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Foto: Ana Paula Abrão[/caption]
A deputada Flávia Morais (PDT) comentou com um aliado que só se interessa, no governo de Marconi Perillo, pela Secretaria Cidadã.
Flávia Morais já ocupou a secretaria, que teria sido decisiva para sua eleição para deputada federal. A deputada não está se convidando, mas, se convidada, dirá sim — sorrindo, alegre.
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Deputado Célio Silveira e a aliada, Lêda Borges | Foto: reprodução / Facebook[/caption]
Como o deputado federal Célio Silveira decidiu não ocupar cargo no governo de Marconi Perillo — rejeitou a Secretaria de Segurança Pública —, Lêda Borges fica mais forte para permanecer na Secretaria Cidadã.
Detalhe: o tucano-chefe aprecia seu trabalho.
Não se pense que um secretariado mais político seja equivalente a um secretariado mais gastador. O governo vai investir mais, mas sem ferir o equilíbrio fiscal
A poderosa Secretaria de Desenvolvimento é vista como uma Ferrari, admirada por todos, mas sem combustível — quer dizer, não funciona. A frase é atribuída ao deputado federal Thiago Peixoto (PSD), ex-secretário exatamente da pasta.
O que todos dizem, sem a sofisticação de Thiago Peixoto, é que Secretaria de Desenvolvimento é uma moça bela, mas sem graça.
Um grupo de deputados estava comentando que a Secretaria de Desenvolvimento era uma Ferrari sem combustível quando um deputado petista passou e perguntou:
— Vocês estão falando da secretária da Educação, Raquel Teixeira?
Todos riram, mas um esclareceu rápido:
— Até parece que sim, mas, na verdade, falávamos da Secretaria de Desenvolvimento, uma espécie de patinho feio do governo do Estado.
Um deputado tucano contrapôs:
— Em 2017, com dinheiro em caixa, a Secretaria de Desenvolvimento se tornará um carro de Fórmula 1. Um foguete, com gasolina e tudo mais. Só vai precisar de um Nico Rosberg.
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Junior Vieira[/caption]
A superintendência de esporte do governo Marconi Perillo pode sair da Secretaria de Educação e voltar a ser secretaria. Se isto acontecer, seria ocupada por uma pessoa patrocinada pelo deputado Jovair Arantes (PTB).
Júnior Vieira, protegido de Sebastião Caroço Monteiro, conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios, seria remanejado para outro cargo.
Luiz José Aguiar A reportagem é oportuna e esclarecedora. Este semanário é reconhecido pelo conteúdo dos trabalhos publicados. Há, porém, uma observação que se impõe – até por questão de justiça. Aprendi que o advérbio latino “sic” é uma arma sucinta e poderosa à disposição do autor de um texto na hora de enfatizar que está fazendo uma transcrição literal, sobretudo quando esta contém um erro gramatical ou mesmo uma opinião da qual ele discorde. Um bom “sic” tem seu lugar, inclusive como elemento de zombaria, mas deve ser empregado com parcimônia. Mal usado, pode soar apenas esnobe ou arrogante, caso em que não custa nada substitui-lo por outros modos de indicar uma correção ou uma discordância. No caso de trecho da manifestação do procurador Helio Telho, escrita em 1997 e transcrita em 2016 pelo Jornal Opção, as expressões grafadas pelo procurador (“infra-estrutura” e “consequência”) obedeceram às regras gramaticais vigentes à época. Portanto, o uso do advérbio “sic” após tais expressões, hoje, permite uma interpretação equivocada acerca de um possível erro, pois o novo acordo gramatical estabeleceu mais recentemente nova grafia destas expressões. Provavelmente o uso do “sic”, neste caso, não teve a função de apontar um suposto “erro”, mas considerando o uso comum desse advérbio com tal finalidade, ouso fazer este esclarecimento como forma de contribuição. [“Por erro do Incra, governo federal deve pagar quase meio bilhão de reais por fazenda goiana”, Jornal Opção 2162]
