Rezende, embora negue, é o principal responsável por Paulo Garcia, do PT, na Prefeitura de Goiânia. Se não fosse o peemedebista, o petista dificilmente teria sido eleito, em 2012. “Major Araújo é Paula Garcia amanhã”, admite o peemedebista.
Candidato do PTB à Prefeitura de uma das maiores cidades de Goiás diz ter superado problemas na Justiça e que está pronto para governar novamente
Se Iris Rezende bancar Ronaldo Caiado para governador em 2018, filiando-o ao PMDB, a tendência é que Daniel Vilela e seu pai, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, deixem o partido e se aliem ao governador de Goiás, Marconi Perillo. Aí Maguito Vilela seria candidato a senador, em dobradinha com Marconi Perillo.
O alto tucanato organiza uma força-tarefa, com, entre outros, o deputado federal Célio Silveira e a secretária de Cidadania do governo de Goiás, Lêda Borges, para fortalecer a candidatura do vereador Pábio Mossoró a prefeito de Valparaíso.
Sem a força-tarefa, Pábio Mossoró pode perder a eleição para Afrânio Pimentel, apontado como único que pode derrotá-lo, dada a força do dinheiro do PR de Magda Mofatto. Roberto Martins, do PT — que conta com o apoio da prefeita Lucimar Nascimento (mal avaliada) —, e Iraquitan da Silva, do PC do B, são os outros postulantes.
Pesquisas encomendadas pelo Palácio das Esmeraldas mostram que a aprovação do governo de Marconi Perillo em Goiânia está fase de crescimento. Motivo: o volume de obras do governo em várias áreas da cidade. Um exemplo é o Hugol e o Estádio Olímpico. Não é à toa que Iris Rezende queria o apoio de Marconi Perillo para disputar a Prefeitura de Goiânia.
O jornalista Luiz Carlos Bordoni, ex-“Diário da Manhã” e ex-Jornal Opção, é o mais novo funcionário da produtora Kanal Vídeo, do marqueteiro Jorcelino Braga. Bordoni é um jornalista eficiente em campanhas eleitorais.
Da “Lavoura ‘Escassa’” do notável escritor patropi parece que a commodity mais apreciada são copos de cólera panglossianos em defesa do petista Lula da Silva e contra José Serra e Gilmar Mendes
A obra conta com análise de Denise Bottmann e apresentação de Ésio Macedo Ribeiro
Às vezes, para preservar a reputação de um indivíduo, poderoso ou não, é preciso retardar a publicação de furo de reportagem e segurar o ímpeto justiceiro
O ditador matou cerca de 30 milhões de soviético, sua mulher se matou e a filha fugiu para os EUA
O czar vermelho Stálin era um grande estadista e, ao mesmo tempo, um assassino serial. Seu regime, por sua inspiração, matou de 20 a 30 milhões de pessoas. A muitos aliados que pretendia matar chegava a perguntar se pensavam em se suicidar. Uma de suas mulheres matou-se. Sua filha, Svetlana Alliluyeva (1926-2011), fugiu para os Estados Unidos durante a Guerra Fria, abandonando dois filhos. Depois, voltou à União Soviética, mas não se adaptou, retornando ao país de Barack Obama.
Tios e tias de Svetlana Alliluyeva foram perseguidos por Stálin, sobretudo depois do suicídio de sua mãe. Seu namorado-amante foi enviado para a Sibéria. Os nazistas prenderam um filho de Stálin e anunciaram que poderiam trocá-lo por oficiais alemães. O ditador disse “não” e os alemães o mataram.
Svetlana Alliluyeva morreu aos 85 anos, em 2011, numa casa da zona rural do Estado de Wisconsin, nos Estados Unidos. Pobre e solitária. Mudara o nome para Lana Peters. Saiu em Portugal, mas não no Brasil, “A Filha de Estaline — A Vida Extraordinária e Tumultuosa de Svetlana Alliluyeva” (Temas e Debates, 616 páginas), uma biografia detalhada escrita por Rosemary Sullivan.
A edição contém 14 livros a mais do que a Bíblia protestante e sete a mais do que a Bíblia católica
Angola, Venezuela, República Dominicana, Argentina e Cuba receberam enxurrada de dinheiro do governo petista
O escritor americano Philip Roth, possível prêmio Nobel de Literatura de 2016, diz que não vai publicar mais livros — ao menos não de prosa. Agora, a Companhia das Letras lança seu livro “Os Fatos” (240 páginas), com tradução de Jorio Dauster. Não li, mas, desde já, entra para minha lista penelopiana. Sinopse fornecida pela editora: “‘Os Fatos’ é a incomum autobiografia de um romancista que remodelou a maneira como encaramos a ficção. Livro de irresistível candura e inventividade, é especialmente instrutivo em sua revelação sobre as conexões entre arte e vida. Philip Roth foca em cinco episódios de sua trajetória — a infância em Nova Jersey; a formação universitária; o envolvimento com a pessoa mais ríspida que conheceu; o embate com a comunidade judaica por conta de seu livro ‘Adeus, Columbus’; e a descoberta do lado adormecido de seu talento que o levou a escrever ‘O Complexo de Portnoy’. Ao final, um ataque do próprio autor às suas habilidades como biógrafo encerra de forma surpreendente o novo livro de um dos principais escritores contemporâneos”.
Philip Roth, escritor que quase sempre coloca parte da história pessoal, imaginada, nos seus romances, abriu sua documentação para um biógrafo profissional. Não em “Os Fatos”, é claro. O biógrafo está ouvindo o escritor, relendo suas obras e entrevistando pessoas.
Candidato do PSD aparece em primeiro lugar nas intenções de voto aferidas pelo instituto Fortiori com 32,9%

