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Aqui Jaz(z) Poesia será lançado na UBE Goiás

Hélverton Baiano

Especial para o Jornal Opção

Jazz Oliveira estreia na literatura, com um livro de poesia que faz uma conexão e uma leitura criativa com o próprio nome da autora: “Aqui Jaz(z) Poesia”. É uma poetisa (ou poeta, como queiram) talentosa e isso fica claro nos poemas que divulga através das redes virtuais e que a poesia cuidou de transformar Jéssica (nome de batismo) em Jazz, numa alusão ao estilo musical oriundo dos Estados Unidos.

Um quase acaso fez com que um de seus poemas chegasse aos ouvidos de Jeferson Barbosa, da Mondru Editora, e aí começou essa história que deságua agora em um livro. A Mondru é uma editora goiana que vem se destacando no cenário literário, com trabalhos criativos e de muita arte nos seus livros, além da qualidade procurada e esmerada na curadoria. O lançamento será na sexta-feira (29), a partir das 19 horas, na União Brasileira de Escritores de Goiás (UBE-GO), no Centro de Goiânia.

A orelha do livro traz que a poesia dela “é a transcrição do íntimo humano, onde a existência por si só pesa e transborda na voz da autora. São poemas repletos de harmonia sonora, metáforas e delicadeza. A autora traz, no núcleo da obra, a essência do feminino, que perpassa por suas dores e emoções mais profundas, onde sua voz ganha potência e se concretiza no poder expressivo da poesia e no movimento cíclico de seus sentimentos, potência essa que caracteriza o estilo da escrita de Jazz”.

Na entrevista a seguir, diz que a poesia é sobrevivência para ela, porque iniciou a escrita como terapia, tem se sentido muito acolhida e isso é que lhe dá coragem, esperando “que a poesia não me permita morrer engasgada com meu próprio caos”. Ou seja, faz poesia até dando entrevista. Jazz aparece como uma promissora voz da poesia brasileira feita em Goiás. Segue aí um dos poemas do livro.

Entrevista com a poeta Jazz Oliveira

Jazz Oliveira: uma poeta promissora | Foto: Divulgação

Como a poesia entrou em sua vida?

Comecei escrever como forma de terapia, pois eu tinha crises de ansiedade e pânico e não conseguia falar. A forma que melhor conseguia transcrever meus sentimentos era a poesia. Na infância eu lia poesia na escola e isso ficou enraizado, eu acho.

O que é a poesia para você?

Salvação do caos, se é que há salvação.

Como está sendo para você a publicação do seu primeiro livro?

É uma novidade! Ainda estou meio perdida, mas tenho pessoas incríveis sempre me incentivando.

Está entusiasmada? Qual a sensação que sente?

Sim, entusiasmada com um misto de ansiedade e medo. Rss

É seu primeiro livro e já vem catalogado por uma editora, a Mondru. Como foi esse processo? Como a editora te achou?

Fui ao lançamento do livro “os móveis continuam prisioneiros” da Mondru, onde também acontecia um sarau. Cristiano Deveras resolveu recitar alguns poemas, dentre eles, um de minha autoria. O Jeferson gostou e me procurou para saber mais sobre meus poemas e me fez o convite para lançar o livro. (ainda sem acreditar e muito honrada).

Tem algum autor, autora ou autores que lhe inspiram, ou melhor, que a influenciaram?

Sim claro! Atualmente Gabriel Garcia Marquez, como inspiração para melhorar meus contos e crônicas.

Você posta poemas na internet, em suas páginas virtuais e tem seguidores. Quando você anunciou a eles o livro, como foram as reações?

Ahh eu recebi muito apoio e muitos me procuraram para me parabenizar. Me senti muito acolhida.

O que espera com esse livro?

Espero que seja um motivo a mais para que eu continue estudando, lendo e melhorando cada vez mais a minha escrita.

Acompanha a cena poética e literária de Goiás? Tem alguma inspiração em poetas do Estado? Há algum que você destacaria?