“Caiado deve sofrer de algum caso raro de dissociação”
Thiago Cazarim Sobre uma publicação do senador Ronaldo Caiado (DEM) na “Folha de S. Paulo”, em que ele acusa quem foi aos protestos contra a PEC 55 e o Michel Temer de serem financiados pelo PT, quero dizer que eu estava em Brasília e não fui financiado pelo partido. E sobre ouvir a academia, Caiado deve sofrer de algum caso raro de dissociação, dadas as inúmeras projeções feitas por economistas de universidades brasileiras mostrando os efeitos nocivos da PEC 55 para os investimentos sociais e que, além disso, não solucionam a questão fiscal no País. Thiago Cazarim é mestrando em Performances Culturais na UFG“Seria estranho o MBL aceitar partidos de esquerda em seus quadros”
Ulysses Remy Ressaltamos que o MBL [Movimento Brasil Livre] não quer disputar hegemonia pelo movimento. O MBL tem uma agenda liberal e apoiou e elegeu alguns candidatos. Para isso, a legislação exige filiação partidária. Somos a favor da candidatura, apoiamos nomes e não partidos. Seria estranho se o MBL aceitasse em seus quadros partidos de esquerda. ["MBL e Vem Pra Rua Goiás convocam goianienses a participar de protesto contra a corrupção", Jornal Opção Online] E-mail: [email protected]“Ferreira Gullar era o maior poeta do português”
Carlos Willian Leite Gullar era o maior poeta da língua portuguesa. Seu “Poema Sujo” vale a produção inteira de 98% dos poetas brasileiros. [“Morre Ferreira Gullar, o notável poeta que não ganhou o Nobel de Literatura”, Jornal Opção Online] Carlos Willian Leite é jornalista e editor da Revista Bula.“Raro poeta e grande ser humano”
Arthur Otto Este final de ano está sendo o tempo das grandes perdas. Agora foi Ferreira Gullar, um raro poeta e um grande ser humano, que sempre lutou pela liberdade democrática. Deus o tenha junto a Ele. Arthur Otto é físico nuclear.“Mudanças dos valores dos combustíveis são sempre desfavoráveis ao consumidor”
Del Lisboa [caption id="attachment_42145" align="alignleft" width="300"]
Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas[/caption]
Como conseguimos viver em um país desonesto e nos acostumamos com isso? Há três semanas, a Petrobrás anunciou uma pequena diminuição no preço da gasolina. Demoraram sete ou mais dias para baixar esse combustível 20 centavos em seu valor, o que já seria um absurdo. Pois na segunda-feira, 5, a mesma Petrobrás anunciou um pequeno aumento nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias. Então, em menos de 24 horas da notícia, esses dois combustíveis subiram, em seus valores já indecentes, os mesmos 20 centavos. Que instantaneidade é essa pra repassar aumentos que não ocorre para diminuição dos valores? Até porque ainda não houve nem tempo para os donos de postos de combustíveis comprarem a gasolina e o diesel com os novos preços. Agora, a maior desonestidade de todas: por que o etanol, que não teve preço alterado, misteriosamente subiu os mesmos 20 centavos?
Isso sempre ocorre e nada acontece. Nós, consumidores, ficamos sem opção, não há possibilidade de economizamos, escolhendo esse ou aquele combustível, o cálculo dessa forma é sempre prejudicial ao consumidor. Enfim, essa é a minha conclusão sobre o assunto, simples e vergonhosa, sem uma luz no fim do túnel para nos salvar, até porque as instituições que deveriam defender nossos direitos nada fazem. Nem o túnel é possível ver nesse contexto, quanto mais a luz. [“Variação do litro da gasolina chega a 60 centavos em Goiânia”, Jornal Opção Online]
Del Lisboa é policial civil.
