Winston Churchill foi primeiro-ministro britânico entre 1940 e 1945, durante a Segunda Guerra Mundial. Nos primeiros anos do conflito, Londres foi constantemente bombardeada pelos aviões nazistas. Era preciso unir o povo para resistir. “Nós nunca nos renderemos”, disse Churchill. Os nazifascistas foram derrotados.

A vitória na guerra não significou vitória nas urnas. Churchill foi derrotado pelos trabalhistas. Mas ele não se rendeu e voltou ao cargo em 1951, governando até 1955. Neste período, ele já alertava sobre o avanço soviético na Europa Oriental. Churchill renunciou ao cargo por problemas de saúde. Sabe a expressão Cortina de Ferro? Pois é: o Nobel de Literatura britânico é seu criador.

Assis Chateaubriand, dono dos Diários Associados, era fã do premier britânico e comprou quadros pintados por ele. Ele teve a oportunidade de encontrar Churchill e entregar a comenda “Ordem do Jagunço”, uma homenagem para aqueles que se destacaram em suas atividades.

Churchill com Nehemias Gueiros, Moniz Aragão e Assis Chateaubriand | Foto: Reprodução

Carlos Lacerda traduziu o livro “Minha Mocidade” publicado pelo ex-primeiro-ministro e assim o descreveu: “Deus chamou a si o maior homem do século, depois de uma vida plenamente, realizada. O gênio, a glória, o exemplo, a coragem e o sacrifício uniram-se para fazer de Winston Spencer Churchill um varão antigo e um modelo para os tempos por vir”.

Winston Churchill morreu em 24 de janeiro de 1965, aos 91 anos. Além de entrar para a História como vitorioso na Segunda Guerra Mundial, ele recebeu o Prêmio Nobel de Literatura de 1953 por conta da publicação de suas memórias sobre a Segunda Guerra Mundial. Dos líderes aliados, Churchill foi o último a morrer. O presidente norte-americano Franklin D. Roosevelt morreu em 1945 e o líder soviético Ióssif Stálin, em 1953.