PT plantou o discurso do ódio durante anos e agora é quase impossível colher paz

Ministro-chefe da Comunicação Social do governo da presidente Dilma Rousseff orienta a Caixa e o Banco do Brasil a produzirem propaganda pregando a paz. Senador Ronaldo Caiado quer investigação sobre o uso do Estado para proteger um partido

Edinho Silva e o senador Ronaldo Caiado: o segundo quer investigar ações do primeiro, que está incentivando propaganda da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil para reduzir o discurso do ódio que o próprio PT sedimentou durante anos

Edinho Silva e o senador Ronaldo Caiado: o segundo quer investigar ações do primeiro, que está incentivando propaganda da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil para reduzir o discurso do ódio que o próprio PT sedimentou durante anos

O poeta alemão Heine, que morreu em 1856, setenta e sete anos antes de o austríaco Adolf Hitler chegar ao poder na Alemanha, prenunciou o nazismo e as ditaduras em geral: “Onde se queimam livros acaba-se por queimar gente”. De fato, as tropas da SS hitlerista começaram queimando livros e logo depois estavam matando pessoas nos campos de extermínio, como Auschwitz, o mais emblemático. O Brasil teve suas ditaduras, como a do Estado Novo, que durou de 1937 a 1945, e a civil-militar de 1964, que acabou em 1985. As ditaduras patropis prenderam e mataram vários oposicionistas. Não, claro, na mesma proporção da Alemanha nazista, da União Soviética stalinista, da China maoísta, da Argentina de Rafael Videla e do Chile de Auguste Pinochet. O Brasil vive sob democracia há 30 anos, mas comportamentos autoritários, matizados pela esquerda do PT, permanecem, digamos, como entulhos.

O ex-presidente Lula da Silva, enquanto interessava ao PT, sobretudo em períodos eleitorais, era e talvez ainda seja um dos patrocinadores do discurso de “nós contra eles”, “pobres contra ricos”, entre outras divisões formuladas por um marketing canhestro, de cariz autoritário e, portanto, nada democrático. Principalmente devido aos programas sociais, como o Bolsa Família, o discurso de “nós [os pobres] contra eles” [os ricos], o PT ficará no poder durante pelo menos 16 anos — oito anos com Lula da Silva e oito anos com a presidente Dilma Rousseff.

O PT não se considera um partido de matiz populista; e, se se tirar Lula da Silva do partido, de fato não o é. Mas Lula, mais próximo de Jânio Quadros e João Goulart do que de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, transformou o PT numa célula populista. Tanto que os programas sociais, como o celebrado Bolsa Família, “deixou” de ser uma política de Estado para se tornar uma política do PT ou, mais precisamente, do Lulopetismo, que, a rigor, é a tendência, não apresentada como tal, hegemônica na legenda.

Porém, ao mesmo tempo que se devotavam aos pobres, Lula da Silva e sua pupila lulopetista, Dilma Rousseff, colocaram o Estado, e suas instituições financeiras, notadamente o BNDES, mas também o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, a serviço dos grandes empresários. Embora os petistas menos cerebrados critiquem as elites, os governos petistas foram (e são) decisivos para alavancá-las interna e externamente.

Quais os motivos da razão dual do PT, a rigor, mais inteligente e arguta do que pensam seus adversários? Primeiro, comprar o povão, com as bolsas sociais, e as classes C e D, com o apoio aos estudantes e integração pelo consumo. Segundo, financiar as elites. Agindo assim, o PT conquistou os votos dos pobres, que se tornaram um eleitorado cativo e coeso, e a não rejeição dos ricos. Os empresários podem criticar a ideologia petista, a privatização do Estado por um partido e por seus aliados, mas não podem dizer que o PT tentou implantar um regime socialista e buscou prejudicá-los.

Na prática, pois, o PT procura agradar deus, o povão, e o demônio, as elites. Mas ao mesmo tempo líderes do partido, notoriamente Lula da Silva, fizeram, durante longo tempo, a pregação intensiva do discurso do ódio, do “nós contra eles”.

