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A coalizão de esquerda Nova Frente Popular (NFP) surpreendeu no segundo turno das eleições legislativas francesas, tornando-se o maior bloco parlamentar em uma França dividida. Projeções de boca de urna indicam que a NFP obteve cerca de 184 assentos, enquanto a coalizão Juntos, do presidente Emmanuel Macron, ficou com aproximadamente 156 cadeiras, e a Reunião Nacional (RN), de ultradireita, com até 141 deputados. Este pleito foi marcado pela ascensão da ultradireita, um comparecimento recorde de 67% e receio de violência.
Os resultados finais são esperados por volta da meia-noite em Paris (19h de Brasília). O sistema eleitoral francês permite mais de dois candidatos no segundo turno, e houve mais de 200 desistências de candidatos de esquerda e centro para tentar impedir a vitória da ultradireita, numa estratégia chamada "frente republicana". Essa manobra parece ter tido sucesso, dado o número de parlamentares do centro governista.
O novo primeiro-ministro deve ser indicado pela esquerda, sucedendo Gabriel Attal. Porém, há disputas internas na NFP sobre quem será o indicado, com opções como Jean-Luc Mélenchon, Manuel Bompard, Olivier Faure e Marine Tondelier. Raphaël Glucksmann é outra possibilidade, mas seu grupo é minoritário na NFP.

Mélenchon pediu a renúncia de Attal e disse que não quer coalizão com os macronistas. Marine Le Pen, líder da ultradireita, afirmou que Macron está em uma situação difícil. Attal anunciou que apresentará sua renúncia e criticou os arranjos eleitorais que impediram uma maioria absoluta.
A eleição foi convocada por Macron após resultados ruins no Parlamento Europeu, o que elevou a tensão política na França e resultou em episódios de violência. Comércios protegeram vitrines e houve reforço policial com 30 mil agentes. O número recorde de votos por procuração mostrou o grande interesse no pleito.
Intelectuais, artistas e esportistas apoiaram publicamente a frente republicana. Críticos como o jornalista Edwy Plenel e a economista Julia Cagé alertaram sobre os riscos de uma vitória da RN, comparando-a a situações políticas no Brasil e EUA. Jogadores da seleção francesa, como Kylian Mbappé e Marcus Thuram, também se posicionaram contra a ultradireita, destacando o engajamento político na França.
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