“Parabenizamos o profissionalismo do Jornal Opção”
César Moraes Lopes Em nome da assessoria do deputado estadual Henrique Arantes (PTB), parabenizo a competência e seriedade com a qual os jornalistas têm retratado as notícias. Sempre acompanhamos as matérias e informações divulgadas no site do Jornal Opção e também no jornal impresso. Venho agradecer a seriedade ao divulgar a notícia com o título “Jovair e Henrique Arantes são multados por propaganda eleitoral antecipada em Acreúna”, uma vez que o Jornal Opção – por meio do jornalista Marcelo Gouveia – foi o único veículo de comunicação que ouviu o “outro lado”, ao entrevistar ao menos uma das partes mencionadas na matéria, neste caso, o deputado Henrique Arantes. Não há segredo que a informação realmente procede (por se tratar de um equívoco do candidato a vereador em questão) e o próprio deputado Henrique Arantes mencionou o fato publicamente na tribuna da Assembleia Legislativa, na tarde da quarta-feira, 7. Portanto, agradecendo a inserção do posicionamento do deputado Henrique, parabenizamos o profissionalismo e contamos sempre com a colaboração de toda a equipe. César Moraes Lopes é assessor de imprensa do deputado estadual Henrique Arantes (PTB).“Vi que a ilha de Fidel é bem pior do que eu imaginava”
Alberto Nery dos Santos Confesso que já tive uma queda por Fidel, só via as pessoas de meu convívio dizerem bem de Cuba. Mas, de tanto ter interesse pela famosa ilha, passei a estudar sobre a mesma. E vi que não passava de uma “ilha da fantasia”, porque só amava a mesma quem não morava lá. Até meu pai, depois de se reformar como coronel da PM, resolveu fazer umas viagens à ilha. E, um dia, ele me contou a pobreza do povo cubano, onde as pessoas comia mal, as casas não podiam ter mais de duas lâmpadas e onde a prostituição era uma fonte de renda que as pessoas conseguiam para sobreviver. Tudo feito à vista da policia castrista, que ganhava polpudas propinas. Aí veio minha desilusão total. Ultimamente, convivendo com vários médicos cubanos, vi que a ilha de Fidel é bem pior do que eu imaginava. Os Castros, nestes quase 60 anos, criaram um bando de micos amestrados. A maioria da população perdeu a vontade de ser alguém na vida. Até os médicos que estão aqui refletem o desânimo em seu rosto. Com a morte de Fidel, eles sabem que nada vai mudar, porque o sonho de Raúl era ser um presidente de fato e de direito. Ele não vai querer perder essa oportunidade. Segundo os mais otimistas, Cuba vai continuar como está por mais umas cinco décadas, porque o povo já acostumou em ter nada. Nem que Raúl tentasse fazer da ilha uma economia de mercado, como é a China, dificilmente isso daria certo, por causa de sua extrema pobreza. [“21 livros que ajudam a entender Fidel Castro, Che Guevara, a Revolução Cubana e a longeva ditadura”, Jornal Opção 2161] E-mail: [email protected]
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Vilmar Rocha, secretário das Cidades e Meio Ambiente: um liberal em tempo integral | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O ex-deputado Vilmar Rocha (PSD) sugere que a Secretaria de Segurança seja ocupada por um técnico. “Pode ser um juiz, um promotor, um policial federal, um professor de Direito Penal ou um advogado especializado na área penal.”
Há quem aposte que Vilmar Rocha tem o perfil para o cargo de secretário de Segurança Pública. Ele é professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás.
Ressalva: o secretário das Cidades e Meio Ambiente não está falando em causa própria
Especula-se, entre os auxiliares mais próximos do governador de Goiás, Marconi Perillo, que certas mudanças ou substituições serão surpreendentes. Até vacas sagradíssimas, que se consideram intocáveis, podem rodar.
Mas obviamente o tucano-chefe vai levar em consideração a correlação de forças políticas. Marconi é um gestor atentíssimo, mas sempre será um político — ou seja, estará sempre pensando na próxima eleição.
O PMDB de Goiás não sabe o que fazer: está pior do que cego em tiroteio de cegos. Quer falar mal, mas o presidente da República, Michel Temer, maior líder do partido no país, avalia que o ajuste fiscal do governo do governador Marconi Perillo é de primeira linha.
