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POLÍTICA
Seis delegados pedem afastamento para disputar eleições municipais; veja quem são

Prazo para a licença de servidores públicos que pretendem disputar mandatos eletivos vai até julho

Brasil
Servidores do Ibama decidem por paralisação nacional no Dia Mundial do Meio Ambiente

Leo Caetano, presidente do Asibama Goiás, ressalta que, apesar do discurso favorável ao meio ambiente, na prática, o atual governo não demonstra coerência

Crime organizado
Entenda por que os mais de 1,5 mil postos de gasolina do PCC não são assaltados

Chefões do PCC colocam, nos seus postos, balões coloridos (dos usados em festas infantis) pendurados na fachada do estabelecimento para inibir roubos e fiscalizações

OUSADAS
Dupla furta bombeiro dentro de quartel e usa cartão de delegada para comprar creme de pentear

Crimes ocorreram no início da tarde do último sábado, 1°, no Setor Central, em Goiânia

Forças armadas
Pela primeira vez na história, mulheres poderão se alistar nas Forças Armadas

O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa, José Múcio, que pretende aumentar a participação feminina em posições de combate no Exército, na Marinha e na Aeronáutica

Aumento
Corpus Christi: rodovias federais registram 1,7 mil infrações em quatro dias

Irregularidades resultaram em 36 acidentes, 36 feridos e três mortos

SAÚDE
Após sofrer infarto, Agenor Rezende passa por cateterismo na manhã desta segunda-feira, 3

Filha do político afirma que, apesar de ter passado o domingo bem, o procedimento foi necessário

HISTÓRICO
Claudia Sheinbaum é a 1ª mulher eleita presidente do México

Segundo contagens preliminares do Instituto Nacional Eleitoral (INE), a cientista climática e ex-prefeita da Cidade do México obteve entre 58,3% e 60,7% dos votos

calor de volta
Frio começa a dar lugar às altas temperaturas em Goiás, aponta previsão

Goiânia deve mínimas de 16 °C, com máximas podendo chegar aos 31°C

Economia
Segunda parcela do 13° começa a ser paga a beneficiários do INSS que recebem mais que um salário mínimo

Expectativa do Instituto é de que, até sexta-feira, 7, mais de 33 milhões recebam parte do pagamento

Campo limpo do Cerrado: aparência desértica que abriga diversas espécies de fauna e flora | Foto: Kennedy Borges/ICMBio
Artigo cienfífico
Crise no Cerrado: projeções indicam devastação ambiental e risco de extinção total até 2064

O Cerrado brasileiro e o seu futuro: este é primeiro de três artigos que utiliza recursos estatísticos e de Big Data Analyses, com base no Índice de Integridade do Cerrado, derivado de uma proposta da ONU

Guerra
Bombardeios deixam brasileira gravemente ferida no Líbano

Bombardeiros deixaram Fatima Boustani e dois de seus quatro filhos feridos no Líbano, familiares das vítimas estão pedindo às autoridades brasileiras que transfira com urgência

Saúde Pública
Hospital Estadual de Jataí é um dos cinco melhores do Brasil no atendimento à mulher

Unidade do Governo de Goiás recebeu da Câmara dos Deputados o Prêmio Dr. Pinotti – Hospital Amigo da Mulher

Monetizado
Negacionismo e Fake News sobre a tragédia no RS se tornaram fonte de lucro no YouTube

Mesmo após o YouTube assinar um acordo de cooperação para evitar a propagação de fake news sobre as enchentes, ao menos 8 casos foram encontrados

Faltou Dizer
Indústria brasileira da tributação: sobreviva, se for capaz

Que o Congresso brasileiro é subserviente ao poder executivo – em todas as legislaturas – não é novidade. Tanto a Câmara alta, quanto a baixa, tem legislado em favor dos seus próprios interesses ou votado mediante “trocas”. Os oposicionistas das eleições, transformam-se em aliados durante o curso dos mandatos.

Na última terça, 28/05, o texto que trata da alíquota de 20% sobre o imposto de importação para aquisições em sites internacionais de até US$ 50 dólares, foi aprovado pela Câmara dos Deputados, e agora segue para apreciação no Senado. O texto acaba com a isenção de tributos federais para compras estrangeiras. Na ocasião, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, disse acreditar que o presidente Lula não vetará a lei. Segundo ele, a alíquota atende parcialmente às necessidades da indústria nacional, e acredita que o presidente Lula não vetará a proposta. “O meu entendimento é que ele não vetará, porque isso foi aprovado praticamente por unanimidade. Foi um acordo de todos os partidos políticos e acho que foi um acordo inteligente”, pontuou.

Confederação da Indústria considera 20% muito pouco e defende 60%

Paralelamente, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) expressou insatisfação com a alíquota de 20%, ou seja, mais um defendendo os próprios interesses, em detrimento do contribuinte. Em nota publicada em seu site, a CNI classificou a taxa como “insuficiente”. Diz que as entidades empresariais reconhecem a complexidade das negociações políticas, mas argumentam que a alíquota estabelecida não resolve a questão da competitividade entre os produtores nacionais e internacionais, uma vez que ainda é inferior aos impostos pagos pelos produtos brasileiros. Na visão da instituição, o projeto original com alíquota de 60%, seria o mais plausível. “Não se pode garantir a preservação dos empregos. Os empregos vão sofrer, porque a indústria brasileira, comércio e agronegócio não têm condições equilibradas de tributação para competir com o produto importado, que entrará subsidiado no país. Vamos trabalhar para que os governadores entendam a importância de manter empregos nos seus estados e buscar a equalização do ICMS, além de continuar no esforço de sensibilizar o Congresso e o governo dessa real necessidade de equalização”, afirmou o presidente da CNI, Ricardo Alban.

Ricardo Alban - Presidente CNI - Foto divulgação CNI

Criar taxações ou novos impostos é, no mínimo, draconiano

É forçoso lembrar a postura do governo federal entre 2019 e 2022. No último ano daquele governo, a pressão da indústria brasileira já existia e queriam taxar “Shopee”, “Ali Express” e “Shein”. O presidente relutou, à época, sob o argumento que não iria taxar os mais humildes. Nada mais lógico e justo. Ao se pronunciar, na última quarta, 29/05, sobre o referido tema, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi enfático: “Não podemos mais aumentar a carga tributária no Brasil, como lá atrás, nós tínhamos resolvido a questão do DPVAT e voltou a valer o imposto para vocês agora. Tínhamos também zerado impostos nos combustíveis, gasolina, diesel, etanol e, também, gás de cozinha e ele voltou a cobrar impostos desses produtos também. Nós estávamos fazendo a reforma tributária diminuindo essa carga, mas esse cara que está lá agora, faz exatamente o contrário” pontou o ex-gestor brasileiro.

Não se trata aqui de se posicionar favorável ao governo A ou B, mas sim em favor da população, ora contribuinte. Já dizia o velho ditado: “Quem não tem competência, não se estabelece”. O valor de U$ 50 doláres é irrisório, mas as garras tributárias do leão avançam, mesmo assim, sobre o pequeno importador. Um golpe na jugular do “pobre eleitor” que, quase sempre, não se sente representado pelos escolhidos das urnas. O governo federal deveria encontrar outros mecanismos, outros fabricantes, incentivar a produção ou adotar medidas colaborativas semelhantes. Aumentar – e neste caso, criar – novas taxações é, no mínimo, um retrocesso.

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