O PT e Lula, basicamente, passaram anos pregando a divisão do Brasil entre “ricos x pobres”, “negros x brancos”, “com-terra x sem-terra”, “nordestinos x sulistas”. Quem planta o ódio como ética, com fins eleitorais e ideológicos, pode, adiante, colher a paz? Não há como. A semente do feijão gera feijão. A semente do milho gera milho. A semente do ódio gera ódio. A semente da paz gera paz.

O PT de Lula — e ideologias à parte, o petista é um homem de história respeitável, um político admirável —, Guido Mantega, Alexandre Padilha e Fernando Haddad está, no momento, se tornando “vítima” do que prega desde sua criação, em 1980 — há 35 anos. Não dá, insistamos, para plantar ódio e colher paz. O PT está colhendo o que plantou: ódio. Um ódio não orgânico, mas difuso e disseminado. Quer dizer, não se trata de um ódio organizado por grupos específicos, com finalidades eleitorais, políticas e ideológicas. Trata-se, isto sim, de um ódio que envolve a sociedade brasileira como um todo. Mas sobretudo se trata de um ódio-desistência. Depois de ter dado quatro mandatos ao PT, por acreditar essencialmente nas ideias éticas do partido e em Lula da Silva, a sociedade brasileira está desistindo, apressada e irritadamente, daqueles que disseminaram, de maneira orgânica, o ódio como instrumento político-eleitoral e se corromperam em termos financeiros.

Ninguém manipula com tanta habilidade uma variedade de discursos quanto a esquerda. O PT, depois de pregar o discurso do ódio, buscando dividir um país de tradição pacífica — o que não equivale a passividade —, está tentando mudar seu ideário.

O novo ideólogo do governo da presidente Dilma Rousseff, o sociólogo Edinho Silva, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, ao perceber a dimensão do que está acontecendo, associou o governo ao PT e aos petistas. Ou seja, ao entender que o discurso do ódio, que cevado durante décadas, está prejudicando o PT e os petistas, como o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad — vaiado até em peça de teatro —, Edinho Silva orientou a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil a produzirem propaganda com o objetivo de incentivar a paz.

Fingindo não saber que o ovo da serpente é uma criação do PT, Edinho Silva filosofa, como se fosse um Pangloss tropical: “Tem um monstro sendo alimentado dentro de uma lagoa, toda vez que se dissemina o ódio. Esse monstro já colocou a cabeça para fora algumas vezes e, se sair por completo, vai ser incontrolável”. Ora, o PT quer destruir o monstro que ele próprio criou. O doutor Jeckill vermelho não quer mais a sua cria? Não, porque a cria ameaça devorar o criador.

Edinho Silva, que parece mas não é nenhum dr. Plangloss — antes, é adepto da realpolitik em tempo integral —, faz um discurso, um arrazoado que agrada a intelligentsia patropi, em defesa dos petistas, como Guido Mantega e Alexandre Padilha, que têm sido criticados duramente em locais públicos. “Vejo amigos brigando, famílias se dividindo, não é só a intolerância contra políticos. Temo que esteja mudando a cultura brasileira, sempre apaziguadora. Há lideranças importantes se manifestando com ódio”, sublinha Edinho Silva, escondendo, de maneira sub-reptícia, a informação de que PT é o pai, direto, deste discurso do ódio. “Todo brasileiro já nasce sabendo conviver com as diferenças.” Não parece, de maneira alguma, um petista deblaterando. Gilberto Freyre, autor do clássico “Casa Grande & Senzala”, deve ter se revirado no túmulo de 13 a 666 vezes. “Desfaçatez” poderia ser o título da nova composição do brilhante Chico Buarque, mas o compositor, amando o PT, odeia compor músicas críticas aos equívocos da esquerda. Era, na ditadura, e é, na democracia, “melhor” atacar a direita, embora esta não esteja mais no poder e não seja responsável pela economia não crescer e pela corrupção deslavada e contaminante.

