Notícias
[caption id="attachment_75434" align="aligncenter" width="620"]
Francisco Jr. durante gravação de programa eleitoral em 2016 | Foto: divulgação[/caption]
As previsões dão conta de que o PSD deve perder o deputado Lincoln Tejota para o Pros. De olho na Câmara Federal, o jovem é um dos favoritos para a eleição de 2018. Se a troca for concretizada, o passe do deputado Francisco Jr. sobe. E muito. O partido lhe dará todo suporte no ano que vem e, se quiser disputar a Prefeitura de Goiânia em 2020, tem carta branca.
[caption id="attachment_100563" align="aligncenter" width="620"]
Marconi em reunião com Eliane Pinheiro e empresários[/caption]
Considerada umas das mais bem articuladas da Assembleia, a deputada estadual Eliane Pinheiro (PMN) conseguiu, junto ao governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), a redução da alíquota de contribuição dos pequenos frigoríficos para o “Fundo Protege”.
O índice caiu de 15% para 10%, garantindo competitividade aos produtores de todo o Estado. Ao todo, foram beneficiadas cerca de 40 empresas, que empregam 5 mil funcionários. A redução será sentida, inclusive, pelo consumidor, que deverá comprar carne um pouco mais barata.
Partidos aguardam votação da denúncia contra o presidente no plenário para tomar qualquer decisão sobre 2018
A exemplo de Machado de Assis, a visão do autor carioca tem de seus personagens não é sentimental, mas realista. Ao mesmo tempo, não se pode deixar de reconhecer um tom saudosista do tempo que ele mesmo viveu no bairro de São Cristóvão
Senador cassado sabe que disputa majoritária será mais difícil
Obra é respaldada por alguns cientistas proeminentes, mas fica-se com a impressão de que se trata de uma concessão à boa intenção do autor. Em tempos de Donald Trump e de sua teoria do localismo dos efeitos ambientais, todo chamamento ao bom senso é bem-vindo
Vereador é um dos maiores defensores da gestão Iris Rezende (PMDB) e conta com o apoio de Samuel Belchior
Obra está meticulosa e artesanalmente erguida sobre um vigoroso tripé estilístico – densidade, pungência e prosa poética – conduzindo o leitor a uma leitura epifânica, coadjuvado pela destreza de um domador de palavras
[caption id="attachment_98534" align="aligncenter" width="620"]
Vereador Elias Vaz (PSB) | Foto: Fernando Leite[/caption]
O vereador Elias Vaz (PSB) critica a fala do prefeito Iris Rezende na visita ao presidente Michel Temer, de que foi apenas cortesia. “Ora, visitar o presidente da República e não pleitear benefícios para a cidade é perda de tempo, principalmente considerando que temos uma obra como o BRT parada em Goiânia. Acho que o prefeito não foi bem orientado.”
[caption id="attachment_99197" align="aligncenter" width="620"]
Iris e a esposa, Dona Íris Araújo| Foto: Fernando Leite[/caption]
Seis meses após ter assumido o Paço Municipal, o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), já trabalha em uma reforma administrativa. O objetivo, segundo políticos mais próximos da prefeitura, é aparar arestas com vereadores e aliados insatisfeitos. Não há, porém, previsão para que seja concluída. E nem implantada.
Ambos são bancados por dois gigantes na gestão de Iris Rezende
[caption id="attachment_90796" align="aligncenter" width="620"]
Vereador Eduardo Prado | Foto: Reprodução[/caption]
O vereador Delegado Eduardo Prado disse ao Jornal Opção que, mesmo que seu partido, o PV, esteja na base de Iris Rezende (PMDB) na Câmara, não servirá de "boneco de ventríloquo". Votará somente o que for "de interesse da sociedade" e não aceitará imposições. "E digo mais: se o prefeito acha que vai mandar e desmandar, não conhece essa nova Legislatura", arrematou.
Marconi Perillo é peça fundamental no apoio do PSDB a Temer. Se não fosse ele, os tucanos já teriam saído do governo federal. A ala paulista quer que o partido entregue já os cargos no governo Temer.
Aos 82 anos, peemedebista goiano não tem influência nenhuma sobre qualquer deputado ou senador
É complicada a situação de Ronaldo Caiado (DEM), embora ele apareça em primeiro lugar nas pesquisas para o governo estadual. A continuar o quadro atual, o senador terá dificuldades em montar a chapa majoritária, com um candidato a vice, dois senadores e quatro suplentes. Sem aliança com o PMDB, o senador também não terá chapa competitiva para a Assembleia e Câmara Federal. Com isso, fica com uma chapa vulnerável, a chamada chapa camarão, com um nome forte na cabeça e o corpo fraco.


