A Associação Comando de Luta pela Educação de Aparecida de Goiânia, entidade sem vínculo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), organiza novos protestos na frente da Prefeitura de Aparecida de Goiânia para a próxima quarta-feira, 1º. Este será o primeiro ato da classe durante o mandato do prefeito Vilmar Mariano (Patriota). No ano passado, eles se manifestaram reivindicando as mesmas pautas ao então prefeito Gustavo Mendanha (Patriota), sem sucesso.

Segundo os organizadores, 30 entidades já confirmaram presença no evento. Com isso, os professores e administrativos da Educação retornaram a bater na porta da prefeitura, cobrando novamente uma lista extensa de direitos parados na prefeitura.  

A professora Solange Amorim denuncia que trabalha no município desde 2015 e nunca tirou uma licença prêmio. “Na mesma situação que eu, têm várias pessoas que estão para se aposentar e nunca tiraram licença prêmio”, afirma. “A nossa progressão de letra, que é a cada dois anos, se progride em uma letra, ela está parada, a última vez que houve progressão foi em 2016 e nunca mais”, emenda.

Reivindicações antigas

A classe exige o pagamento de titularidade, respeitando a data de contratação; pagamento das progressões (verticais e horizontais); quinquênio; licença prêmio e por interesse particular. Além de equiparação salarial para P1 e enquadramento pedagógico aos agentes.  

Para professores, querem o reajuste do piso salarial deste ano, de 15%; pagamento retroativo de 13,24%, referente 2022; 05%, de 2015; e que a prefeitura honre o pagamento de piso salarial atrasado e com as gratificações de coordenadores pedagógicos e assistentes. Por fim, cobram a realização de concurso público.