Do ponto de vista judicial, das leis do país, é preciso considerar que o Estado — a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, patrimônios públicos que não foram criados pelo PT (apesar do “nunca dantes neste país”) — não pode ser colocado a serviço de um partido ou de seus filiados. Se se sentem agredidos, Guido Mantega, Alexandre Padilha e Fernando Haddad devem recorrer à polícia e, se julgarem necessário, à Justiça.

Quando a Caixa Econômica Federal leva ao ar uma campanha pregando a tolerância, contra o discurso do ódio, tanto em estádios quanto no dia a dia, parece uma atitude politicamente correta. Mas, no caso, a CEF está mais a serviço do PT do que da sociedade e do Estado, o que pode configurar crime. Para piorar as coisas, Edinho Silva admitiu ao jornal “O Globo” que, de fato, não consultou a presidente Dilma Rousseff — parece que no governo da petista todos são primeiros-ministros — e que a ideia de colocar a CEF e o BB a serviço de uma ideologia política, a petista, é dele. “Temos de proteger os petistas” é a mensagem que sai, clarividente, do ovo da serpente denunciado pelo ministro. Curiosamente, Edinho Silva disse que o governo federal não poderia ter feito uma propaganda institucional com o mesma tema, porque não se trata de utilidade pública. Na prática, está sugerindo que, para burlar a lei, usou a CEF e o BB . “Bancos podem fazer [a propaganda] como parte de sua formação de marca”, frisou Edinho Silva.

O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) já apresentou requerimento para que o Senado convoque o ministro Edinho Silva “para explicar o uso de publicidade oficial em defesa do PT”. “É isso que dá colocar o tesoureiro de campanha de Dilma na Secretaria de Comunicação da Presidência da República. Além de não entender uma vírgula de comunicação governamental, ele trata como se fosse a coisa mais normal do mundo usar dinheiro público para fazer campanha de marketing positivo para o PT. Estou apresentando requerimento de convocação porque quero entender afinal se ele acha que o Estado brasileiro está a serviço do partido, ou se já confunde as duas coisas como se fôssemos uma autocracia”, disse o líder do partido Democratas.

Na opinião de Ronaldo Caiado, Edinho Silva “tem a cara de pau de justificar o uso de campanhas do Banco do Brasil e da Caixa Econômica porque, em suas palavras, ‘o governo federal não poderia lançar uma propaganda institucional sobre o tema porque o teor das mensagens precisa ser de utilidade pública’. Ou seja, assume na cara dura que quis burlar as regras que regem a publicidade oficial”. O senador frisa que o artigo 37 da Constituição “exige da administração pública obediência ‘aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.

Por fim, é seminal assinalar que críticas a petistas e tucanos são necessárias ao fortalecimento da democracia. Mas é preciso ter o máximo de cuidado para que as críticas não levem a agressões físicas e mesmo a ataques não físicos despropositados. A tolerância é o “remédio” mais eficaz contra os arroubos totalitários tanto da esquerda quanto da direita. Mas é preciso admitir que quem abriu mesmo a caixa de pandora foi o PT.

7 respostas para “PT plantou o discurso do ódio durante anos e agora é quase impossível colher paz”

  1. Avatar Izidoro de Castro disse:

    O PT plantou abacaxis e espinhos, agora colhe espinhos. A população lentamente está percebendo que o Estado brasileiro está aparelhado, e começa a reagir ainda pacificamente com vaias, apupos e palavras de ordem nos aeroportos, nos aviões, nos teatros, nas feiras, nas redes sociais e nas vias públicas, mas a síndrome estatal gerada pela falência moral dos governos Lula Rousseff e Dilma da Silva, forçará a essa pacífica e muitas das vezes leniente população, a reagir à tapas.