Tento acompanhar na medida do possível. Conheci a Thaise Monteiro em Goiás, através da antologia Léo Lynce de poesia falada e me tornei muito fã.

Qual a utilidade da poesia para você?

Sobrevivência.

Qual sua pretensão como poeta ou poetisa?

Espero que a poesia não me permita morrer engasgada com meu próprio caos. rss.

O que você espera que o livro Aqui (Jaz)z Poesia provoque nos leitores?

Qualquer emoção, desde que provoque.

Como surgiu esse título, que é muito criativo?

O nome surgiu em meu caderno de poesia (bagunça). Foi uma brincadeira com meu apelido Jazz e a necessidade de enterrar alguns sentimentos em forma de palavras.

Conheça a autora Jazz Oliveira

Jazz Oliveira deu início a sua jornada literária em 2021, quando participou da antologia "Meu Primeiro Amor". Em 2022, teve poemas de sua autoria recitados no programa "Intertextos", da TV Brasil Central. Participou e foi aprovada 2 vezes em concurso de microcontos da “Revista Bula”, onde também possui uma crônica "Vinil de quê". Em 2023, participou da antologia "Contos dentro da esfera" organizado pela UBE-GO.

Sobre o lançamento de “Aqui Jaz(z) Poesia”

Local: União Brasileira de Escritores – Goiás.

Rua 21, nº 262. Centro – Goiânia.

Data e horário: 29/9/23 (Sexta-feira), às 19 horas

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Afrontando a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o Senado aprovou a toque de caixa a adoção do marco temporal para demarcação de terras indígenas, mas, como revela a coluna de Tales Faria, o presidente Lula já avisou que vetará o projeto – integral ou parcialmente. Na semana passada o Supremo considerou inconstitucional a tese, segundo a qual só poderiam ser transformadas em reservas terras ocupadas por indígenas antes da promulgação da Constituição de 1988.

Mesmo sem o veto de Lula, congressistas consideram certo que o STF declare o projeto também inconstitucional, e a bancada do agro articula uma PEC para incorporar o marco à Constituição. Porém, seriam necessários os votos de 308 deputados e 49 senadores, e o projeto aprovado ontem teve 283 votos na Câmara e 43 no Senado.

A proposta do Congresso autoriza a exploração econômica das terras indígenas, inclusive com a contratação de não indígenas, desde que aprovada pela comunidade e com a garantia de promover benefícios à população local.

Para o relator, senador Marcos Rogério (PL-RO), o projeto traz segurança jurídica ao campo. Segundo ele, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de invalidar a tese do marco temporal não impede a decisão do Legislativo. “Esta é uma decisão política. Hoje, estamos reafirmando o papel desta Casa. Com esse projeto, o Parlamento tem a oportunidade de dar uma resposta para esses milhões de brasileiros que estão no campo trabalhando e produzindo”, disse.

Na última quinta-feira, 21, a Suprema Corte decidiu, por 9 votos a 2, que é inconstitucional limitar o direito de comunidades indígenas ao usufruto exclusivo das terras ocupadas por seus povos em função da data em que a Constituição Federal passou a vigorar.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), negou que a aprovação do projeto seja para afrontar o STF.

“Não há sentimento revanchista com a Suprema Corte. Sempre defendi a autonomia do Judiciário e o valor do STF. Mas não podemos nos omitir do nosso dever: legislar”, disse.  

Os senadores contrários à tese do marco temporal criticaram a legalidade da proposta aprovada. “Ele fere frontalmente os povos indígenas do Brasil, sobretudo aqueles que estão em situação de isolamento, ao permitir o acesso [a comunidades indígenas isoladas] sem critério de saúde pública, sem respeitar aquilo que está estabelecido hoje. Este projeto também premia a ocupação irregular [dos territórios tradicionais reivindicados por povos indígenas], estabelecendo uma garantia de permanência para quem está em situação irregular”, afirmou a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), durante a votação na CCJ.

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