Michel Temer avalia que Goiás tem saído na frente quando se trata de ajuste fiscal.
Um deputado do PMDB fez críticas pontuais, mas demonstra não sabe do que se trata. E, pior, terá de apoiar medidas duras no país, talvez até mais duras do que as de Goiás.
As propostas são absolutamente necessárias para o Estado atravessar a crise, ao mesmo tempo em que vai retomando a sua capacidade de investir
A palavra de ordem no governo de Marconi Perillo, do PSDB, é uma só: austeridade. Quem não estiver disposto a acatá-la, pensando que vive um tempo de bonanças, deve pedir o boné e buscar abrigo na iniciativa privada.
Austeridade, para o tucano-chefe, não é uma palavra de ordem vazia. É uma profissão de fé. O secretariado e a turma do segundo escalão precisam entender que Marconi Perillo está falando sério, muito sério. Dias difíceis virão, para todos. É o recado da realidade.
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Desembargador Gilberto Marques Filho | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
Depois que o desembargador Leobino Chaves promoveu a mudança das varas cíveis e de Família para um ambiente adequado e condigno, a grande missão do novo presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), desembargador Gilberto Marques Filho, será a resolução de um problema ainda mais difícil de ser solucionado: levar uma prestação jurisdicional condizente aos cidadãos que necessitam dos serviços das varas de Família na capital.
Atualmente, no foro existem 18 varas cíveis, 12 varas criminais e apenas 6 varas de Família. Não é segredo para ninguém que as Varas de Famílias estão estranguladas pela natureza das ações e pelo grau de zelo que esses processos necessitam. A título de exemplo, há um pedido de liberação de alvará de caráter alimentício que está concluso há mais de 30 dias sem despacho, mas, ao ser questionado, o juiz justificou que possui mais de 1,3 mil processos dessa natureza e nas mesmas condições. Infelizmente, os magistrados estão assoberbados de trabalho; contudo, pensar que só em uma vara de Goiânia temos mais de 1,3 mil famílias aguardando para receberem alimentos é insensato e paradoxal.
E as incongruências não param por aí: um leitor relatou a esta coluna que possui um processo de divórcio que está pendente há mais de cinco anos. O que é o pior: a esposa pediu o divórcio e ele concorda com o pedido, mas, mesmo assim, já se passa esse período sem uma decisão judicial; ou seja, se forem relatados todos os casos de lentidão e morosidade será necessário reservar muitas páginas. Não há dúvida de que o problema persiste distante do trabalho árduo de magistrado e serventuários da justiça e, como já dito, o novo presidente do TJ-GO terá a dura missão de mudar conceitos e imprimir uma nova metodologia de trabalho que facilite a prestação de serviço nas varas de família.
Apesar de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter entendido, no Habeas Corpus 126.292 e no Recurso Extraordinário com Agravo 964.246 (com repercussão geral definida), ser possível a prisão depois da condenação em segunda instância, a pena não pode ser aplicada antes que a jurisdição das instâncias esteja encerrada. Assim entendeu o ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao conceder HC liminarmente a um réu condenado em primeiro e segundo graus por roubo qualificado. Depois que a decisão de primeira instância foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, o Ministério Público paulista solicitou o início antecipado da pena. O pedido foi aceito pelo TJ-SP, o que motivou recurso da defesa do réu ao STJ. Na corte, Fonseca, relator da ação, destacou que ainda há embargos de declaração, que têm efeito suspensivo, pendente de análise na corte paulista. “Nesse contexto, tendo em vista a irreversibilidade de eventual cumprimento antecipado da pena e com o escopo de preservar e proteger os direitos/garantias fundamentais do jurisdicionado, o pedido liminar merece ser deferido para que o paciente aguarde em liberdade a entrega da jurisdição pelo segundo grau”, explicou o ministro ao conceder a liminar.
O cartapácio de quase 2400 páginas contém tudo ou quase tudo sobre o escritor tcheco que escrevia em alemão. A literatura era o centro de sua vida, afirma pesquisador da Alemanha