  2. Avatar Cristiano disse:

    A hora em que o pt apear do poder será um ” pega para capar” pra muita gente. E a Caixa de Pandora verdadeira atende por BNDS…

  3. Avatar Santos Van disse:

    ESSA GUERRA POLÍTICA ESTÁ PREJUDICANDO A SUA VIDA ?

    Você odeia o PT? Ótimo, vote na oposição em 2018. Quer criticar, critique. Mas não apoie essa política de terra-arrasada que o PSDB e setores da imprensa estão fazendo. Não apoie os presidentes das duas Casas do Congresso usarem suas influências sobre a maioria dos congressistas em prol da “solução” dos rolos deles com a Justiça.

    Já ultrapassamos todos os limites da insensatez. Chegou a hora de refletir que o Brasil é uma grande nave e que estamos todos a bordo dela.

    Você que apoia os panelaços e as manifestações antipetistas, e que vibra com iniciativas como essa do PSDB, ainda que não saiba está se prejudicando – a menos, é claro, que seja ligado a grupos políticos ou econômicos de oposição ao governo Dilma, que buscam lucro político-econômico decorrente do enfraquecimento da situação.

    Se você, porém, tem apenas tendência político-ideológica mas depende do funcionamento do país – e, sobretudo, da economia – para viver bem, com tranquilidade e segurança, saiba que insuflar essa guerra política é um tiro no pé.

    Essa paralisia que a política está impondo à economia a fará piorar muito antes de melhorar. E tudo por nada.

    Não caia nessa esparrela de que a corrupção vai acabar se o PT for “exterminado”. Se fuzilassem todos os políticos, filiados e simpatizantes petistas, a corrupção não diminuiria um milésimo por cento.

    Seria bom, também, lembrar que ninguém é seu inimigo mortal só por ver a política de forma diferente da sua. Os “petralhas” e “coxinhas” têm os mesmos interesses. Nenhum deles quer ver o país afundar.

    O país tem um governo democraticamente eleito que você pode até não gostar, mas que, se não conseguir governar, mesmo que seja derrubado antes da hora, lá na frente, até lá os efeitos desse processo vão fazer vítimas. Muitas vítimas.

    Você pode ser uma delas.

    A economia irá afundar, a intolerância e até a violência vão aumentar, enfim, a sua vida irá piorar. Poderá pagar com seu emprego e até com a sua vida, pois o clima de beligerância entre correntes políticas contrárias já começa a descambar para a violência.

    Quanto mais crise, mais gente desesperada. Quanto mais gente desesperada, maior o contingente daqueles que buscam “soluções” erradas, muitas vezes até criminosas, no auge do desespero.

    Contudo, não é o que está acontecendo. Há uma guerra política que chega a flertar com a violência. Não é caso, ainda, de prever um confronto civil, mas essa intolerância, esse ódio todo que se vê por aí impede a economia de retomar seu funcionamento normal.

    Como já foi dito, isso assusta os agentes econômicos; torna o futuro extremamente imprevisível e o que o capital mais almeja é previsibilidade.

    A próxima eleição está logo aí. Você não gosta do PT, do PSDB, do PMDB? Seja qual for o partido – ou os partidos – do qual não gosta, em 2016 você poderá mandar seu recado votando em quem quiser. E 2018 vem logo depois.

  4. Avatar Danilo disse:

    O período em que o PT está no poder tem sido muito importante para nós, que eramos eleitores do PT.

    Nos fez despertar para uma realidade brasileira.

    Nenhum político vale absolutamente nada.

    Promessas. Promessas.

    – Reforma na educação.

    – Federalização das escolas básicas.

    – Reforma tributária. Alguém se lembra do Lula dizendo que pagaríamos 2 ou 3 impostos apenas, facilitando a vida do cidadão e melhorando para empresas e consumidores?? Eu lembro.

    – Reforma na saúde.

    – Transportes. Ferrovias, hidrovias, rodovias, tudo isso estava no suposto “plano de governo de 2002”.

    2002! Fazem 13 anos. 13 anos e nada disso foi feito.

    Distribuição de renda? As bolsas? Estão sendo engolidas pela inflação!

    O que farão? Corrigir as bolsas? E gerar mais inflação?

    Novamente o cachorro correndo atrás do rabo. Aliás, o dragão né? Alguém se lembra do dragão da inflação?

    PSDB? PMDB? para mim, tudo igual ao PT.

    Já se vão 25 anos de suposta democracia, todos eles estiveram lá. O PT? Com suas coligações teve maioria no congresso por mais de 10 anos.

    Nem assim.

    Há uma barreira entre nossos presidentes canetarem um PAC e o dinheiro chegar À obra ou destino, essa barreira se chama “máquina inchada do governo”.

    Milhares e milhares de funcionários públicos inúteis, que entraram lá porque … lá trabalhamos pouco, me disse o filho de um amigo meu recém contratado em banco público através de concurso.

    “Plano de Aceleração do crescimento”??

    Tá de brincadeira né?

    Lembra muito os PACotes dos governos militares.

    Alguém se lembra?

    Pois bem, depois desses 25 anos de suposta democracia, me dou o direito de votar em branco.

    Não acredito em nenhum deles.

    PONTO.

  5. Avatar SethmitosoRollins disse:

    Essa velha mania que o PT sempre adotou, onde se cria as dificuldades pra depois vender facilidades, pra lá adiante se apresentarem como: “os super-heróis, salvadores da pátria, os bons samaritanos, defensores dos fracos e oprimidos, etc.” – tudo balela, hipocrisia, papo-furado! Só que ultimamente o tiro tem saído pela culatra, o PT está desmoralizado e não não há como escapar dessa verdade, ou melhor dizendo, a astúcia não vem dando certo e o feitiço está se voltando contra o próprio feiticeiro. Esgotou as desculpas de jogar a culpa que é deles nas “elites, usando-as como saco-de-pancada (pois essas elites são eles mesmos), ou então jogar a culpa na crise mundial, na oposição raivosa, na imprensa marrom, etc. Agora o papo é chamar os outros de: golpistas, coxinhas, farsistas, e todo esse blá-blá-blá, etc., etc.”, entretanto, jamais admitem os próprios erros, claro! Vale lembrar que o PT passou anos criticando falhas de gestões passadas, no entanto, depois que chegou no governo fez muito pior! São inúmeros escândalos de corrupção, estelionato eleitoral (adulteração em urnas eletrônicas e falsificação de títulos eleitorais pelo país afora conforme foi descoberto recentemente pela PF, compra de apoio político em sua base aliada, compra do silêncio da mídia, perseguição e espionagem cibernética e até ameaças contra opositores, diversos casos do uso indevido da máquina pública, APARELHAMENTO DO ESTADO à bel-prazer de seus caprichos: STF, OAB, TSE, AGU, PGR, etc.), com um histórico podre dese não tem vergonha na cara de chamar os outros de golpistas, hein!?
    O Collor errou sim, só que ao menos soube ser civilizado e democrático, teve a dignidade de não resistir tanto a sua CASSAÇÃO e saiu numa boa, calado e sem chamar os outros de golpistas, como fazem os petistas e seus comparas!

  6. Avatar SethmitosoRollins disse:

    Esse nº do ofendido, o papel da vítima, etc., isso não combina em nada com a imagem que o PT quer transparecer, basta! Chega de hipocrisia, ninguém aguenta mais tamanho cinismo! Os comunistas adoram fazer a pose de “bons samaritanos”, quando tudo não passa de demagogia de quinta!

  7. Avatar Dennis disse:

    O PT aparelhou o Estado, mas a Mídia, O CONGRESSO e o JUDICIÁRIO derrubaram a presidente Dilma sem dar um tiro sequer … dãããããã … tem milhões sendo manipulados, e eu não estou entre estes.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.